História ou romance? A renovação da biografia nas décadas de 1920 a 1940

 Artigo de Márcia de Almeida Gonçalves publicado na Revista  ArtCultura, Uberlândia, v. 13, n. 22, p. 119-135, jan.-jun. 2011

Resumo

No alvorecer do século XX, o debate sobre biografias ocupou autores e intelectuais europeus interessados em reconsiderar os diversos campos da produção letrada. Objetivamos nesse artigo situar esse debate entre autores ingleses, por meio da apresentação de algumas de suas indagações sobre a dimensão artística, na sua proximidade com a forma do romance, de biografias qualificadas como modernas. Se Lytton Strachey e sua “Rainha Vitória” (1921) vieram a se tornar referências, isso assim ocorreu no contexto de questionamentos realizados por Harold Nicolson e por Virgínia Woolf, nas décadas de 1920 e 1930. Ao caracterizarmos as indagações de Nicolson e Woolf, pretendemos analisar o valor seminal das mesmas em apropriações que afetaram autores franceses – destaque para Andre Maurois e seu Aspectos da biografia (1928) – e também letrados e críticos brasileiros – como Edgard Cavalheiro e seu texto Biografias e biógrafos (1943).

7988 (objeto application/pdf).

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