Vulgarização: outra história para a História

A Revista Expedições: Teoria da História e Historiografia, volume 4, 2014, traz um artigo com este título, de Mary del Priore, que despertou a lembrança de outras discussões sobre o assunto. Apresentado como “uma pensata sobre as origens e a difusão da ‘divulgação científica’ e sua presença no Brasil do século XIX aos dias de hoje” o texto passeia por vários momentos do processo de vulgarização, antes de abordar a o conhecimento histórico propriamente dita.

Convidamos nossos leitores para esta leitura em que a autora nos lembra que “a história possui uma função social: a da manutenção da memória de uma nação ou de um grupo”. E ressalta:

“…os historiadores têm uma missão que é a construção da consciência histórica. Para tal, eles devem enfrentar duas tarefas contraditórias: por um lado, desmistificar os mitos consolidados pela memória coletiva, inscritos nos documentos, nos textos oficiais e na língua falada, enfim, nas construções sociais que, a sua volta, constituem a consciência comum. E por outro, participar à construção mesma desta mesma memória, ao produzir um saber que serve de referência e forma a consciência histórica dos seus contemporâneos…”

Leia o texto na íntegra, aqui.

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