Capítulos da história de Leopoldina

TREM DE HISTÓRIA Expedicionários Leopoldinenses
Imprensa em Leopoldina Coluna do jornal Leopoldinense, por Luja Machado e Nilza Cantoni. Personagens Leopoldinenses
Imigrantes Italianos Antigas Fazendas e Famílias
ESTUDOS CONSOLIDADOS
Assentos paroquiais de matrimônios de Leopoldina. Família Ferreira Brito: um estudo. Gonçalves Neto: uma das famílias pioneiras de Leopoldina.
Família Dietz: Trajetória e Genealogia.
LIVROS PUBLICADOS
Os Almeidas, os Britos e os Netos em Leopoldina – 1ª edição eletrônica. Os Almeidas, os Britos e os Netos em Leopoldina – 2ª edição eletrônica. Nossas Ruas, Nossa Gente.
Cacos de História e Memória. Imigração em Leopoldina: História da Colônia Agrícola da Constança.
Catedral de São Sebastião MEMÓRIA LEOPOLDINA Igreja e Largo do Rosário
Cemitério Nossa Senhora do Carmo Grupo Escolar Ribeiro Junqueira
Loja Raphael Domingues Praça General Osório e Banco Ribeiro Junqueira
O olhar do visitante O Teatro em Leopoldina
Belezas naturais de Leopoldina: Alto de Santa Úrsula
FAMÍLIA ALMEIDA RAMOS
Cap. 1 – Maria Antonia de Almeida c/c José Antonio Machado Esta é a 4ª edição do estudo “Descendentes de Antonio de Almeida Ramos”. Cap. 6 – Antonio de Almeida Ramos II e Manoel
Cap. 2 – Ana Teodora Almeida c/c Francisco Gonçalves Pereira Cap. 7 – José de Almeida Ramos c/c Rita Maria de Santo Inácio
Cap. 3 – Antonia Maria de Almeida c/c Inácio José do Bem Cap. 8 – Miguel de Almeida Ramos c/c Mariana Tereza de Jesus
Cap 4. – Francisco de Almeida Ramos c/c Micaela Maria do Espírito Santo Cap. 9 – Antonio de Almeida Ramos III c/1ªc Francisca Maria de Jesus e c/2ªc Iria Joaquina de Albuquerque
Cap. 5 – João de Almeida Ramos c/c Teresa Maria de Jesus Cap. 10 – Manoel Antonio de Almeida c/c Rita Esméria de Jesus

268 opiniões sobre “Capítulos da história de Leopoldina”

  1. Boa tarde.
    Busco informações da familia BASILIO BAZILIO e CORREA PINTO
    MANOEL CORREA PINTO
    ELISA DEOLINDA
    ALCINO BAZILIO BASILIO
    MARIA DO CARMO CORREA
    ZONA DA MATA
    LEOPOLDINA ANGUSUTRA ALEM PARAIBA

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      1. Obrigado pesquisadora Nilza Cantoni pela solicitude , Alcino Bazilio 1916
        Maria do Carmo Correa 1928
        Waldemira de Souza 1895- 1930
        Antonio Basilio 1897- 1930
        Manoel Correa Pinto nao sei quando nasceu mas faleceu em 1961 em Leopoldina e Elisa Deolinda também faleceu em 1965 em Leopoldina
        Saberia me dizer se tem indice de sepultamento do cemitério de leopoldina ?

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      2. Victor: conforme informado, meu índice vai até 1920. Assim, só pude procurar o Alcino e não encontrei criança com o nome batizada entre 1916 e 1920. Sugiro pedir buscas na secretaria da Diocese e no Cartório. Não sei se há índice de sepultamentos no cemitério da cidade.

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      3. Poderia ver nessa indexação Alcino Bazilio ou alguma outra pessoa com sobrenome Basilio ou Bazilio?
        Maria do Carmo Correa
        Manoel Correa Pinto
        Maria Aparecida Correia Pinto / ou Correa Pinto
        Sebastiana Martes de Jesus

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      4. No século XIX, Victor, há incidência de Basilio/Bazilio. A busca precisa ser feita pelos nomes dos avós das pessoas citadas. De Correia/Corrêa Pinto tenho o segundo casamento de Bartolomeu em 1904, sem os nomes dos pais. Além dele, só pessoas que viveram na primeira metade dos oitocentos. Nada no índice de batismos cujos assentos começam em 1851.

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      1. Sugestão: faça contato com o autor do trabalho e peça a fonte. É a única maneira de descobrir se é um caso de homonímia. O sobrenome tem bastante incidência na Sicília, onde se encontram as duas províncias. Se for o capoluogo de Palermo, creio que conseguirá pedir uma cópia pelo site.

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      2. Muito obrigado Nilza, vou fazer isso e retorno o resultado !!! Muito obrigado novamente e parabéns pelo lindo trabalho!!

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  2. Nilza Cantoni, Boa Tarde ! Você pode me orientar como acessar a lista de navios das primeiras imigrações para Barbacena ? Procuro por Vincenzo Calderaro, viveu em Ilheus, hoje distrito de Pe. Brito, próximo a Barbacena – MG. Presumo que deva ter chegado entre 1.880 a 1.885. Obrigado !

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      1. Obrigado Nilza Cantoni ! Você sabe de algum acervo específico sobre os imigrantes italianos em Barbacena neste período de 1880 ? Você tem arquivo pessoal alguma lista de navios neste período ? Mais uma vez muitíssimo obrigado.

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      2. Fernando: tenho uma lista incompleta dos vapores que tocaram o Porto do Rio no ano de 1880. Foram 258. Chamo a sua atenção para um fato: na década de seu interesse poucos manifestos traziam informações completas, tipo local de origem. Em muitos deles consta apenas a nacionalidade.
        É possível que exista alguma coisa sobre a Colônia de Barbacena. Talvez tenha alguma informação no Arquivo Histórico Municipal Professor Altair Savassi. Acho que há conta da Acahmpas em redes sociais.

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  3. Boa Tarde Nilza, vou deixar aqui meu agradecimento pelo seu belo trabalho de pesquisas que me ajudou muito nas minhas pesquisas. Se você tiver Mais informações para acrescentar eu agradeço.

    Sou descedente de João de Macedo Freire 1855/1925+, ele era filho de Francisco de Macedo Freire 1809/1877 cc Luiza Francisca de Jesus.

    João de Macedo Freire teve 13 irmãos:

    Maria Luiza da Conceição Freire
    Francisco de Macedo Freire Junior
    Angelo de Macedo Freire
    Eduardo de Macedo Freire
    Justino de Macedo Freire
    Emilia de Macedo freire
    Saturnino de Macedo Freire
    Lino de Macedo Freire
    Anna de Macedo Freire
    Antonio de Macedo Freire
    Bernadina de Macedo
    Emereciana Rosa de Jesus
    Maria Rodrigues de Macedo

    João de Macedo Freire cc Julia Maria de Oliveira em primeira núpcias em Leopoldina MG, tiveram os seguintes filhos:

    Alcino Macedo Freire
    João Batista de Macedo
    Antonio Macedo Freire
    Sebastião Macedo Freire
    Georgina Maria de Oliveira
    Ricardina Candida Maria da Gloria

    Em Segunda Núpcias casado em Itaperuna RJ com Belmira Candida da Gloria tiveram os seguintes filhos:

    Alvaro Macedo
    Rosa Candida da Gloria
    Oscar Macedo
    Maria Macedo Freire

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  4. Ola Nilza,
    Busco a familia de Vicente Ferreira da Paixão e esposa Maria Rita da Conceição. E também Jose Francisco Machado e esposa Beralda Maria de Jesus, os nomes dos maridos estão citados na lista de eleitores qualificados no distrito de Bom Jesus do Rio Pardo de 1851 a 1874 de sua pesquisa.
    Busco o casamento deles e os Filhos e netos.
    Se puder ajudar ficaria muito grata.
    Estou montando minha arvore genealógica no https://www.familysearch.org e no myheritage.com.pt

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  5. Bom dia, Nilza!
    Tudo bem?
    Estou em busca de informações sobre os avós da minha mãe que, de acordo com a certidão de nascimento da mãe da minha mãe (minha avó), são italianos e se casaram em Leopoldina/MG, provavelmente antes de 1910.
    Eles se chamavam:
    Antônio Meneghetti (ou Meneguetto) [filho de Julio Meneghetti (ou Meneguetto) e Judith Costa]
    E Maria Pivatto (ou Piva) [filha de Paschoal Sozulatto e Catharina Pivatto].
    Já tentei de várias formas encontrar informações sobre eles e não consegui.
    Eu até encontrei no seu site um casamento de Antônio Meneghetti e Maria Fazolato, de 1894, mas não sei se são outras pessoas ou se o Fazolato seja uma variação do Sozulatto ou Pivatto.
    Você é a minha última esperança!
    Desde já agradeço demais pela atenção!

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    1. Tiago: pelo que pudemos apurar, Pasquale Fasolato e Catterina Pivato foram os pais da Maria que se casou em 1894 com Pietro Antonio Meneghetti, filho de Giulio Meneghetti e Giudetta Costantin. No entanto, para eventos anteriores a 1931 o registro civil não é a fonte mais confiável, razão pela qual não a utilizo. Para identificar os personagens, fazemos análise comparativa entre as fontes disponíveis e consultamos arquivos italianos em busca da grafia de nomes e sobrenomes no momento da passagem ao Brasil. É pouco comum que as pessoas apareçam com nomes e sobrenomes escritos da mesma forma em todas as fontes.

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      1. QUE FANTÁSTICO, Nilza!!!
        Bom dia!!!!
        Confesso que fiquei até emocionado com essa informação.
        E me diga uma coisa, minha querida: Como eu faço para conseguir a certidão de casamento deles? Como devo proceder?
        E outra informação: Será se eu consigo encontrar o registro de chegada deles e dos pais deles no Brasil (Pasquale Fasolato e Catterina Pivato – Giulio Meneghetti e Giudetta Costantin)?
        Creio que eles vieram pelo Rio de Janeiro, pois no Museu do Imigrante de São Paulo não existe registro sobre a chegada deles. Mas não tenho certeza. Apenas acho.
        E será se eu consigo encontrar informações sobre outros parentes deles que teriam vindo juntos ou em separado para o Brasil? Como eu poderia proceder?
        Será se eu consigo e como eu conseguiria encontrar documentos relacionados a eles, fotografias, cartas… qualquer coisa que tenha eles como personagens?
        São tantas perguntas!!! (Como diria a Luna) rsrs
        Perdoe-me pela empolgação.
        Desde já, agradeço infinitamente!
        Tiago Daniel de Moraes

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      2. Tiago: sobre Pasquale Fasolato vc pode conseguir certidão no Arquivo Público Mineiro, livro SG 801 fls 90 família 106. De Giulio eu não tenho a entrada. Talvez seja o que vivia na Colônia Grão Pará, em SC, em 1883. Aqui no site há menções aos Meneghetti mas não sabemos se havia parentesco com Giulio. Do Fasolato escrevemos pouco pq os filhos saíram de Leopoldina pouco depois da morte de Pasquale.
        Vc pode obter a certidão de casamento de Pietro e Maria no Arquivo da Diocese de Leopoldina, lv 2 fls 109.

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      3. Muito obrigado pelas informações, Nilza!
        Vc é incrível!
        Eu creio que o Giulio Meneghetti seja este mesmo do Grão Pará/SC, pois tenho a informação de que um dos meus tios avós mais velhos nasceu em Orleans/SC, que fica ao lado.
        Mas estou tendo muita dificuldade em encontrar informações pela Internet sobre como encontrar as informações sobre eles naquele local, por exemplo registros de 1883, como vc me informou o relato de um Giulio Meneghetti naquela Colônia. Como eu consigo encontrar informações como esta? Se puder me orientar, agradeço muito.
        E outra orientação que eu gostaria era saber como e onde posso encontrar informações sobre morte de Pasquale Fazolato e a saída dos seus filhos de Leopoldona após este fato. Onde e como eu encontro essas informações?
        Desde já, apenas agradeço!

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      4. Obrigada pelo apoio, Tiago.
        Antes de mais nada, informo que nem tudo está disponível na internet que nem existia quando comecei minhas pesquisas.
        A pista para a primeira residência de Giulio no Brasil veio do seguinte livro:
        LOTTIN, Jucely. Colônia Imperial do Grão Pará – 120 anos. Grão-Pará, SC: s.n., 2002.
        Conversei com o autor pouco tempo depois do lançamento da obra, pois nela encontrei indicadores que ajudaram no estudo da história da Colônia Agrícola da Constança, objeto do projeto que desenvolvia na época. Através de visitante do site, tive acesso a um vídeo sobre aquela Colônia e a cidade de Orleans. Não sei se tais materiais foram posteriormente publicados na rede mundial de computadores.
        Paralelamente, consultei microfilmes da Igreja de Nossa Senhora da Piedade, de Tubarão-SC, nos quais encontrei alguns assentos relativos a imigrantes que de lá foram para Leopoldina. Creio que os livros estejam atualmente no site Family Search.
        Quanto ao óbito de Pasquale Fasolato, encontrei-o no Cartório de Registro Civil de Providência, Leopoldina, MG, lv 1 obitos fls 173v. Já para a saída dos filhos do município de Leopoldina, a trajetória foi construída aos poucos pelas pistas localizadas em fontes não digitalizadas de Além Paraíba, Belo Horizonte, Itaperuna, Miracema, São Gonçalo e São João de Meriti, todas indicadas por visitantes do site.
        Quando os visitantes deixam comentários, tenho por hábito pedir informações sobre como se ligam ao personagem que procuro. É o meio que utilizo para ter notícias posteriores ao fim do meu recorte temporal. Infelizmente, nem todos respondem.
        Espero que você se torne mais um colaborador, relatando a trajetória dos seus antepassados “leopoldinenses” para enriquecer nosso banco de dados.
        Entre os dias 17 e 22 de maio, será realizado mais um encontro de descendentes de imigrantes em Leopoldina. Tão logo saia o convite, publicarei aqui no site.

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  6. Olá Nilza!
    Parabéns pelo excelente trabalho. Hoje passei horas lendo e buscando possíveis informações sobre meu bisavô em seus artigos.
    Em outras pesquisas pela internet, encontrei o registro, na paróquia de São Sebastião de Leopoldina, de pelo menos 2 batismos de filhas dos meus bisavós – Nicoláo José Barboza e Maria Antônia da Conceição, seriam as filhas:
    Maria – batizada em 06/11/1899 e nascida em 24/08/1899 e
    Edwirges – batizada em 27/12/1906 e nascida em 17/05/1906.
    A partir desses dados, acredita ser possível encontrar outras informações sore o Nicoláo?
    A história oral da família diz que ele veio ilegal da Itália e que se chamava Nicola De Vitta ou suas variações e que, já no Brasil, com a ajuda de um empregador de sobrenome Junqueira teria conseguido novo sobrenome, o Barboza.
    Vi que dentre os sobrenomes registrados por sua pesquisa aparece o De Vitto.
    Acha possível que tenha havido essa alteração no nome?

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    1. Olá, Laura Helena: além dos batismos mencionados, houve um Nicolao Devito que teve um filho com Maria Antonia, em 1902, no distrito de Providência. Para unir os personagens seria necessário aprofundar as investigações no cartório daquele distrito onde não fizemos buscas no período em que eles teriam vivido por lá. Quanto a ser imigrante ilegal, é uma ocorrência repetida entre diversos descendentes de imigrantes e até agora não comprovada. O que posso dizer é que houve uma família De Vito que passou ao Brasil em 1896 e foi contratada por Antonio Ribeiro de Carvalho para trabalhar em fazenda do distrito de Providência.

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  7. Boa tarde Dra. Nilza, gostaria de obter algumas informaçoes a respeito da imigraçao e fixaçao de minha familia, Gouvea e Panza ambos foram moradores na atual Rua Joao Neto, antiga Rua da Grama, estamos levantando dados sobre as familias.

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      1. Boa tarde, meus bisavós paternos: João de Mello Gouvea, Emília Ferreira de Mello ou ( Gonçalves) portugueses. Ano de chegada: provavelmente 1890
        Francesco Panza e Maria Lamoglia (italianos); ano de chegada: provavelmente1910

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      2. Aluisio: a mais antiga referência ao casal João e Emília é o batismo da filha Ana em maio de 1894. Não temos informação de origem. Quanto a Francesco Panza e Maria Lammoglia, sabemos que se casaram em Maratea em 1909 e em 1911 batizaram a filha Ana em Leopoldina.

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      3. Boa tarde, obrigado pelas informações. A respeito da filha Ana, de João e Emília, não tenho conhecimento. Obtive informações que vieram de Oliveira de Azeméis, norte de Portugal. Chegaram em 1890. Casaram aqui em Leopoldina. São pais de meu avô João de Mello Gouvea Filho e outros filhos. João de Mello Gouvea Filho casou-se com Anna Felícia Panza,(minha avó) mãe de meu pai, nascida em 1911 a qual você refere. Obtive junto com um primo a certidão de nascimento de Francesco Panza. Agora estou a procura de documentos de meu bisavô João para tentar a dupla cidadania. Abraço!

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  8. Boa tarde, estou em busca de documento de antepassado e vi que nas suas postagens aparece o sobrenome Pradal. Como faço para encontrar esses documentos?

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    1. Ola bom dia!
      Você teria algo sobre os Basílios de Rezende?
      Ou sobre os sobrenomes Timóteo Alves Moura?
      São meus bisavós que nunca tive contato com a familia do meu avô, Nem meu pai conhece eles. Estamos procurando qualquer infomracão. Caso tenha algo que possa me ajduar , ficarei imensamente agradecida!
      Alessandra Rezende

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  9. Boa tarde, Nilza! Parab´éns pelo trabalho.
    Estou montando a arvore de meus antepassados. No momento consegui localizar algumas informações do meu bisavô Jose Caetano Gonçalves no myheriage. Segundo esta fonte ele nasceu no distrito de Conceição da Boa Vista em 04/02/1833, e era casado com Maria Caetano Gonçalves (Cassang Beltrand Vallory). Foram proprietarios da fazenda Cachoeira. No momento estou tentando descobrir o assento de nascimento de meu avô Roque Caetano Gonçalves. De acordo com informações obtidas, ele era filho de José Caetano e de Maria Felicidade de Moura. No registro de casamento consta que nasceu em Leopoldina em 21/03/1882. Já pesquisei no livro da Paróquia de Leopoldina, mas não consegui localizar nada. Agradeço qualquer informação sobre os registros do meu bisavô e de meu avô. Muito obrigado.

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    1. Obrigada, Eliseu. Tenho notícia de que José Caetano Gonçalves era um dos 14 proprietários da fazenda Cachoeira das Limeiras em 1879, com 159 hectares. Provavelmente a propriedade se localizava no que mais tarde veio a constituir o distrito de Itapiruçu, depois transferido para o município de Palma. Quanto a ter nascido em Conceição da Boa Vista, creio ser uma hipótese porque o distrito só foi criado em 1851. Como eu não sei os nomes dos pais dele, não posso verificar se já viviam no território entre 1831 e 1843, quando foram feitas contagens populacionais no Feijão Cru. Atualmente, minha mais remota referência da família é de 1873, quando o filho Bertrand ali se casou. Não tenho os batismos dos filhos de José Caetano nem tampouco o de seu avô.

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      1. Dra. Nilza, muito obrigado pelo retorno.
        Localizei o Sr. Bertrand no registro de casamento de Conceição de Boa Vista no documento inserido em seu blog. Provavelmente meu avô Roque Caetano Gonçalves, nasceu também em Conceição da Boa Vista. Poderia por gentileza me informar onde encontro os registros de batismo ou registro civil das pessoas nascidas em Conceição da Boa Vista? Existe algum registro histórico da Fazenda Cachoeira das Limeiras citando o nome do meu bisavô José Caetano Gonçalves? A Doutora tem como localizar estes documentos ou indicar alguém que possa fazer o trabalho?

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      2. Eliseu: o processo de divisão da fazenda Cachoeira das Limeiras foi requerido por José Caetano Gonçalves e outros em 1879. É a fonte que conheço. Os registros de batismo podem ser consultados na Secretaria Paroquial da Igreja Menino Deus, matriz de Recreio. É possível pedir busca e emissão de certidões por telefone. Já o registro civil pode ser pedido ao Cartório de Recreio ou de Itapiruçu, distrito de Palma. Considerando que os cartórios de Registro Civil do município de Leopoldina foram instalados em fevereiro de 1889, os filhos de José Caetano não teriam tido registro civil de nascimento, só de casamento. Não conheço quem possa fazer o trabalho de seu interesse. Há mais de dois anos não vou a Minas nem tenho contato com pessoas de Recreio.

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      3. Dra. Nilza .ais uma vez muito obrigado pelo retorno. Onde posso localizar o registro dra divisão da fazenda Cachoeira, requerido por José Caetano Gonçalves?

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      4. Olá Nilza, parabéns pelo seu trabalho em pesquisar a história de Leopoldina!
        Assim como o Eliseu do comentário acima (caso leia essa mensagem favor entrar em contato comigo Eliseu), também pesquiso a fam´ília de José Caetano Gonçalves.

        Poderia por gentileza me enviar as informações que possui sobre esta família e a Fazenda Cachoeira das Limeiras? Desde já agradeço a atenção e desejo uma boa pesquisa a todos!

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      5. Olá, Rafael. Ainda não publiquei informações sobre a família porque faltam dados sobre a chegada em Conceição da Boa Vista. Embora familiares tenham informado que José Caetano Gonçalves nasceu em Conceição da Boa Vista, não encontramos referências nas fontes locais. O mais provável é que ele tenha chegado depois de casado e a esposa dele parece ser natural da região de Nova Friburgo.

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  10. Boa noite, Drª Nilza Cantoni

    Estou em busca do registro de casamento de Manoel Lopes da Rocha (filho de Joaquim Lopes da Rocha e Maria Izidora de Souza) com Maria Bernardina de Almeida (filha de Bernardino José Machado e Maria Rosa de Almeida).
    Eu estava lendo um projeto elaborado por você da Maria de Oliveira Pedrosa, onde identifiquei a citação de “Maria Bernardina, casada”. E no mesmo projeto cita Manoel Lopes da Rocha e o Irmão dele como genros de Bernardino José Machado (pai de Maria Bernardina).
    Conseguiria me ajudar a localizar o registro de casamento deles (Manoel Lopes da Rocha e Maria Bernardina)?

    Desde já agradeço.

    Atenciosamente,

    Felício.

    Link do projeto com a citação: http://www.projetocompartilhar.org/Familia/p02MariadeOliveiraPedrosa.htm

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  11. Boa tarde, Dra. Nilza Cantoni.

    Busco pelo registro de casamento de Joaquina Antônia de Almeida, nascida em Leopoldina, da família Almeida Ramos, filha de João Garcia de Mattos e Joaquina Maria de Jesus, com Manoel Martins Gomes, português, filho de Custodia Gomes e José Martins. Procuro também por seus respectivos registros de óbitos.
    Tenho interesse em descobrir de qual região de Portugal o Manoel Martins Gomes veio.

    Além disso, procuro o óbito de Pia Angela Maria Dugoni (também pode-se encontrar como Maria Pia Dugone) , italiana, de Módena, filha de Lorenzo Dugoni e Zeffirina Forti, casada em Angustura com Ramon Baquero Rodrigues, espanhol, de Ponte Vedra, era residente no que hoje é o município de Argirita, ela foi sepultada em São Domingos. Não consegui encontrar o registro em Argirita, nem em Tebas ou Santo Antônio do Aventureiro. O inventário dela é de 1954. Busco também o óbito do pai dela, Lorenzo Dugoni.

    Você pode me auxiliar com alguma informação?

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    1. Lara: Não tenho o sobrenome Dugoni no banco de dados. Quanto aos outros personagens, parece-me que viveram em território então pertencente ao distrito de Angustura.
      Joaquina Esméria de Santana, falecida em Angustura em 1852, foi a primeira esposa de João Garcia de Matos que continuava vivendo naquele distrito em 1866. Não tenho casamento de Joaquina. É provável que ela tenha se casado antes de 1840, quando começam os livros paroquiais de Angustura.
      O casamento de Joaquina Antonia de Almeida com João Evangelista Ribeiro foi realizado pelo padre de Angustura em 1867. O casamento de Manoel Gomes Martins com Ambrosina também foi realizado em Angustura em 1890. Portanto, o casamento de Joaquina com Manoel deve ter sido realizado em Angustura.

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  12. Olá, Dra. Nilza Cantoni, Muito obrigado pelo seu labor ao contribuir tanto para a História de Leopoldina.
    Estive pesquisando nos livros de matrimônio de Leopoldina e pela primeira vez encontrei algo sobre meu trisavô, muito obrigado; peço a senhora se puder me ajude com as informações contidas no livro de registro de casamento da igreja de nossa senhora da Boa Vista.
    Informações do livro:
    Manoel Borges Barcelos (filho)
    1 26v – 102, 29 nov 1865
    Manoel Borges Barcelos (neto)
    2 44v – 259, 15 ago 1888.
    Desde já agradeço.

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    1. Wesley: dos assentos anotei os nomes dos noivos, dos pais e locais de nascimento. Em ortografia atualizada, Manoel Borges Barcelos [filho} nasceu em Angra do Heroísmo, filho de outro do mesmo nome e de Maria do Carmo Faleiro. A noiva Arcanja Maria de Jesus, nascida em Paraíba do Sul, filha Antonio Alves Queiroz e de Maria José da Conceição. O neto, filho o casal anterior, nasceu em Leopoldina. A noiva do neto, Deolinda Soares de Souza, nasceu em Mendes, RJ, filha de Pedro Carlos de Souza e Lucia Soares.

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  13. Olá, Dra. Nilza Cantoni, primeiramente parabéns pelo trabalho! Sei como é difícil essa busca de informações dos nossos antepassados. E com a sua ajuda, a história vai sendo conservada e divulgada! Vi que você citou uma publicação, POLIS 30, do autor João Paulo Ferreira de Assis. Tento achar o contato dele, mas não consigo. Por acaso, por favor, você o tem? Estou tentando ter acesso à POLIS e é um trabalho antigo dele. Desde já agradeço, abraço.

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  14. Olá, Dra. Nilza Cantoni,

    Ficamos impressionados com o seu trabalho, com o nível de detalhes e dados genealógicos.
    Minha família tem origem em Leopoldina, Muriae, Miray, Ubá, Cantagalo e região, famílias Peres/Perez, Gomes da Silva, Teixeira, Garcia de Oliveira, Barros e Garcia de Mattos. Alguns ramos foram, depois, para Inhapim, Caratinga e região.
    Meu tio foi vice-presidente do Brasil, José Alencar Gomes da Silva, irmão de minha mãe.
    Gostaria de te contratá-la para fazer as pesquisas genealógicas da minha família materna e paterna.
    Como podemos fazer um contato mais específico?
    Fico no aguardo do seu retorno.
    Abraço cordial,
    Natália S.T.R. de Oliveira

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      1. Olá, Dra. Nilza,

        Fico feliz com o seu retorno! Seria possível, então, indicar alguma fonte de pesquisa da família Garcia de Oliveira na região?
        Caso tenha também algum genealogista que conheça bem o contexto dessa região da zona da mata, gostaria que me indicasse.
        Abraço,
        Natália

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      2. Natalia: Garcia e Oliveira são sobrenomes de famílias diferentes que migraram para a região. Por favor, informe qual personagem você procura e em que época viveu em Leopoldina para que eu possa fazer uma busca no banco de dados.

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  15. Bom dia Nilza
    Gostaria de saber se houve acréscimos ao seu texto: Estudo sintético sobre a Família Monteiro Lobo- publicado na década de 80

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      1. Nilza,

        Quem escreveu sobre os Monteiro Lobo e os Caetano foi minha prima Consuelo Machado de Carvalho.

        Ela reside em Januária e talvez disponha de exemplares para venda ou cessão gratuita para seus parentes, assim como eu recebi um exemplar da 2ª edição (anos 90).

        Sugira à Carmen Xavier que acesse Consuelo via Facebook.

        Abração.

        Edson.

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      2. Edson: eu tenho os livros da Consuelo e até repassei para ela informações sobre os ancestrais que pesquisei em fontes documentais. Mas não tenho o título do trabalho mencionado. Se a Carmen Ofelia Xavier informar de que forma se liga a Marcos Monteiro da Silva e Maria da Conceição Lobo, posso emitir um relatório com as informações que documentei.

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  16. Olá !
    Procuro pela família do meu avô que não conheço , no caso meus bisavós Joaquim Basílio de Rezende e Maria Timóteo Alves Moura.
    O filho dele no caso meu avô se chamava Francisco Basílio de Rezende e nasceu no ano de 30 de junho de 1922.
    Você poderia me ajudar?
    Atenciosamente
    Alessandra Rezende

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  17. Boa tarde Nilza!
    Procuro informações sobre os Nunes de Moraes de Angustura. Você tem algum estudo sobre eles? Gostaria de comprovar a filiação de José Antônio Nunes de Moraes. Ele foi casado com Francisca Placedina de Jesus.

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    1. Alessandra: O casal residia em Argirita, na época Bom Jesus do Rio Pardo, onde Francisca Placidina faleceu em 1858. Há descendentes que acreditam ser ele filho de Ignacio Nunes de Moraes, o que não se comprovou em minhas buscas. Pela época em que ele teve filhos, minha hipótese é que seria irmão de Ignacio. Nada sei sobre ter vivido em Angustura, na época distrito de Madre de Deus do Angu que foi distrito de Leopoldina de 1854 a 1884.

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  18. Olá, Nilza, boa tarde!
    Eu busco por documentos que atestem tanto a data de fundação da Igreja do Rosário em Leopoldina, quanto da antiga igreja de São Sebastião. Você poderia me ajudar nesta fase da pesquisa? Alguma sugestão? Obrigada desde já.

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    1. Olá Jeane: tais fontes documentais devem estar no Arquivo da Cúria Metropolitana do Rio de Janeiro, já que ambas foram criadas no período em que Leopoldina pertencia ao Bispado do Rio de Janeiro. Infelizmente, porém, eu nada consegui nas buscas realizadas na instituição.

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      1. Não, Jeane. Há mts lendas sobre a primeira capela mas até hoje não foi encontrada fonte sobre a sua criação. Por análise comparativa de outras fontes pode-se apenas estimar que surgiu entre 1834 e 1838. Quanto à Igreja do Rosário, não tenho fontes sequer para fazer uma estimativa.

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      2. Boa tarde, Nilza! Obrigada pelo retorno. Uma última questão: há um consenso quanto à data de fundação de ambas igrejas?

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