Arquivo da tag: Saggioro

Sobrenome de família imigrante que viveu em Leopoldina.

Leopoldinenses nascidos em novembro de 1917

1 de novembro

Carlos Panza, filho de Francesco Panza e Maria Lammoglia

10 de novembro

Itamar, filho de Ezaú de Lacerda Leal e Maria José de Almeida

13 de novembro

Natalina Lorenzetto, filha de Emilio Lorenzetto e Angela Saggioro

17 de novembro

Palmira dos Santos Carraro, filha de Sante Carraro e Erondina Angélica da Conceição

20 de novembro

Maria de Lurdes, filha de Ismael Bento da Rocha e Ana Vargas Corrêa

25 de novembro

Maria Natalina Sangirolami, filha de Giovanni Sangirolami e Giustina Borella

28 de novembro

Maria, filha de Joaquim Vieira Ramos e Olinta Schettino de Souza

 

 

 

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Família Ceoldo

Embora o sobrenome Ceoldo não apareça entre os proprietários de lotes da Colônia Agrícola da Constança, membros da família ali viveram em função de vínculos com os colonos. E são aqui rememorados porque o núcleo inicial também passou ao Brasil pelo vapor Washington, na viagem que os trouxe para o Rio, onde chegaram no dia 30 de outubro de 1888. Os passageiros foram encaminhados para a Hospedaria Horta Barbosa, onde foram registrados no dia seguinte.

O grupo de número 121 era composto por Camillo Ceoldo, sua esposa Maria e oito filhos. Deixaram a Hospedaria no dia 4 de novembro, com destino a Leopoldina. Ao estudarmos a trajetória deles, encontramos algumas inconsistências nas informações registradas na hospedaria, bem como nos registros encontrados em Leopoldina. Após consultas ao Archivio di Stato de Padova, pudemos confrontar as diversas informações e estabelecer, com mais segurança, a composição da família. Ainda assim, não consideramos como definitiva a atualização abaixo, que se publica em complemento ao primeiro estudo datado de janeiro de 2001.

Conforme se verifica no relatório acima, em Leopoldina os Ceoldo se vincularam a diversos outros sobrenomes de origem italiana como Estopazzale, Righetto, Farinazzo, Saggioro, Marcatto, Marinato, Meneghetti, Formenton, Sangalli, Sangirolami, Carraro, Stefani, Fofano, Gallito e Baldan.

Este último, além de ser o sobrenome da esposa de Camillo Ceoldo, era também de uma passageira do Washington listada como viajante individual, de nome Catterina Baldan que ali foi indicada como solteira, com 24 anos, e que saiu da Hospedaria no dia 4 de novembro para se estabelecer no próprio município de Juiz de Fora. Mas parece tratar-se da irmã de outra Maria Baldan que era casada com Pasquale Righetto, família que também viajou pelo Washington. Catterina casou-se em Leopoldina, aos 13 de julho de 1889, com Giuseppe Carrara (ou Carraro).

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Agosto de 1915 em Leopoldina

Nascimentos

2 ago 1915

João, filho de Antonio Venâncio de Almeida Júnior e de Georgina Silveria de Almeida

3 ago 1915

Marcos, filho de Flavio dos Santos Lisboa e de Antonia Laudelina de Paula

9 ago 1915

Wilton, filho de Abdon Saraiva Carvalho e de Filomena Gonçalves

10 ago 1915

Maria Madalena Lorenzetto, filha de Emilio Lorenzetto e de Angela Saggioro

16 ago 1915

Francisco, filho de Moisés dos Reis Coutinho e de Adelaide Ferreira Brito

17 ago 1915

Rosa dos Santos Carraro, filha de Sante Carraro e de Erondina Angélica da Conceição

24 ago 1915

Maria Zenobi, filha de Enrico Zenobi e de Luigia Lorenzetto

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Nascidos em junho de 1915

8 jun 1915

  • José filho de Francisco José Botelho Falcão e de Ana Maria de Oliveira Ramos
  • Ubirajara filho de Frederico Cintra Rodrigues da Costa e de Maria Eliza Gomes
  • América Machado de Andrade filha de Américo José Machado e de Altina de Andrade Neto

10 jun 1915

  • José filho de Antonio Pereira da Silva e de Matilde Porcina do Patrocínio

13 jun 1915

  • Filomena filha de Américo de Castro Lacerda e de Nair da Gama

15 jun 1915

  • Anibal filho de Olímpio Augusto de Lacerda e de Rita Ferreira Brito

16 jun 1915

  • Preciliana filha de José Augusto Tavares Pinheiro e de Rita Batista Monteiro

24 jun 1915

  • Antonio Bartoli filho de Alfredo Bartoli e de Virginia Rosa Carraro

25 jun 1915

  • Francisco filho de Izolino de Macedo Freire e de Maria Cipriana de Carvalho
  • Amelia Maria Saggioro filha de Antonio Saggioro e de Octavia Lorenzetto

 

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Há 100 anos

Leopoldinenses nascidos em dezembro de 1914

Lindolfo 2-dez filho de Lindolfo Augusto T Pinheiro e de Guiomar de Lacerda
Nair 4-dez filha de Secundino Antonio d Oliveira e de Josefina Martins dos Santos
Rosa Farinazzo 6-dez filha de Giacomo Farinazzo e de Elisabetta Saggioro
Eunice 10-dez filha de José de Sales Nogueira e de Júlia de Vargas Ferreira Brito
Francisco 11-dez filho de Francisco de Souza Lima e de Ana Ferreira de Almeida
Paulo 13-dez filho de Nestor Capdeville e de Luiza Erminia Botelho
José 18-dez filho de Luiz Henrique Delfim e Silva e de Marfisa Nogueira
Omar 25-dez filho de Francisco Elizio Bento da Rocha e de Laura Ferreira de Andrade
Alice 26-dez filha de Virgilio de Souza Nogueira e de Suzana Narcisa de Jesus
Olga 26-dez filha de Joaquim Soares da Silva e de Natalina Monteiro Lobo
Estefania 27-dez filha de Pedro José de Moraes e de Joana Maria de Jesus
Cornélia Almeida 30-dez filha de Cornélio Antonio de Almeida e de Etelvina Caetano de Oliveira
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Centenário de Nascimento de leopoldinenses

Há 100 anos nasceram em Leopoldina:

5 ago 1913 Débora Guersoni  filha de Augusto Guersoni e de Altiva G. de Oliveira

9 ago 1913 José Lorenzetto filho de Emilio Lorenzetto e de Angela Saggioro

24 ago 1913 Odilon Domingues filho de Rafael Domingues e de Idalina Narcisa Gomes

31 ago 1913 Ema Sangirolami filha de Giovanni Sangirolami e de Giustina Borella

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Migrações internas: A família Farinazzo

Localizar a chegada de imigrantes não é tarefa simples. Mesmo com informações bastante precisas, nem sempre é possível encontrar a entrada da embarcação no Rio de Janeiro, nem tampouco o registro nas hospedarias. Uma das dificuldades é a data de chegada que, mesmo sendo extraída do carimbo aposto no passaporte do imigrante, não corresponde aos respectivos registros.
Um exemplo desta situação ocorreu com a família Farinazzo. Segundo o mencionado carimbo, teriam sido registrados na Hospedaria da Ilha das Flores no dia 19 de janeiro de 1887. Isto significaria que desembarcaram no Porto do Rio naquele dia ou na véspera, e dali teriam sido transferidos em embarcação menor para a hospedaria, onde ficariam aguardando definição do destino final. Entretanto, observamos que naqueles dias o movimento apresentou características variáveis.
Num dos casos, 459 imigrantes italianos chegaram pelo vapor Adria, no dia 13 de janeiro de 1887, ao Lazareto da Ilha Grande. No dia 16 foram transferidos, pelo paquete Rio Apa para o Porto do Rio. A listagem de passageiros do Rio Apa informa que aportou no Rio no dia 25 de janeiro, transportando imigrantes chegados da Europa em diversos vapores. Observamos que contém 53 nomes destinados à província de Minas Gerais. Donde perguntamos: o paquete era realmente pequeno e não transportou todos os passageiros do Adria? Ou a listagem é apenas dos chegados em outras embarcações? Ou o Adria deixou na Ilha Grande somente os passageiros destinados a Minas e seguiu com os demais para outro porto ao sul do país?
Perguntas até o momento sem as respostas que poderiam esclarecer o motivo pelo qual não encontramos o vapor San George aportando no Rio aos 19 de janeiro de 1887, conforme indica o carimbo aposto no passaporte da família de Luigi Giuseppe Farinazzo. É possível que a embarcação tenha sido uma das que deixou passageiros no Lazareto da Ilha Grande e seguiu viagem com os imigrantes que se estabeleceriam na Colônia Imperial do Grão Pará, atual município de Orleans, SC. Isto ocorreu com diversos imigrantes que mais tarde se estabeleceram em Leopoldina.
A hipótese dos Farinazzo terem tido a primeira residência brasileira em Santa Catarina baseia-se em informações sobre outros grupos que lá estiveram. A primeira delas refere-se a Angela Rinaldi, procedente de Casale di Scodosia, Montagnana, província de Padova, no Veneto. Em 15 de junho de 1889, casou-se em Tubarão, SC, com Giuseppe Lorenzetto, procedente do mesmo comune. Um ano depois o casal estava em Leopoldina. Da mesma forma, a família Pedroni passou ao Brasil em 1877, estabelecendo-se na Colônia Grão Pará em 1883 e em novembro de 1890 havia se transferido para Leopoldina.
Em 1885 foi a vez de chegar àquela colônia catarinense a família de Fortunato Bonini que também estava em Leopoldina em 1890. Observando as relações de compadrio nos assentos paroquiais de Leopoldina, temos os Bonini ampliando a relação de imigrantes que fizeram o mesmo trajeto. Acrescente-se os casamentos realizados dentro deste grupo e os Farinazzo são inseridos nesta hipótese.
Segundo Jucely Lottin, autor do livro Colônia Imperial de Grão-Pará, com quem trocamos correspondências no decorrer de nossas buscas, o modelo daquela organização deixa entrever um planejamento cuidadoso e uma visão de futuro que faltou a outras colônias brasileiras. Localizada às margens de uma estrada de ferro que ligaria minas de carvão ao porto, a Grão Pará forneceria seus produtos agrícolas para consumo dos trabalhadores das minas, garantindo renda aos imigrantes que seriam recrutados em seus países sem quaisquer despesas de transporte.
Acompanhados durante toda a viagem, ao chegarem ao lote colonial escolhido esses imigrantes encontravam um rancho que lhes permitia começar a nova vida. Além disso, “havia um barracão para abrigo coletivo, parte dos lotes já desmatados, alguns possuíam culturas básicas plantadas” e ainda recebiam assistência médica, sementes para o plantio e algum dinheiro para as necessidades urgentes. E, assim como o sistema de financiamento dos lotes da Colônia Agrícola da Constança, de Leopoldina, os gastos antecipados e adiantamentos fornecidos seriam compensados com a produção.
Mas veio o 15 de novembro de 1889 e foi desfeita a Empresa Colonizadora dos Príncipes Imperiais, sendo substituída pela Empresa Colonizadora do Brasil que “suspendeu aquele certo paternalismo implantado no regime monárquico e substituiu o comando sem manter boa parte de seus compromissos”, arremata Lottin. E nós concluímos: seria muito penoso viver numa colônia em formação, longe de um centro urbano já estabelecido, sem contar com o que o autor chamou de paternalismo. Voltando nossos olhos para a Colônia Agrícola da Constança, reconhecemos aí uma de suas vantagens: a poucos quilômetros da estação ferroviária e a meio caminho entre o distrito de Tebas e a cidade de Leopoldina, a Constança oferecia condições satisfatórias para os imigrantes.
Um outro fato levantado por Jucely Lottin foi determinante para a saída de alguns imigrantes. Segundo Relatório daquela Colônia, no ano de 1888 os índios mataram um velho italiano de sobrenome Baschiroto e alguns meses depois foi a vez de um Meneghetti, também desarmado, ser assassinado. Com isto, diz o relatório, 40 famílias italianas fugiram do local.
Mas a Colônia Agrícola da Constança ainda não tinha sido formada. Os imigrantes abandonaram seus lotes em Santa Catarina e, em Leopoldina, tinham a opção de contrato com um fazendeiro ou se instalarem na Colônia Municipal Santo Antônio, cuja história ainda não está bem esclarecida.
Mesmo não contando com informações detalhadas sobre o novo destino desses colonos, acreditamos que a decisão de vir para Leopoldina pode ter sido tomada a partir de referências obtidas com outros companheiros de jornada ou através de orientação obtida nos postos de acolhimento de imigrantes em Santos e no Rio de Janeiro, locais onde fizeram escala.
Seja qual for o pretexto ou o motivo da mudança, a verdade é que logo depois do fim do regime monárquico algumas famílias italianas inteiras, ou apenas descendentes delas, empreenderam uma longa viagem para Leopoldina. São os familiares dos Albertoni, Bonini, Crema, Farinazzo, Lorenzetto, Montagna, Pavanello, Pedroni, Precisvale, Rinaldi, Volpato e Zini.
Luigi Giuseppe Farinazzo nasceu por volta de 1838 em Casale di Scodosia. Em dezembro de 1886 obteve passaporte em Montagnana, para viajar ao Brasil com a família. Em abril de 1897 era funcionário da fazenda Paraíso, em Leopoldina, onde dedicava-se ao cultivo do café, conforme se vê no livro caixa daquela propriedade.
Era casado com Giovanna Giacomelle, cujo sobrenome aparece em família imigrada em 1888 e estabelecida em Mar de Espanha. Giovanna faleceu em Leopoldina no dia 21 de fevereiro de 1918.
Luigi e Giovanna tiveram, pelo menos, 4 filhos: Giuseppe, Giovanni, Maria e Giacomo. O mais velho nasceu aos 7 de maio de 1869 em Casale di Scodosia e em Leopoldina casou-se com Stella Lorenzetto, no dia 27 de setembro de 1894. Giovanni Farinazzo, nascido a 27 de setembro de 1872 em Casale di Scodosia, casou-se em Leopoldina, aos 6 de janeiro de 1893, com Teresa Pedroni. A terceira filha, Maria, casou-se aos 3 de fevereiro de 1894, em Leopoldina, com Emilio Carraro. Finalmente, Giacomo Farinazzo, nascido em 1878, casou-se em Leopoldina com Elisabetta Saggioro, no dia 10 de setembro de 1904.
Os primeiros tempos em Leopoldina foram passados na fazenda Paraíso. Mais tarde, quando se organizou a Colônia Agrícola da Constança, alguns filhos de Luigi Farinazzo lá se estabeleceram. Embora nenhum deles tenha conseguido comprar um lote no primeiro momento, viveram como agregados nas propriedades de seus compatriotas. Um deles, Giuseppe Farinazzo, participou ativamente do movimento que arrecadou fundos para comprar um pedaço de terra e nele edificar a Capela de Santo Antônio de Pádua.
Giuseppe Farinazzo e Stella Lorenzetto deixaram numerosa descendência em Leopoldina, através de seus filhos: Carolina casada com Giuseppino Cucco, Natal casado com Sebastiana Regina Pengo, Antonio casado com Porcina Antonio de Oliveira e Santina casada com Pedro Emilio Campana. Além destes, o casal teve também os filhos Luiz José, Maria Magdalena, Jacinto, Angela e Ana Teresa.
Giovanni Farinazzo e Teresa Pedroni tiveram 10 filhos nascidos em Leopoldina entre 1894 e 1915. Mas apenas da mais velha, Josefa Farinazzo, encontramos descendentes de seu casamento com João Marinato. Quanto aos demais, informações orais dão conta de que, não tendo conseguido um pedaço de terra em Leopoldina, migraram para o estado do Rio.
Situação semelhante ocorreu com alguns filhos de Maria Farinazzo e Emilio Carraro. Dos 10 filhos nascidos em Leopoldina entre 1895 e 1913, encontramos descendentes apenas de Antonio Carraro casado com Ana Cunegundes Gonçalves, de José Carraro casado com Rosalina Olivia Fofano e de Joana Carraro casada com Miguel Arcanjo Ceoldo. Entretanto, é possível que os filhos de Maria não tenham saído da região, conforme indicam alguns parentes.
O filho mais novo de Luigi Giuseppe Farinazzo e Giovanna Giacomelle foi Giacomo Farinazzo. De seu casamento com Elisagetta Saggioro localizamos 4 filhos nascidos em Leopoldina entre 1905 e 1914. A mais velha, Joana Maria, nascida na fazenda Paraíso em 1905, casou-se com Sante Lorenzetto em 1922. Vitorio Emanuel Farinazzo, nascido no dia 16 de setembro de 1907, parece ter se transferido para o norte do estado do Rio. O mesmo teria ocorrido com Pedro Farinazzo, nascido aos 19 de maio de 1910. Não temos notícias da mais nova, Rosa, nascida em Leopoldina dia 6 de dezembro de 1914.
Agradecemos a colaboração de Annaroza Farinazzo, de Padova, bem como dos descendentes brasileiros Giarlane Farinazzo, José Raymundo Sobrinho, Larissa Farinazzo, Luiz Farinazio Lacerda, Marco Aurelio Assis Davis, Maria da Conceição Pedroni e Marilia Aparecida de Souza Campana.
 
FONTES:
 
Alistamento Eleitoral em Tebas, 1904, fls 18.
Archivio storico del Distretto Militare di Padova, Leva Militare delle province di Padova e Rovigo 1846 – 1902.
Arquivo Nacional, Manifesto do vapor Sud America, 1877, passageiros números 221 a 224.
Assentos Paroquiais de Leopoldina:
Livro 2 cas fls 100 reg. 113, fls 102-v nr 128, fls 111v reg. 187;
Livro 3 cas fls 28 nr 56;
Livro 5 cas fls 399 termo 6.
Livro 6 cas termo 10 fls 27v, termo 58 fls 45, termo 65 fls 46v, termo 82 fls 97v;
Livro 7 cas fls 30 termo 41.
Livro 4 bat fls 35, fls 224 termo;
Livro 5 bat fls 40 reg. 85,
Livro 6 bat fls 110-verso nr. 120.
Livro 7 bat bat fls 57 nr. 1318.
Livro 8 bat fls 7v termo 69, fls 67, fls 81 nr 329,.
Livro 9 bat fls 45 e 48 termo 381, fls 85 nr. 264, fls 91termo 333, fls 100termo 15;
Livro 10 bat fls 55 nr. 238, fls 74-v nr 323, fls 86 nr. 114, fls 96 nr 216:
Livro 11 bat fls 13 nr 383, 11 bat fls 25-v nr 75, fls 45 nr 262, fls 86v termo 329;
Livro 12 bat fls 12 nr. 208, 25-v nr 335, fls 26-v nr 4, fls 88-v nr 265;
Livro 13 bat bat fls 61-v nr 412, fls 45v termo 250, fls 45-v termo 251;
Livro 14 bat fls 75 nr 272;
Livro 15 bat fls 2v termo 18, fls 15-v nr 148, fls 57-v nr 26;
Livro 16 bat fls 4-v nr 498, fls 72v termo 91;
Livro 17 bat fls 13 nr 509, fls 26. termo 127;
Livro bat 1896-97, fls 125v termo 230, fls 147, termo 404, fls 154v, termo 462.
 
Carteira de Identidade, RG 04480674-3, emitida em 30.04.1984, IFP.
Cartório de Registro Civil de Barra Mansa, RJ, Livro B-083 de Casamentos, fls 87, termo 6427.
Cartório de Registro Civil de Leopoldina, MG
Livro 10 cas fls 26 termo 12, fls 89 termo 61;
Livro 11-B cas fls 3 e v, termo 2784, fls 220-221, termo 88;
Livro 3 cas fls 168 termo 13;
Livro 31-A de Nascimentos, fls 64, termo 3741;
Livro 5 cas fls 79-v termo 42;
Livro 6 cas fls 82 termo 5, fls 84 termo 7, Livro 6-C fls 78-v termo 6290;
Livro 7 cas fls 71 e v termo 8;
Livro 8 cas fls 159 termo 40;
Livro 9 cas fls 40-v termo 53.
Cemitério Nossa Senhora do Carmo, Leopoldina, MG, Livro 2 fls 14 sep. 346 3º plano, fls 57 nr 287, fls 79 nr 114, fls 83 sep. Paraíso.
Certificato di Famiglia, Carraro, Emitido em Pianiga, 22.07.2000.
Emigrazione Veneta, http://www.emigrazioneveneta.com/secondo.php acesso 23out08.
Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias
Microfilme 1.285.227 Leopoldina, item 2 bat fls 70 reg. 487, fls 78verso reg. 16, fls 78verso reg. 17.
Microfilme 1.285.228 Leopoldina, item 4 fls 122 reg. 7, fls 176 reg. 7, fls 311 nr 88 e fls. 313 nr 92, 347 nr 68.
Livros da Hospedaria Horta Barbosa (Arquivo Público Mineiro), SA-910 fls 98 e SA 920 fls 62.
Passaporte Italiano, Farinazzo, 06.11.1886.
Registros de Estrangeiros de 1942.
 
LOTTIN, Jucely. Colônia Imperial de Grão-Pará 120 anos. Grão-Pará, SC: Elbert, 2002
RODRIGUES, José Luiz Machado e CANTONI, Nilza. Nossas Ruas, Nossa Gente. Rio de Janeiro: Fábrica de Livros, 2004.
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Famílias Não Citadas na Constança

Por que vocês não citaram “fulano de tal” que viveu na Colônia Agrícola da Constança?

Esta é outra questão recorrente. No início de nossas buscas, recebemos várias informações sobre colonos da Constança cujos nomes não apareciam nos respectivos registros. Aos poucos fomos percebendo que algumas pessoas sabiam muito pouco sobre seus avós e bisavós, limitando-se a identificá-los como colonos. Porém, o fato de terem sido colonos não significa que tenham vivido na Colônia Constança. Muitos imigrantes foram sim, colonos, mas de uma das inúmeras fazendas que receberam imigrantes no final do século XIX. Na medida em que começamos a escrever sobre a Constança, diversas pessoas passaram a entender que, se os antepassados foram colonos, viveram na Constança.

Este parece ser o caso da família Saggioro, em que um descendente afirma que foram proprietários da “fazenda Constança”. Não nos parece que tal tenha ocorrido.

Sabemos que Giuseppe Saggioro passou ao Brasil em 1896, desembarcando do vapor Arno no Rio de Janeiro. Da Hospedaria Horta Barbosa saiu contratado para trabalhar numa fazenda em Providência. Estava acompanhado da esposa Catterina Bovolin e dos filhos Elisabetta, Antonio e Angela. Segundo um de nossos leitores, o casal foi pai também de Domenico Saggioro que se casou com Carmela Marotti. Mas não encontramos referência a estes dois últimos personagens em Leopoldina.

Quatro meses depois da chegada de Giuseppe Saggioro, desembarcou no Rio a família de Antonio Saggioro, que saiu da Hospedaria com destino à própria cidade de Juiz de Fora. No desembarque consta que Antonio tinha um filho de nome Domenico mas seus descendentes informam que ele era filho de Giuseppe e imigrou em companhia do tio Antonio.

Através do Registro de Estrangeiros de um dos filhos de Giuseppe, soubemos que a família procedia de Verona. Consultado o arquivo respectivo, formos informados que o nome da esposa era Catterina Frigo. Se Domenico era filho de Giuseppe e este era irmão de Antonio, é possível tratar-se mesmo da família que procedia de Legnago, Verona, onde viveu Bartolomeo Saggioro, pai de Antonio e Giuseppe e, Domenico Frigo, pai de Catterina Frigo.

Em Leopoldina temos apenas informações sobre os filhos de Giuseppe Saggioro e Catterina Bovolin ou Frigo, como residentes no distrito de Providência.

Elisabetta Saggioro casou-se com Giacomo Farinazzo, filho de Giuseppe Farinazzo e Giovanna Giacomelle, tendo vivido na Fazenda Paraíso nos primeiros anos novecentos.

Antonio Saggioro (filho) casou-se com Ottavia Lorenzetto, filha de Giuseppe Lorenzetto e Angela Rinaldi. É possível que a esposa de Antonio se chamasse Maria Ottavia ou Antonia Ottavia , já que é algumas vezes referida como Maria e também como Antonia. Este casal vivia no Sítio Humaitá em 1942 e a mãe de Ottavia, Angela Rinaldi, na mesma época residia no sítio Caeté.

Angela Saggioro casou-se com Emilio Lorenzetto, irmão de Ottavia acima citada. Segundo pesquisadores do sul do Espírito Santo, filhos de Angela e da irmã Elisabetta teriam migrado para aquele estado.

Portanto, não citamos os Saggioro como colonos da Constança porque nenhum deles aparece nas fontes relativas àquele núcleo colonial no período de 1910 a 1930. Mas foram sim, imigrantes italianos que viveram em Leopoldina onde estamos comemorando, neste ano de 2010, os 130 anos do início de sua chegada ao nosso município.

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