Abertura do Segundo Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo

Com a colaboração dos amigos Silvia Buttros e Francisco de Barros, serão aqui publicados relatos do Segundo Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo.
Iniciado no dia 19 de agosto de 2011, desta vez promovido pelo escritório do IPHAN emSão João del Rei, sob a direção de Jairo Braga Machado, este Segundo Encontro veio solidificar o projeto inicialmente desenvolvido pelos membros do Centro de Memória Belisário Pena e pela Associação Cultural do Arquivo Histórico Municipal Professor Altair Savassi – Acahmpas, entidades de Barbacena, Minas Gerais.
Iniciando os trabalhos, Luiz Mauro Andrade da Fonseca falou sobre a informalidade do Encontro, para o qual as pessoas vão espontaneamente, fazem a inscrição na hora, as despesas são socializadas e os palestrantes não recebem cachê. Ressaltou que o público é diferenciado, não é um público leigo. São pessoas que acompanham as palestras com muita atenção.
O objetivo do encontro, disse o Dr. Luiz Mauro, é promover uma reunião de pesquisadores que apresentam os temas que estudam para compartilhar com os demais as suas experiências. Comparecem pessoas vinculadas a universidades ou não, genealogistas, pessoas voltadas para a preservação do patrimônio cultural, memorialistas etc. E mesmo os que não estão diretamente ligados ao tema, acabam se interessando dada a espontaneidade com que são abordados os assuntos.
Destacou que há o cuidado de evitar a repetição desnecessária do que está publicado em livros, por não ser de interesse a apresentação de assuntos já estabelecidos, mas de pesquisas regionais, autênticas, que ajudam a progredir. O Caminho Novo foi escolhido por mote dos Encontros, o que não impede de serem abordados todos os caminhos de Minas, como a Picada de Goiás e outros que nos ajudam a compreender a história de Minas e do Brasil.
Explicou que ele e Francisco Rodrigues de Oliveira trabalham com sesmarias há cerca de 20 anos, e que a maior dificuldade sempre foi com a toponímia. Como exemplo citou o nome Cuiabá que aparece nas cartas e evidentemente não se refere à cidade do Mato Grosso. Ou seja: são documentos que trazem topônimos pouco conhecidos pelos pesquisadores.Motivo pelo qual foi convidada a professora Maria Cândida Seabra para falar sobre Toponímia da Comarca do Rio das Mortes, o que certamente permitirá um grande salto na pesquisa dele e de Francisco Rodrigues de Oliveira.
Luiz Mauro deu boas vindas e agradeceu a presença de todos, desejando que formem uma confraria de amigos que facilitem o avanço das pesquisas de uns em contato com as experiências dos outros. Agradeceu também ao Presidente da Academia Sanjoanense de Letras, José Cláudio Henriques,que compareceu acompanhado pela secretária da instituição, Zélia Maria Leão Terrell, pela cessão do espaço para a realização do Encontro.
Em seguida, passou a palavra a Francisco Rodrigues de Oliveira, com o tema Antigas ligações entre os Caminhos Novo e Velho na região das Vertentes.

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