Retrodição (3) A crítica de Walter Benjamin a este vício historiográfico

Por José d’ Assunção Barros
“Benjamin considera, à partida, que há algo de sombriamente equivocado em considerarmos que vivemos o único presente possível – este presente que surge mecanicamente e linearmente de um passado, que por sua vez é ele mesmo o único passado possível, e sob um quadro fatalista no qual as três instâncias da temporalidade (o passado, o presente e o futuro) estariam enredadas por um progresso inevitável, naturalizado, no qual podemos sempre confiar cegamente, no sentido de que trará um mundo sempre melhor (na verdade não apenas um mundo melhor, mas de fato “o único mundo possível”).”

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