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Descendentes de Federico Carraro

1-Federico Carraro, filho de Andrea Carraro e Antonia Masuolo, nasceu cerca de 1861 em Mirano, Venezia, Veneto, Italia.

  • Chegou ao Brasil pelo Vapor Washington em Out 1888.
  • Saiu da Hospedaria Horta Barbosa com destino a Leopoldina a 5 Nov 1888.

Federico casou com Rosa Giovanna Calzavara, filha de Gregorio Calzavara e Antonia Benfatto,  a 27 Set 1888 em Pianiga, Venezia. Rosa nasceu cerca de 1867 em Pianiga. Eles tiveram dez filhos: Raimundo Brizol, José Luiz, Maria, Virginia Rosa, Jacobina, Maximino, Amalia, Maria, Ricardo e Sebastião Vitório.

1.1-Raimundo Brizol Carraro nasceu a 27 Jan 1890 em Leopoldina, MG.

Foi baptizado a 23 Mar 1890 em Leopoldina, MG.


1.2-José Luiz Carraro nasceu a 14 Set 1891 em Leopoldina, MG, e faleceu a 13 Mar 1917 em Leopoldina, MG com 25 anos de idade.

Padrinhos de batismo: Luigi Cagliari e Maria Zampieri. Foi baptizado a 3 Out 1891 em Leopoldina, MG.


1.3-Maria Carraro nasceu a 19 Mar 1893 em Leopoldina, MG.

Padrinhos de batismo: Zampier José e Avutão Virginia. Foi baptizada a 20 Abr 1893 em Leopoldina, MG.


1.4-Virginia Rosa Carraro nasceu cerca de 1894.

Virginia casou com Alfredo Bartoli, filho de Pasquale Bartoli e Adele Gismondi,  a 22 Nov 1913 em Leopoldina, MG. Alfredo nasceu a 11 Mar 1891 em Chiaravalle, Ancona, Marche, Italia. Eles tiveram quatro filhos: Antonio, Rosa, Avelina e José.

1.4.1-Antonio Bartoli nasceu a 24 Jun 1915 em Leopoldina, MG.

Foi baptizado a 22 Ago 1915 em Leopoldina, MG.

1.4.2-Rosa Bartoli nasceu a 29 Jan 1917 em Leopoldina, MG.

Padrinhos de batismo: Belizario Carrara e Joanina Carrara. Foi baptizada a 14 Abr 1917 em Leopoldina, MG.

1.4.3-Avelina Bartoli nasceu a 2 Abr 1919 em Leopoldina, MG.

Padrinhos de batismo: Santo Lorenzeto e Ercilia Carrara. Foi baptizada a 31 Mai 1919 em Leopoldina, MG.

1.4.4-José Bartoli nasceu a 14 Mar 1920 em Leopoldina, MG.

Foi baptizado a 21 Abr 1921 em Leopoldina, MG.


1.5-Jacobina Carraro nasceu a 19 Mar 1897 em Leopoldina, MG.

Padrinhos de batismo: Emilio Marrano e Jacobina Fazolata. Foi baptizada a 20 Abr 1897 em Leopoldina, MG.


1.6-Maximino Carraro nasceu a 8 Out 1898 em Leopoldina, MG.

Foi baptizado a 29 Dez 1898 em Leopoldina, MG.


1.7-Amalia Carraro nasceu entre 14 Abr 1902 e 1903 em Piacatuba, Leopoldina, MG. Outro nome para Amalia é Amelia Carraro.

Padrinhos de batismo: José e Amália Cassavara. Foi baptizada a 3 Mai 1903 em Piacatuba, Leopoldina, MG.

Amalia casou com José Giuliani, filho de Candido Giuliani e Maria Casella,  a 14 Mai 1921 em Leopoldina, MG. José nasceu a 8 Out 1896 em Leopoldina, MG.

Ele foi baptizado a 28 Nov 1896 em Leopoldina, MG.


1.8-Maria Carraro nasceu a 13 Jul 1905 em Leopoldina, MG; Fazenda Paraíso.

Foi baptizada a 15 Ago 1905 em Leopoldina, MG; Fazenda Paraíso.


1.9-Ricardo Carraro nasceu a 21 Mai 1907 em Leopoldina, MG.

Padrinhos de batismo: Octaviano Marinati e Ana Scantamboule. Foi baptizado a 23 Jun 1907 em Leopoldina, MG.


1.10-Sebastião Vitório Carraro nasceu a 20 Jan 1909 em Leopoldina, MG.

Padrinhos de batismo: Victorio Brunazzo e Maria Toscana. Foi baptizado a 14 Mar 1909 em Leopoldina, MG.

 

 

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Família Marinato II

O segundo grupo de sobrenome Marinato, que chegou pelo vapor Washington no dia 30 de outubro de 1888, era chefiado por Giordano Marco Marinato. A família recebeu o número 153 na lista da Hospedaria Horta Barbosa, de onde saiu no dia 4 de novembro com destino a Leopoldina.

Giordano era neto paterno de Lorenzo Marinato e de Pasqua Marchiro, cujos sobrenomes aparecem desde o período napoleônico na região que outrora fizera parte do Graticolato Romano, ou seja, uma extensa área plana dividida pelos romanos em quadrados com 710 metros de lado, destinados à agricultura. Conforme temos comentado em todos os posts sobre os passageiros do vapor Washington, muitos deles viviam na divisa entre as províncias de Venezia e Padova. Sendo assim, os comuni de Mirano, Pianiga, Dolo e Vigonza são as principais referências para pesquisar o grupo. E como ser verá no relatório genealógico a seguir, os sobrenomes daqueles passageiros se misturaram ao chegarem a Leopoldina e alguns já vinham com ancestrais aparentados.

Embora nem todos tenham vivido na Colônia Agrícola da Constança, os vínculos familiares fizeram com que a maioria a frequentasse, ainda que esporadicamente. Uma das pessoas que nos procuraram interessadas em conhecer a história dos Marinatos fez um relato característico. Disse que seus avós levavam filhos e netos para a festa de Santo Antônio de Pádua, na Capela da Colônia, onde foram iniciados alguns namoros.

 

 

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Família Marinato I

O vapor Washington, na viagem que chegou ao Rio dia 30 de outubro de 1888, trouxe dois grupos de sobrenome Marinato. Há indicações de que ambos procediam do casal Lorenzo Marinato e Pasqua Marchiro, que viveu em Pianiga, província de Venezia. Entretanto, ainda não encontramos o vínculo de Giovanni Marinato com o casal Pasqua e Lorenzo.

O primeiro grupo, número 152, era composto por Pasqua Bernardi viúva, e seus filhos Otaviano e Lugia. Pasqua fora casada com Giovanni Marinato, com quem teve uma outra filha: Catterina Felicità, que se casou em Pianiga, em 1878, com Giacinto Giuseppe Marcatto. Este casal também veio para Leopoldina mas chegou ao Brasil apenas em 1896. Antes da viagem, receberam um crédito transferido por Otaviano Marinato, que então trabalhava na Fazenda Paraíso.

Pasqua, Otaviano e Luigia saíram da hospedaria no dia 4 de novembro com destino a Leopoldina, onde Otaviano e Luigia se casaram no dia 4 de maio de 1890. Ele se casou com Giudetta Scantamburlo que também chegou pelo vapor Washington. Conforme mencionado no texto sobre a Família Calzavara, publicado em 10 de abril, Giudetta foi listada na hospedaria com o nome de Regina e com saída em 4 de janeiro para Juiz de Fora.

Luigia Marinato se casou com Giuseppe Modesto Meneghetti, filho de Giulio Meneghetti e Giudetta Costa. Não sabemos quando a família do noivo chegou ao Brasil. No vapor Washington viajou uma família Meneghetti mas não conseguimos estabelecer vínculos entre eles.

Através da colaboração de descendentes, soubemos que Giuseppe e Luigia viveram numa colônia em Leopoldina, migraram para o interior de São Paulo e depois se radicaram no Paraná. Mas como a migração teria ocorrido antes de 1910, eles não podem ter vivido na Colônia Agrícola da Constança que ainda não tinha sido criada.

Embora não tenhamos encontrado os vínculos diretos, sabemos que as pessoas aqui mencionadas viviam na mesma região de outros passageiros do Washington já citados nesta revisão: entre Dolo e Pianiga, província de Venezia, e Vigonza, província de Padova. Esta conclusão foi possível pela análise de registros de casamentos, nascimentos e óbitos disponíveis no site Family Search, bem como no Portal Antenati, que reúne documentação de diversos arquivos públicos italianos.

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