Os colonos empossados em fevereiro de 1911

A Colônia Agrícola da Constança recebeu 7 colonos no dia 26 de fevereiro de 1911. Foram eles:

– Demetrio de Lorenzi, lote 5

– Giovanni Boller, lote 29

– Luigi Boller, lote 31

– Giuseppe Boller, lote 32

– Paschoal Ferrari, lote 42

– Pietro Beatrici, lote 50

– Felicio Beatrici, lote 53


Nenhum destes colonos permaneceu por muito tempo. Já em maio do mesmo ano o lote que coube a Demetrio de Lorenzi foi desocupado. Os demais foram saindo de Leopoldina e sobre eles não há registros consistentes.

A Igreja e o Largo do Rosário

Acervo Espaço dos Anjos, de Luiz Raphael

Esta postagem foi construída com a ajuda de amigos que se preocupam com a preservação da memória cultural de Leopoldina, MG. Agradecemos especialmente a Luiz Rapahel (in memoriam) por nos ceder seu rico acervo de fotografias, bem como aos filhos do fotógrafo Jarbas por preservarem o arquivo do pai e, assim, permitirem que as novas gerações conheçam a Leopoldina do passado.

Segundo CAPRI, Roberto. Minas Gerais e seus Municípios. São Paulo: Pocai Weiss & Cia, 1916 p. 237-262

“Outro templo é a Egreja do Rosário, no largo homonymo. É esssa egreja um mimo de belleza e de arte, toda branca e sorridente de amor e de caridade. As decorações, em branco e ouro, são admiráveis, como assim a sua alta torre, o altar-mór de N. S. do Rosário, tendo á direita o S. Coração de Jesus e á esquerda S. Cecília. Bellas também as estatuas de S. José e de S. Benedicto. É vigário da Parochia Monsenhor Júlio Fiorentini, tendo como coadjutor o Rvmo. Padre João Manoel Trocado”

Largo do Rosário, Acervo do fotógrafo Jarbas

Pessoas em oração no Largo do Rosário. Acervo fotógrafo Jarbas.
O Largo do Rosário visto do antigo campanário do templo. Acervo Espaço dos Anjos, de Luiz Raphael
Largo do Rosário visto da posta do templo. Acervo Espaço dos Anjos, de Luiz Raphael.

  

Antigo sobrado no Largo do Rosário

Igreja do Rosário em 2009
2009: última imagem da Igreja do Rosário nas cores em que a conhecemos.

Como se viu na informação de Roberto Capri, a Igreja do Rosário era toda branca no início do século XX. Na década de 1960 os contornos eram pintados em tom creme. Na década de 1980, substituíram o creme por azul claro e depois voltaram à cor anterior. Inexplicavelmente, nos anos 2000 pintaram todos os templos católicos de Leopoldina num tom forte de azul, desrespeitando as características do patrimônimo.

 

Encontro de Historiadores pelo Dia Nacional do Imigrante Italiano

Dia 20 de fevereiro, pela Rádio Jornal AM de Leopoldina, o Programa Faz recebeu historiadores de Pequeri, Cataguases, Astolfo Dutra e Leopoldina para marcar o dia Nacional do Imigrante Italiano e conversarem sobre o Centenário da Colônia Agrícola da Constança em abril de 2010.
Participaram: Julio Cesar Vanni, de Pequeri; Rosalina Pinto Moreira, de Astolfo Dutra; Joana Capella, de Cataguases; Luja Machado e Nilza Cantoni. Após o programa, um almoço em Piacatuba encerrou o Encontro.

AVAL traz novos participantes para a comemoração do Centenário

A Associação de Veículos Antigos de Leopoldina convidou e a Antigos de Itaipu aceitou participar da carreata em homenagem ao Centenário da Colônia Agrícola da Constança.
Entre eles temos descendentes dos Campana, Lupatini, Sangalli, Venturini, Zachini e muitos outros que, apesar do sobrenome não indicar de imediato, podem fazer parte da grande família de imigrantes que viveu em Leopoldina.
Agracedemos por esta adesão tão simpática e convidamos nossos leitores para assistirem ao desfile que partirá da praça João XXIII, no centro de Leopoldina, às 9:30 da  manhã do dia 11 de abril de 2010

Historiadores comemoram o Dia Nacional do Imigrante Italiano

No sábado, dia 20 de fevereiro de 2010, a Rádio Jornal de Leopoldina recebeu pesquisadores de história da imigração na zona da mata mineira. O Programa Faz, apresentado por Arnaldo Spíndola, neste dia contou com a colaboração do jornalista Luiz Otavio Meneghetti. Estiveram presentes:
– Júlio César Vanni, com diversos livros publicados sobre a imigração italiana, especialmente em sua cidade natal, Pequeri;
– Rosalina Pinto Moreira, autora de Imigrantes… Reverência!, sobre a Colônia Santa Maria de Astolfo Dutra;
– Joana Capella, autora de Exma. Família Abritta sobre seus antepassados italianos e pesquisadora da Colônia Major Vieira, de Cataguases;
– Luja Machado e Nilza Cantoni, pesquisadores da Colônia Agrícola da Constança, de Leopoldina.
Na imagem acima, Luja Machado, Arnaldo Spíndola ao fundo e Julio Vanni.
Compareceram ainda os secretários municipais Valéria Benatti e Gilberto Togni, anunciando o projeto que estão preparando para as comemorações do Centenário da Colônia Agrícola da Constança. Tão logo nos enviem a programação, informaremos aos nossos leitores.

AVAL abraçou a ideia!

Importante adesão às comemorações do Centenário da Colônia Agrícola da Constança.
A Associação de Veículos Antigos de Leopoldina – AVAL, fará uma carreata até a Igreja de Santo Antônio, na Colônia Constança, no dia 11 de abril de 2010. A concentração será na praça João XXIII, no centro de Leopoldina, às 9h30 e seguirão para a Colônia, com chegada prevista para as 10h30 no pátio da Capela.
São os descendentes dos imigrantes se movimentando para homenageá-los.

Dia do Imigrante Italiano

Será no próximo sábado, dia 20, no programa Faz da Rádio Jornal, das 10 ao meio dia, a homenagem ao Imigrante Italiano.

A Lei federal nº 11.687, de 02.06.2008, instituiu o dia 21 de Fevereiro como Dia Nacional do Imigrante Italiano. Para marcar a data, quatro historiadores da zona da mata mineira serão recebidos por Arnaldo Spíndola e José Geraldo (Gué) em seu programa semanal. Julio Vanni, de Pequeri, Rosalina Pinto Moreira, de Astolfo Dutra, Luja Machado e Nilza Cantoni conversarão com os ouvintes sobre a história daqueles bravos colonos que mudaram a face da região.

O programa da Rádio Jornal AM 1560 pode ser acompanhado também pela internet.

Imigração para Colonização

Em várias oportunidades temos mencionado a necessidade da colonização em Minas Gerais, expressa em discursos dos políticos do final do século XIX. Hoje destacamos a opinião do escritor Estevam de Oliveira, no livro Notas e Epístolas, publicado em 1911. 
O início da obra traz um resumo histórico da política em Minas Gerais, conforme o autor vinha publicando no jornal Correio de Minas desde a década de 1890. Na página XV, ele ressalta:
“Quem estudar acuradamente o quatriennio-Bias Fortes verificará, sem esforço, a infecundidade, a inanidade desse periodo governamental. Em materia de economia politica o que elle fez de mais notavel foi supprimir o serviço de immigração, aliás dispendiosissimo e oneroso aos cofres estaduaes, sem cogitar da colonização[…]”

Bloco dos Pirineus no Carnaval de Leopoldina 2010

“Viajando pela história

fui descobrindo a saga dos desbravadores.
Bravos Imigrantes!
Aqui plantaram o progresso e seus amores.”
Vejam imagens do desfile do carnaval de Leopoldina 2010 no site do jornal Leopoldinense em
Bloco dos Pirineus – Vídeos e Fotografias
Trabalho de João Gabriel Baia Meneghite.

A Moradia na Colônia Agrícola da Constança