Teoria e história na sociologia brasileira: a crítica de Maria Sylvia de Carvalho Franco

Analisando Homens livres na ordem escravocrata, de Maria Sylvia de Carvalho Franco, André Botelho declara que a autora não teve intenção de caracterizar ou qualificar a “associação moral que ligava homens livres pobres e fazendeiros como marca de uma sociedade tradicional, ou atrasada, ou ainda incompatível com os processos de mudança social e o dinamismo que o capitalismo ia assumindo também entre nós”. Para ele, “toda argumentação do livro visa, ao contrário, desmontar essa visão sobre a sociedade brasileira”.

Resumo:

Inserido em pesquisa mais ampla sobre as sequências da sociologia política no Brasil, o trabalho destaca a obra sociológica de Maria Sylvia de Carvalho Franco. Assimilada à produção da cadeira de Sociologia I da USP, pelo seu pertencimento institucional, a obra desta autora, porém, antes problematiza que corrobora alguns dos pressupostos da teoria do desenvolvimento associados aos trabalhos de Florestan Fernandes e seu grupo. A análise de suas teses de doutorado (1964) e de livre-docência (1970), entre outros textos, indica uma visão crítica, e uma proposição alternativa, sobre a contraposição entre “tradição” e “modernidade” na análise da sociedade brasileira em virtude da gênese essencialmente moderna dessa experiência social.

Palavras-chave: Sociologia Brasileira; Teoria Social Comparada; Teoria e História; Tradição e Modernidade.

Texto completo disponível neste endereço.

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