A Lei nº 438, de setembro de 1906, em seu parágrafo I estabelecia normas para fundar instituições agrícolas que acolheriam colonos nacionais e estrangeiros, com o objetivo de desenvolver a agricultura. No caso de Leopoldina, observa-se que foram adquiridas partes de fazendas vizinhas à Colônia Santo Antônio, de âmbito municipal, no decorrer da primeira década do século XX.
Segundo notícias publicadas no jornal Gazeta de Leopoldina da época, o primeiro administrador foi o italiano Ferdinando Sellani, que permaneceu no posto até outubro de 1909, quando o governo nomeou Guilherme Prates, que permaneceu no cargo até 16 de maio de 1911.
Sabemos que muitos imigrantes, que chegaram ao Brasil no final dos anos oitocentos, trabalharam na implantação da Colônia Agrícola da Constança. Provavelmente viviam na Santo Antônio e foram absorvidos pelo Estado para os trabalhos de demarcação dos lotes, construção das casas e preparo das áreas agricultáveis. E João Baptista de Almeida Paula foi o primeiro colono a assinar o contrato de compra.

De Sante Sellani, nasceu Alfredo Sellani que casado com Lucia Faria Sellani, foi residir em Barra Mansa – RJ, tendo os Filhos, Hélio, Eni, Eliane, Maira, Silvério e Denise. Eni minha mãe, casou-se com Elmiro Chiesse Coutinho, tendo os filhos, Sandra, Elmiro Junior, Sheila e Simone, os quais lhe deram os netos Cesar, Luana, Elmiro, Paolo, Alda e Eduardo, sendo que Luana, deu a Eni sua Bisneta Anallu. Eni faleceu em fevereiro/2015 na Cidade de Barra Mansa.
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Prezado, Elmiro. Que vocês consigam superar a dor da perda e que sua mãe esteja em paz!
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