Italianos no distrito de Providência – final

O leitor interessado nos italianos do distrito de Providência listou alguns nomes que não constam de nossos arquivos. Talvez por serem variações de grafia. Como ele não incluiu o e-mail no comentário, concluímos nossa resposta aqui pelo blog, citando alguns personagens que podem corresponder às últimas famílias consultadas por ele.
  • Brandi – Assim como Brand e Brando, é uma variação da palavra germância branda que significa espada ou gládio. O sobrenome tem o sentido de guerreiro. Em Leopoldina encontramos, além dos descendentes de Braz Brando que viveu na Colônia Agrícola da Constança, referência a Vincenzo Brandi que foi sepultado na sede municipal em 1917.
  • Breschiliaro, Antonieta  – nasceu em 1897 em Providência, filha de Pietro Breschiliano e Luigia Zanetti.
  • Bruni, Albina  – era casada com Giacomo Minelli, família contratada para Providência mas que se espalhou pelo município, com forte incidência em Ribeiro Junqueira. Alvina faleceu na sede municipal em 1916.
  • Bugghaletti, Rigo  – nasceu em 1897 em Providência.
  • Guidotti – Pietro Guidotti com a esposa Vida Matuzzi e três filhos foram para fazenda de São Martinho em 1897. Nomes dos filhos: Alfredo, Silvio, Emilio. Em Providência nasceram Vicente (1899) e Silvio (1902).
  • Lovisetti, Maria Marcolina  casou-se em 1901, no distrito de Ribeiro Junqueira, com Domenico Claudio Finotti. Migraram para Carangola, MG.
  • Scarelli, Adolfo – nasceu em 1898 no distrito de Providência, filho de Francesco Scarelli e Teresa Federici.
  • Vavassovi – Alessando Vavassovi e a esposa Angela Marchetti viviam no distrito de Providência em 1897, quando nasceu um filho do casal falecido no mesmo ano. Este filho aparece em fontes documentais como Giuseppe Vavassovi e também como Joseph Brasile Vavassovi.
  • Zini – Antonio Zini passou ao Brasil em 1877, instalando-se na Colônia Grão Pará, atual município de Orleans, Santa Catarina. Em 1895 já estava em Leopoldina, tendo falecido no distrito de Piacatuba em 1902. Seus filhos constituiram família na cidade: Luigi casou-se com Rosa Farinazzo e Giuseppe casou-se com Orsola Cagliari. Alguns descendentes migraram para a região de Governador Valadares.

12 opiniões sobre “Italianos no distrito de Providência – final”

  1. Olá Cantoni. Eu acessei o site do Arquivo Nacional, mas a lista do Cachar deles é de 1890. Meus ancestrais vieram no Cachar que chegou em novembro de 1888 pelo porto de Santos. Sabe onde tem essa lista??

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  2. Olá, você poderia me passar a lista do navio Cachar de 1888? Meus ancestrais vieram nele. Nome: Pasquale Bandiera. Consta que o destino era Leopoldina.

    Agradeço um retorno

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  3. Olá!!

    Procuramos informações sobre os Brandi, Luigi Brandi que desembarcou do Cheribon por volta de 1888.
    Sabem algo que possa nos ajudar??

    Muitissimo gratos

    🙂

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    1. Olá Marcelle: pesquiso apenas as antigas famílias de Leopoldina, MG. Entre elas, não tenho o nome de seu interesse. Se ele viveu em Leopoldina, por favor, informe a época e nome de parentes para que eu possa fazer nova busca.

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  4. MEU BISAVÔ VEIO DA ITÁLIA ,MONASTIS, DESEMBARCOU NO VAPOR ROSÁRIO EM 1897 COM 53 ANOS ACOMPANHADO DE SUA ESPOSA VIRGINIA E SEUS FILHOS : Maria, Nicolé ,Ângela, EfesioQueria saber mais sobre a história deles, ou qualquer coisa sobre a época que estiveram na cidade. Obrigado.

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  5. Olá. Meu tataravô veio de Sardenha pra cá em 1897, na embarcação de nome Rosario. De acordo com o livro do arquivo público mineiro eles seguiram para Leopoldina. Os nomes eram Priamo Serra (chefe), Elena Serra (esposa), Luigi Serra, Bernardo Serra, Antonio Serra e Angela Serra.
    Queria saber mais sobre a história deles, ou qualquer coisa sobre a época que estiveram na cidade. Obrigado.

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    1. Prezada Lillian: a família Serra não apareceu nas fontes de Leopoldina que consultamos. Considerando que foram para a estação Campestre, hoje povoado São Martinho, distrito de Providência, foi feita uma busca no cartório de lá mas nada foi encontrado.
      Por coincidência, o mesmo aconteceu com as demais famílias que constam da mesma página do livro da Hospedaria Horta Barbosa como tendo ido para Leopoldina. De apenas uma delas tivemos notícia: entre 1897 e 1900 viveu no município de Miraí.

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  6. Olá: De fato encontramos os nomes na lista de passageiros do vapor Cachar, com a indicação de terem saído da Hospedaria para uma estação do município de Leopoldina. Entretanto, não encontramos nenhuma referência aos 3 passageiros na cidade, o que pode indicar que tenham vivido em algum distrito que não mais pertence a Leopoldina. Ou, podem ter desembarcado no município e seguido para outra localidade.

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  7. Por favor sou bisneto de italianos, meu bisavo chegou no brasil em 1888 no vapor cachar, e foi para leolpodina, seu nome LUIGI ZIN, juntamente com seu irmão seu irmão EUGENIO ZIN e sua esposa VITORIA ZIN, alguem tem alguma noticia que possa me ajudar? obrigado

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