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Expedicionários Leopoldinenses – A Ansiedade no Retorno

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Com o final oficial da Guerra em maio de 1945 é razoável imaginar que as tensões dos Expedicionários e de suas famílias foram aliviadas.

Entretanto, não foi isto que aconteceu. Além da demora na divulgação das informações, muitas vezes as cartas só chegavam para as famílias dos Expedicionários através de algum parente ou conhecido que as retirava na Agência dos Correios para levar até a residência, algumas vezes na área rural.

As tensões não se aliviaram também porque a ansiedade era grande. A maneira como se deu o retorno talvez tenha sido um dos maiores problemas para grande parte dos Expedicionários. A Guerra terminou em maio, mas boa parte do contingente desembarcou no Brasil apenas em 17.09.45, mais de quatro meses depois. E quando chegaram em casa, muitas famílias, sem qualquer orientação, descobriu estar diante de uma pessoa sem condições mínimas para o normal convívio familiar.

Problema sério também ocorreu com os mutilados. Como o João Zangirolani, leopoldinense que só desembarcou no porto do Rio de Janeiro em 08.11.46, um ano e meio depois do final da Guerra. Senhor João, ferido na Itália, foi enviado para os Estados Unidos onde recebeu tratamento e adaptação à perda de uma perna. Ele e outros brasileiros em igual situação sofreram não só com os problemas médicos advindos da sequela, mas com o abandono, como informa Dennison de Oliveira [1] em transcrição parcial:

A partir de dezembro de 1944, começaram a chegar para tratamento em hospitais dos EUA, os doentes, feridos e mutilados das forças armadas brasileiras em ação na Campanha da Itália. […] Era indisfarçável o primarismo e o amadorismo dos brasileiros na gestão de uma atividade tão transcendente do ponto de vista humano e tão carregada de implicações para o futuro dos ex-combatentes. Afinal de contas, estava começando ali o processo de reintegração social do veterano de guerra da FEB.

E a situação se agravou ainda mais, segundo o mesmo autor, quando a guerra terminou em definitivo:

O fim da guerra implicava, também, o fim do LEND LEASE, o programa para o pagamento de uma série de despesas. Desta forma, tinha fim o desconto dado para pagamento dos bens e serviços sob aquele programa, o que triplicava as despesas hospitalares dos pacientes brasileiros no exterior. Os veteranos de guerra brasileiros souberam do fato e ficaram angustiados. A essa altura estava claro que, em se tratando de recursos financeiros, eles não eram prioridade nem para o Exército nem para o Governo brasileiros[…]

Fato é que, mais de um ano depois do final da guerra na Europa, ainda havia brasileiros internados nos EUA, sem conseguir retornar ao Brasil. E, pior, só conseguiram o retorno quando um grupo deles redigiu uma carta à senhora Alzira Vargas, filha e secretária do Presidente Getúlio Vargas, implorando providências para o retorno deles ao Brasil.

Cidadãos que foram arrancados do seio da família convocados para uma guerra que não era deles. Que na luta adquiriram problemas neurológicos ou perderam parte do corpo. Que precisaram ir para outro país para se tratarem. Receberam como prêmio, o pouco interesse por suas pessoas demonstrado pelo fato de só conseguirem voltar para casa depois de implorarem o favor da secretária do presidente da república.

O pracinha, que se empenhou e se feriu na luta, teve que lutar contra o abandono para voltar  finalmente para casa. E, voltando, se ver esquecido por quem o mandou para a Guerra.

Foi pensando nestas pessoas que, 70 anos depois, o Trem de História fez questão de percorrer os caminhos destes quinze últimos artigos escritos para resgatar as suas histórias e homenagear os Expedicionários Leopoldinenses e seus familiares. E dizer a eles da nossa gratidão, do nosso respeito e da nossa admiração.

Nota: Um bom Natal para todos. Um 2016 de muita paz e alegria.

No próximo artigo o Trem de História promete retornar à História da Imprensa em Leopoldina.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA

Publicado no jornal Leopoldinense de 16 de dezembro de 2015


[1] OLIVEIRA, Dennison de. Aliança Brasil – EUA, Nova História do Brasil na Segunda Guerra Mundial. Curitiba: Juruá, 2015. p.275 e seguintes.

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Expedicionários Leopoldinenses – De José Luiz a Lourenço

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Como ficou dito no artigo anterior, o Trem de História segue a sua viagem trazendo mais três Expedicionários Leopoldinenses que estiveram na Itália.

22 – JOSÉ LUIZ ANZOLIN é o primeiro deles. Segundo os arquivos da ANVFEB, o soldado 4G 53.765, embarcou para a Itália com o 11º RI em 22.09.44 e retornou em 20.01.45. Palhares(1) o relaciona dentre os soldados da 2ª Cia do 11º RI.

Nascido(2) em 26.07.1915, era filho de Basílio Anzolin e Antonia Ramanzi. Casou-se em 27.09.45 com Olívia Lorenzetto. Segundo familiares, ao retornar da Guerra, José Luiz passou por seguidos e longos períodos de tratamento no Hospital Central do Exército, no Rio de Janeiro, para se recuperar de problemas nas pernas, possivelmente provocados pelo fato de ter permanecido longo tempo em trincheira sob frio intenso e coberto por neve. Acreditam estes familiares que talvez estes problemas tenham contribuído para o seu falecimento em 15.10.65, em decorrência de choque operatório e enfarte de mesentério. José Luiz deixou quatro filhos: Antonia Eulália, Terezinha Maria, José Osvaldo e Sebastião Basílio.

23 – LAIR DOS REIS JUNQUEIRA embarcou para a Itália em 02.07.44 junto a um efetivo de 5.075 homens, segundo o Diário de Notícias(3). Foi soldado da 1ª Cia, do 1º Batalhão do Depósito de Pessoal do 11º RI e retornou ao Brasil em 17.09.45. Seu O Certificado(4) de Reservista de 1ª Categoria nº 19780, emitido pela FEB, informa que o soldado 4G 115.691 serviu na Itália entre 07.12.44 e 04.09.45, tendo recebido a Medalha de Campanha(5). Lair licenciou-se do serviço ativo em 03.10.45.

Nascido(6) a 10.07.17 no distrito de Santa Izabel, atual Abaíba, em Leopoldina, casou-se com Elys Junqueira de Castro e com ela teve quatro filhos. Era filho de Tomé de Andrade Junqueira e Iria dos Reis Junqueira. Faleceu em 19.05.2007, em Leopoldina, onde residia.

Registra-se que os arquivos da ANVFEB, diferentemente de outros documentos consultados, informam o embarque de Lair como tendo ocorrido no dia 23.11.44, o retorno em 17.09.45 e o nascimento no dia 06.06.1917.

24 – LOURENÇO NOGUEIRA é o terceiro do trio de hoje. O Diário de Notícias(3) registra que o soldado, 4G 110.755, da 7ª Cia do 5º BTI, esteve incorporado ao Centro de Recompletamento do Pessoal da FEB. Retornou ao Brasil em 17.09.45. Recebeu Certificado de Operações da Itália em 01.10.45. Os arquivos da ANVFEB registram que embarcou para a Itália no dia 08.02.45.

Lourenço nasceu 03.06.1921 e faleceu em 23.10.78 em Leopoldina. Era filho de Jerônimo Joaquim Nogueira. Quando foi convocado para a Guerra, já estava casado com Maria da Conceição com quem teve os filhos: Antonio Fernando, Rosa Maria, Luiz Paulo, Claudio José, José Maria e Angelus. Do segundo casamento, com Maria Elisa Lima, são os filhos: Ramil Rogel, Rosângela Aparecida e Rosana Maria. Trabalhou na Cooperativa de Leite – LAC, por onde se aposentou. Trabalhou também, por um curto período, em unidade do Exército, em Juiz de Fora.

Assim o vagão de hoje se completa. Mas a viagem vai continuar no próximo Jornal. Aguardem.

Notas:

(1) PALHARES, Gentil. De São João Del Rei ao Vale do Pó. Rio de Janeiro: Bibliex, 1957. p. 472.

(2) Arquivo da Diocese de Leopoldina, Secretaria Paroquial da Matriz do Rosário, Leopoldina, MG, livro 16 batismos fls 97 termo 422.

(3) Expedicionários que viajam no “General Meigs”. Diário de Notícias, Rio de Janeiro, primeira seção, p. 6, 14 set. 1945. Disponível em <http://memoria.bn.br/pdf2/093718/per093718_1945_07023.pdf>.  Acesso em 11 jan. 15.

(4) Certificado do Ministério da Guerra, Força Expedicionária Brasileira.

(5) Ministério da Guerra, diploma  emitido em 26.10.49.

(6) CASTRO, Luiz Fernando Hisse de. Família Vasques de Miranda. Os Vasques de Miranda de Água Viva. Publicado em 23 setembro 2012. Disponível em <http://luizfernandohissedecastro.blogspot.com.br/2012/09/vasques-de-miranda_23.html>. Acesso em 02 jan. 15.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA
Publicado no jornal Leopoldinense de 16 de setembro de 2015

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Expedicionários Leopoldinenses – De João Venâncio a José Ernesto

Logomarca da coluna Trem de História

A viagem do Trem de História segue hoje contando a vida de mais três conterrâneos que estiveram na Itália.

19 – JOÃO VENÂNCIO FILHO, que segundo os arquivos da ANVFEB era  soldado cozinheiro identidade nº 1G 290.367, embarcou para a Itália com o 11º RI em 22.09.44 e retornou com o mesmo Regimento em 17.09.45. Palhares(1) o relaciona dentre os soldados da 3ª Cia do 11º RI. Sua ficha na Associação informa que nasceu em Leopoldina em 02.04.21. Era filho de João Venâncio de Brito e Bernardina Silvana de Brito. Casou-se com Iracema Carvalho de Brito, nascida em 11.01.27. Faleceu em 03.12.99. Nesta mesma ficha não consta que tenha deixado descendente.

20 – JOÃO ZANGIROLANI foi soldado do 6º Regimento de Infantaria adido ao Batalhão de Guardas, conforme Provisão(2) exarada nos termos do Decreto de 29.05.47 da Presidência da República. Ferido em combate onde perdeu uma das pernas, foi julgado definitivamente incapaz para o serviço do Exército e recebeu a graduação de 3º Sargento.  Foi condecorado com a Medalha Sangue do Brasil em 15.04.45. Em junho de 1947 recebeu a comenda(3) da Cruz de Combate por ter se destacado entre os homens de seu pelotão da 8ª Cia do 6º RI durante o ataque à Montese, na Itália. Ao reformar-se, galgou o posto de tenente. Os arquivos da ANVFEB, em Juiz de Fora (MG) registram que o soldado 4G 79.994 ou, 1G 294.485 embarcou para a Itália com o 6º RI em 02.07.44. Foi reformado conforme o Diário Oficial de 14.06.47. Segundo o Diário de Notícias(4), João desembarcou do navio Cantuaria, no porto do Rio de Janeiro, em 08.11.46 “após permanecer um longo período internado em hospitais norte-americanos em tratamento e cumprindo período de readaptação”.

João(5) nasceu em 05.04.21, em Leopoldina. Era filho do imigrante italiano Gildo(6) Sangirolami (1891- 1964) e de Perina Borella (1893 – 1972), casal que residiu na Fazenda Paraíso e teve treze filhos(6). Casou-se com Sebastiana Idalina Farinazzo, filha de Natal Farinazzo e Sebastiana Regina Pengo. João faleceu a 06.06.86 (7), aos 65 anos, deixando viúva e os filhos Moacir, Jaci, Darci e Jane.

21 – JOSÉ ERNESTO é o terceiro nome do vagão de hoje. Segundo se pode apurar nos arquivos da ANVFEB e na obra de Palhares(1), José Ernesto embarcou para a Itália como soldado 4G 21.223, da 7ª Cia o 11º RI em 22.09.44. Reformou-se como cabo. O Diário de Notícias(8) informa que o seu desembarque do navio General Meigs, no Porto do Rio de Janeiro, ocorreu no dia 17.09.45. O arquivo da citada Associação informa ainda que José Ernesto nasceu em Leopoldina no dia 18.04.1919, filho de Belarmino Pacífico e Leodora Maria da Conceição. Residiu durante algum tempo em Além Paraíba (MG).

O vagão de hoje está completo, mas o assunto não acabou. No próximo virão outros Expedicionários. Até lá.

Notas:

(1) PALHARES, Gentil Palhares. De São João Del Rei ao Vale do Pó. Rio de Janeiro: Bibliex, 1957. p. 472.

(2) Provisão do Diretor de Recrutamento do Exército Brasileiro.

(3) Diploma do Ministério da Guerra datado de 15.06.47.

(4) Chegou ontem o Cantuária e o North King. Diário de Notícias, Rio de Janeiro, segunda seção, p.9, 4 dez. 1946, Disponível em <http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=093718_02&PagFis=30843>.  Acesso em 18 set. 2014.

(5) Cópias de documentos e dados complementares fornecidos pelo seu filho Jaci.

(6) Grafia da Certidão de Óbito do Registro Civil das Pessoas Naturais, de Leopoldina, livro nº 16-C, fls. 27-v, termo 1093, emitida em 11.05.2001. A certidão de Registro de Estrangeiros da Policia do Estado de Minas Gerais, livro nº 02, reg. nº 103, de 23.01.42, traz o nome como EGILDO. Documento do Archivio storico del Distretto Militare di Padova, Leva Militare delle province di Padova e Rovigo 1846 – 1902 informa que o nome era Egidio Sangirolami, filho de Giovanni Battista Sangirolami e de Modesta Carmelim.

(7) Obituário. Gazeta de Leopoldina, julho de 1986, s.d.t.

(8) Expedicionários que viajam no “General Meigs”. Diário de Notícias, Rio de Janeiro, primeira seção, p. 6, 14 set. 1945. Disponível em <http://memoria.bn.br/pdf2/093718/per093718_1945_07023.pdf>.  Acesso em 11 jan. 15.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA
Publicado no jornal Leopoldinense de 1 de setembro de 2015

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Expedicionários Leopoldinenses: o início

Logomarca da coluna Trem de História no jornal Leopoldinense

O Brasil participou da Segunda Guerra Mundial (1) a partir de agosto de 1942, quando efetivamente reconheceu o estado de beligerância, até 08 de maio de 1945, considerado o Dia da Vitória. Contam, os que registraram os acontecimentos da época, que as tropas foram reunidas no Rio de Janeiro de onde embarcaram com destino ao Teatro de Operações na Itália ou, aos destinos indicados para proteção da costa brasileira.

Vale explicar que, para formar a Primeira Divisão de Infantaria Expedicionária (2), juntaram-se as unidades já existentes no Exército Brasileiro na forma seguinte:

– Infantaria: 1º R.I (Regimento Sampaio) do Rio de Janeiro (RJ); 6º R.I. (Regimento Ipiranga) de Caçapava (SP); 11º R.I. (Regimento Tiradentes) de São João Del Rei (MG).

– Artilharia: 1º Grupo do Regimento de Obuzes Auto-Rebocado, criado no Rio de Janeiro (RJ); 1º Grupo do 2º Regimento de Obuzes Auto-Rebocado, constituído com elementos do 6º Grupo de Artilharia de Dorso, de Quitauna (SP); 2º Grupo de Artilharia de Dorso, do Rio de Janeiro (RJ); Grupo Escola do Rio de Janeiro (RJ) que, motorizado, se transformou em Grupo de 155 Auto-Rebocado. – Engenharia: 9º Batalhão de Engenharia de Aquidauana (MT).

– Cavalaria: Esquadrão de Reconhecimento do Rio de Janeiro (RJ), organizado pelo 2º Regimento Moto-Mecanizado.

– Saúde: 1º Batalhão de Saúde, criado em Valença (RJ).

– Tropa Especial: Companhia do Quartel General, Companhia de Transmissões, Companhia de Manutenção e Companhia de Intendência, todas do Rio de Janeiro (RJ).

– Órgãos não Divisionários: Um Depósito de Pessoal.

Com estas unidades reunidas, formou-se o contingente enviado para a Itália no total de mais de 25 mil militares e civis e um número ainda desconhecido de brasileiros que foi empregado na proteção da costa brasileira, em razão da sua extensão e da necessidade de manter minimamente operando o comércio com o resto do mundo. Nesta operação de guerra, seja na Itália ou no patrulhamento do Atlântico, mais de três dezenas de leopoldinenses estiveram diretamente envolvidos. Estes combatentes são conhecidos como Expedicionários por terem feito parte da Divisão de Infantaria Expedicionária Brasileira.

Importante esclarecer que se entende por Expedicionário todo militar que atuou nos campos da Itália ou na guarnição da nossa costa. Visão que se apoia na literatura pesquisada e em histórias contadas como as do livro das jornalistas Belisa Monteiro, Dérika Kyara e Letícia Santana (3), esclarecendo a convocação de militares e civis para defesa do litoral brasileiro, mostrando que suas tensões foram semelhantes às vividas pelos que cruzaram o Atlântico. Além do que, muitos dos que ficaram no Atlântico pertenciam a unidades existentes no Exército Brasileiro antes da Guerra, as quais foram reunidas para formar a Primeira Divisão de Infantaria Expedicionária (4). Isto é, faziam parte do mesmo Exército.

Segundo Palhares (2), na costa brasileira foram bombardeados 32 navios nacionais entre janeiro de 1942 e julho de 1944, tendo chegado a 1081 o número dos mortos nas atividades costeiras, enquanto 457 perderam a vida nos campos da Itália(4).

Hoje o Trem de História inicia uma série de artigos que pretende contar um pouco sobre os leopoldinenses que estiveram nestas missões, como forma de homenageá-los pela passagem do 70º aniversário do fim daquele conflito. Do que conseguimos apurar até o momento, foram eles: 01 – Adilon Machado; 02 – Aloísio Soares Fajardo; 03 – Antonio de Castro Medina; 04 – Antonio Nunes de Morais; 05 – Antônio Vargas Ferreira Filho; 06 – Aristides José da Silva; 07 – Celso Botelho Capdeville; 08 – Derneval Vargas; 09 – Eloi Ferreira da Silva Filho; 10 – Euber Geraldo de Queiroz; 11 – Expedito Ferraz; 12 – Felício Meneghite; 13 – Geraldo Gomes de Araújo Porto; 14 – Geraldo Rodrigues de Oliveira; 15 – Itamar José Tavares; 16 – Jair Vilela Ruback; 17 – João Esteves Furtado; 18 – João Vassali; 19 – João Venâncio Filho; 20 – João Zangirolani; 21 – José Ernesto; 22 – José Luiz Anzolin; 23 – Lair dos Reis Junqueira; 24 – Lourenço Nogueira; 25 – Mário Castório Fontes Britto; 26 – Moacir Jurandir Barbosa Rodrigues; 27 – Nelson Pinto de Almeida; 28 – Orlando Pereira Tavares; 29 – Oscar Nunes Cirino; 30 – Paulo Monteiro de Castro; 31 – Pedro Medeiros; 32 – Pedro Rezende de Andrade; 33 – Pedro Silva Santos; 34 – Wenceslau Werneck.

Hoje, ficamos por aqui. Na próxima edição a história continua.

Notas:

(1) BENTO, Claudio Moreira. A Participação das Forças Armadas e da Marinha Mercante do Brasil na Segunda Guerra Mundial (1942-1945). Volta Redonda, RJ: Gazetilha, 1995. Disponível em <http://www.ahimtb.org.br/FAMM2GM.htm>. Acesso em 03 fev. 15.

(2) PALHARES, Gentil Palhares. De São João Del Rei ao Vale do Pó. Rio de Janeiro: Bibliex, 1957. p.456.

(3) BELÉM, Euler de França. Livro resgata história de pracinhas goianos que lutaram na Segunda Guerra Mundial. Jornal Opção, Goiânia, GO, ed 1984, 14 jul. 2013. Disponível em <http://www.jornalopcao.com.br/colunas/imprensa/livro-resgata-historia-de-pracinhas-goianos-que-lutaram-na-segunda-guerra-mundial>. Acesso em 31 dez. 14.

(4) BARROS, Aluízio de.  Expedicionários Sacrificados na Campanha da Itália. Rio de Janeiro: Bruno Buccini, 1955. p. 403.

Luja Machado – Membro da ALLA
Publicado no jornal Leopoldinense de 16  de maio  de 2015

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