Arquivo da tag: Monteiro de Barros

Sobrenome de antiga família leopoldinense.

Sesquicentenário de nascimento: outubro

Há 150 anos, nasceram em Leopoldina:

1 out 1866

Ana Cecília da Conceição filha de Francisco Marciano Neto e de Maria Sabina de Moraes

5 out 1866

Filomena filha de Lucas Augusto Monteiro de Barros e de Maria Domiciana Medina Celli

14 out 1866

Leopoldino filho de José Fontoura Carneiro e de Carolina Rosa Machado

15 out 1866

Elisa filha de José Joaquim Pereira Júnior e de Ignacia Maria de Jesus

17 out 1866

José filho de João Francisco Pereira da Silva e de Claudina Celestina de Jesus

31 out 1866

Constança de Freitas Lima filha de Antonio José de Freitas Lima e de Honorina Antonia de Almeida

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Nascidos em Leopoldina no mês de dezembro de 1855

Dia 7

  • José, filho de Manoel Joaquim Pereira e Maria da Glória Werneck

Dia 10

  • Maria, filha de Caetano José de Almeida e Gama e Carolina Teodora de Castro

Dia 27

  • Ambrosina Monteiro de Barros, filha de Lucas Augusto Monteiro de Barros e Maria Domiciana Medina Celli
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Fazenda Paraíso e uma das lendas que a envolvem

Há cerca de cinquenta anos circula em Leopoldina, MG, uma versão romântica sobre a libertação dos escravos da Fazenda Paraíso. Dizem alguns que a lenda nasceu da pena de um professor leopoldinense que a teria ouvido de antigos moradores da cidade. Parece que desde então vem sendo repetida por diversos escritores sem que, aparentemente, tenham buscado avaliar a (in)coerência dos fatos.

Um dos “parágrafos” da lenda cita uma hipotética doação da propriedade para José Jerônimo de Mesquita, feita por seu avô como presente de casamento.  Nada mais insustentável à vista da documentação que compõe a Coleção Kenneth Light, pertencente ao Arquivo Histórico do Museu Imperial, Petrópolis (RJ). Importante esclarecer que o organizador da Coleção foi o memorialista Kenneth Ernest Hansen Light, autor da monografia Ligeiros Traços Biográficos, que também faz parte da Coleção. O Senhor Light era inglês e faleceu em Petrópolis em 1987. Era casado com Stella Lynch, filha de Edmund Lionel Lynch e de Francisca de Paula de Mesquita, sendo esta a segunda filha de José Jerônimo de Mesquita.

Alguns dos repetidores da lenda sequer se deram ao trabalho de identificar adequadamente os personagens envolvidos, o que faremos aqui pela menção dos nomes completos e do mais alto título nobiliárquico alcançado por cada um, ainda que em data posterior ao fato relatado, porque a homonímia parcial sugere usar o título para melhor distingui-los.

José Francisco de Mesquita, elevado a Marquês de Bonfim em 1872, em um dos quatro consórcios maritais teve o filho Jerônimo José de Mesquita, elevado a Conde de Mesquita em 1885.

Jerônimo José de Mesquita, Conde de Mesquita

Jerônimo José, em um de seus cinco consórcios maritais, teve o filho Jerônimo Roberto de Mesquita, Segundo Barão de Mesquita, e de outro consórcio teve o filho José Jerônimo de Mesquita, Segundo Barão de Bonfim.

Um texto sobre a família, que inclui a lenda e circula no território livre da internet desde 2007, dá os títulos de Segundo Barão de Mesquita e Segundo Barão de Bonfim para a mesma pessoa. O autor não observou que, além de serem filhos de mães diferentes, José Jerônimo nasceu em 1856 e Jerônimo Roberto em 1858.

Em outras versões, a lenda diz que o Marquês de Bonfim teria dado a Fazenda Paraíso para o Segundo Barão de Bonfim, confirmando que teria sido presente de casamento. Mas como, se o Marquês morreu em 1872 e o neto se casou apenas em 1879?

Para descredenciar ainda mais a versão romântica, a Fazenda Paraíso foi propriedade do Conde de Mesquita e não do Marquês de Bonfim, sendo que o Formal de Partilha dos bens do Conde de Mesquita só foi devidamente concluído em janeiro de 1889, quase dez anos após o casamento do Segundo Barão de Bonfim.

O futuro Conde de Mesquita tomou posse da Fazenda Paraíso por ela lhe ter sido hipotecada por seu então proprietário, Antônio José Monteiro de Barros. Segundo os documentos consultados, a dívida de Antônio José fora contraída antes de 23 de setembro de 1857, data de um segundo empréstimo para o qual foram hipotecados os escravos da propriedade. Em 1858, fazenda e escravos pertenciam ao então Comendador Mesquita.

Tendo iniciado a vida profissional como “caixeiro de terceira”, algo equivalente a menor aprendiz, o Conde de Mesquita tornou-se um dos grandes capitalistas do final do século XIX, em grande parte pela herança recebida de seu pai, o maior negociante de escravos para Minas Gerais segundo documentos constantes nos Códices 421 e 424 do Arquivo Nacional.

A análise do Formal de Partilha deste capitalista desmonta outra lenda: a de que todos os seus herdeiros teriam sido beneficiados com altas somas, joias e propriedades. Alguns de seus herdeiros nada receberam, nem tampouco as mães que ainda estavam vivas.

Outro aspecto, desconsiderado pelos criadores das diversas lendas sobre a Fazenda Paraíso, diz respeito à fantasia de que o Segundo Barão de Bonfim teria libertado seus escravos por magnanimidade. José Jerônimo não foi o inventariante de seu pai, pouco comparece nas chamadas descritas no inventário e foi sua irmã e inventariante quem decidiu libertar os escravos que ainda existiam na fazenda, poucos meses antes de maio de 1888. Diga-se, a propósito, que a decisão foi sugerida pelos advogados da família, provavelmente para evitar o pagamento dos tributos devidos na transmissão de bens, já que naquela altura todos esperavam pela assinatura da lei que encerraria oficialmente o regime escravocrata.

Fazenda Paraíso, Leopoldina, MG

Para aqueles que gostam de uma boa novela, vai aqui mais uma informação. No testamento do Marquês de Bonfim, publicado no Jornal do Commercio um ano após a sua morte, consta que quatro filhos do Conde de Mesquita foram beneficiados. O Segundo Barão de Bonfim recebeu uma chácara na rua Hadock Lobo, Tijuca, Rio de Janeiro. Sabe-se lá por quais razões o criador da lenda trocou esta chácara pela Fazenda Paraíso.

___________________

[1] Texto de Nilza Cantoni publicado no jornal Leopoldinense, edição 278 comemorativa do aniversário de Leopoldina em 2015, 24 abril 2015, página 4.

[2] A autora é Especialista em História Cultural, membro da Academia Leopoldinense de Letras e Artes e pesquisadora da História de Leopoldina.

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17 – A Leopoldina

Logomarca da coluna Trem de História

A Leopoldina é o nome do periódico de hoje no Trem de História. Um periódico de existência curta, mas que teve importância em razão dos seus sócios e redatores.

Sua primeira edição data de 16.02.1893, embora Xavier da Veiga, em Efemérides Mineiras, informe que este jornal teria sido lançado em 1892.

Dele, no Arquivo Público Mineiro não foram encontradas edições. Já no acervo da Biblioteca Nacional existem dois exemplares, sendo um deles o de número 1, onde se constata a data de lançamento.

Era propriedade de Galdino & Coura e seus redatores eram os sócios: Galdino Vieira de Freitas e Jorge Rodrigues Coura. Suas oficinas localizavam-se na Rua Cotegipe nº 13 e as edições eram lançadas nas quintas-feiras.

Diferentemente de outros jornais da época, este não trazia subtítulo e não indicava valor de número avulso. Só informava o preço da assinatura anual, do que se depreende ser o valor cobrado de moradores de Leopoldina. Não se sabe se havia assinantes de fora da cidade.

Sobre seus sócios e redatores, apurou-se que ocupavam cargo de Escrivão desde 1891 e os dois provinham de Rio Pomba-MG. Galdino Vieira de Freitas casou-se em Leopoldina, em 1886, com Elisa Delfim Gama, filha de Francisco Joaquim de Almeida Gama e Guilhermina Rosa Delfim. Viúvo, contraiu segundas núpcias aos 31 de março de 1894, com Luiza Fernandes que residia na casa onde o Imperador Pedro II almoçou quando esteve em Leopoldina em 1881. Era filha de Francisco de Paula P. Fernandes e Luiza Amélia Cerqueira. Luiza era irmã de Adelaide casada com Alberto Moretzshon Monteiro de Barros e de Maria Leonor casada com Paulino Delfim da Gama e Silva.

Importante lembrar que Alberto Moretzshon era advogado, cujos anúncios em jornal indicam como endereço a Rua Octavio Otoni mas provavelmente o endereço era rua Teófilo Otoni, atual Lucas Augusto. Este advogado foi redator e proprietário do jornal O Mediador e teria lançado o Correio de Leopoldina em 1895, segundo Luiz Eugênio Botelho em “Leopoldina de Outrora”, Entretanto, esta última informação não parece adequada porque o redator e proprietário do Correio de Leopoldina, lançado em 1894 e não 1895, foi Henrique Cancio.

O segundo redator de “A Leopoldina” era Jorge Rodrigues Coura, que foi editor e proprietário do jornal O Bocayú lançado em Rio Pomba no ano de 1882. Curiosamente, este jornal contava com um colaborador que escrevia para diversos jornais mineiros, entre eles o Liberal Mineiro, A Província de Minas e Correio de Leopoldina, chamado Jacobino Freire. Jacobino era poeta, jornalista e professor do Atheneu Leopoldinense. Um literato cuja trajetória confirma as palavras de Nélson Sodré a respeito da carreira jornalística de nomes da literatura nacional. Teria sido, também, um dos redatores de um jornal leopoldinense de nome A República, órgão do partido republicano, ao lado de Theophilo Domingos Alves Ribeiro, Américo Lobo Leite Pereira e Werneck de Lacerda.

No editorial da primeira edição de A Leopoldina, em 16 de fevereiro de 1893, está a informação de que “o marasmo que a epidemia produziu” teve como reação “as múltiplas iniciativas que por todos os lados despontam” e que entre estas iniciativas estava o desejo dos editores de lançar um jornal “moderno, variado, tanto quanto possível noticioso, estranho à politicagem, acima de grupos e de personalidades”.

Na verdade, quase o mesmo tom utilizado por Coura no lançamento do jornal de Rio Pomba, apenas com a referência à epidemia de febre amarela que causou muitas perdas humanas em Leopoldina no ano anterior, sendo determinante para a mudança temporária da administração municipal para Tebas.

A outra edição de A Leopoldina a que se teve acesso foi a de número 10, datada de 21 de abril do mesmo ano de 1893, toda ela em homenagem ao “mártir da Independência”, com textos de diversos autores, incluindo poema. Mas esta não teria sido a derradeira porque O Leopoldinense, edição 28 de 25.11.1894, página 2, publicou uma reclamação de Manoel Joaquim Taveira Júnior contra o jornal A Leopoldina que, na edição de 16 daquele mês, teria atribuído ao Pastor Becker intenções e atos indignos.

Conforme se verifica, a história de um periódico de Leopoldina sempre traz à tona outros órgãos da imprensa local, deixando claro que além das interligações havia um constante movimento em prol da disseminação das informações, fossem elas de qualquer corrente.

O Trem de História de hoje dedicou espaço a um jornal com nome da sede do município, Leopoldina. Como naquela época, provisoriamente, esta sede se transferiu para o distrito de Tebas, no próximo número se dará vez ao periódico chamado A Voz de Thebas. Até lá.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA
Publicado no jornal Leopoldinense de 01 de fevereiro de 2015

Parte XIII de A Imprensa em Leopoldina (MG) entre 1879 e 1899

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Instalação da Villa Leopoldina

Há 160 anos a então Vila Leopoldina foi solenemente instalada no dia 20 de janeiro de 1855, data religiosa que homenageia São Sebastião, padroeiro do município.

No primeiro Livro de Atas da Câmara Municipal temos o

~ Auto da installação da Villa Leopoldina ~

Aos vinte dias do mez de Janeiro do Anno do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Christo de mil oitocentos e cincoenta e cinco, trigesimo quarto da Independencia e do Imperio, na sala destinada para as Sessões da Camara Municipal da Villa Leopoldina, creada pela Lei Provincial numero seiscentos e sessenta e seis, de vinte e sete de Abril do anno proximo passado, achando-se o Doutor Domiciano Matheus Monteiro de Castro, vereador, servindo de Presidente da Camara Municipal da Villa do Mar d’Hespanha, comigo Secretario da mesma Camara, e reunidos os vereadores eleitos, o Capitão Manoel José Monteiro de Castro, Doutor José Joaquim Ferreira Monteiro de Barros, Francisco José de Freitas Lima, Major João Vidal Leite Ribeiro, Capitão João Gualberto Ferreira Britto, e José Vieira de Resende e Silva, o mesmo Presidente, em cumprimento do Decreto de treze de Novembro de mil oitocentos e trinta e dous, e da Portaria do Excellentissimo Presidente da Provincia de vinte e cinco de Novembro de mil oitocentos e cincoenta e quatro, deferio-lhes juramento, e deo posse, não tendo comparecido o Vereador eleito Custodio Teixeira Leite, ficando assim installada a referida Villa Leopoldina. Para constar mandou o mesmo Presidente lavrar este Auto, em que se assigna com os mencionados Vereadores empossados. Eu José de Souza Lima, Secretario, o escrevi.

Leia mais neste endereço.

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Efemérides Leopoldinenses: Novembro

Memorial diário da história de Leopoldina, com acontecimentos do mês de novembro.

1 de novembro

1860

O ocaso da carreira política de Antonio José Monteiro de Barros.

Campanha política.

1899

A música em Leopoldina: Lyceu Musical Santa Cecília. Veja.


5 de novembro

1866

Assembleia Legislativa Provincial aprova a reforma das Posturas Municipais de Leopoldina que foram adotadas por Cataguases quando de sua emancipação.

Lei que aprova as posturas da Câmara Municipal de Leopoldina

Cataguases pede para adotar as Posturas de Leopoldina

Autorização para Cataguases adotar as Posturas de Leopoldina


6 de novembro

1869

A povoação do “Empossado” (mais tarde Empoçado), na época pertencente ao termo da Leopoldina, torna-se Distrito de Paz. Trata-se do atual distrito de Cataguarino, pertencente a Cataguases.


7 de novembro

1855

Criação do cargo de Juiz Municipal e de Órfãos em Leopoldina. Veja.


12 de novembro

1878

Criado o distrito de Campo Limpo, atual Ribeiro Junqueira.

Criação do distrito de Campo Limpo


18 de novembro

1857

Segundo o Decreto nº 2031 de 18 de novembro de 1857, o carcereiro de Leopoldina receberia sessenta mil réis anuais. Dentro da estrutura administrativa da época, a remuneração era um atrativo do cargo.


19 de novembro

1875

A Lei nº 2161 autoriza a Companhia Estrada de Ferro Leopoldina a estender-se até Santa Rita do Meia Pataca. Até então a concessão era para o trajeto Porto Novo a Leopoldina.


21 de novembro

1890

A Lei nº 241 cria os distritos de Santa Izabel, atual Abaíba e São Joaquim, atual Angaturama.

24 de novembro

1813

Concedidas duas sesmarias a Antônia Rodrigues Chaves e seu marido Domingos Gonçalves de Carvalho, irmão de Felisberto da Silva Gonçalves mencionado abaixo, dia 29 de novembro. Localização indicada na época da concessão: Mata geral do Sertão do Pomba, no Córrego da Fortaleza, Termo de Barbacena, onde se acha abrindo a estrada para o Porto de São Fidélis. Segundo estudos realizados nos livros paroquiais, as sesmarias de Antônia e Domingos ficavam localizadas em território que viria a constituir São João Nepomuceno, provavelmente no atual distrito de Taruaçu.

Fonte: Códice SC 352 fls 76v e fls 73v respectivamente, Arquivo Público Mineiro.


25 de novembro

1875

O distrito do Meia Pataca emancipa-se de Leopoldina com o nome de Cataguases. Em consequência, Leopoldina perde também os distritos do Empoçado e Conceição do Laranjal, além de parte do território do distrito da Piedade.

Fonte: Lei 2180, Coleção de Leis Mineiras do Arquivo Público Mineiro.


26 de novembro

1813

Concedida a Anna Bernarda da Silveira, uma sesmaria com limite no Córrego da Fortaleza, Mata Geral do Sertão do Pomba, Termo de Barbacena. Este córrego corresponde ao que mais tarde era conhecido como São Bento. Segundo registros do primeiro livro do Cartório de Notas de Bom Jesus do Rio Pardo, esta sesmaria ficava a sudoeste da sede do município de Leopoldina, na divisa com o atual município de Argirita. Esta informação é confirmada no Registro de Terras de 1856.

Fonte: Códice SC 352 fls 81, Arquivo Público Mineiro.

1835

O Juiz de Paz Manoel Ferreira Brito conclui o levantamento populacional do Curato de São Sebastião do Tesouro do Feijão Cru. Foram computados 135 fogos com 1.274 habitantes. Veja.


29 de novembro

1813

Concedida a Felisberto da Silva Gonçalves, marido de Anna Bernarda da Silveira citada no dia 26 de novembro acima, uma sesmaria também com limite no Córrego da Fortaleza, Sertão do Pomba, Termo de Barbacena.

Carta de Sesmaria de Felisberto da Silva Gonçalves


30 de novembro

1880

A povoação de Thebas é elevada à categoria de Distrito de Paz e continua fazendo parte da Freguesia da Piedade.

Veja.

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1883: óbito de Maria do Carmo Monteiro de Barros

Segundo o Livro de Sepultamentos do Cemitério Público de Leopoldina relativo ao período  1880-1887, folhas 11, foi enterrada na sepultura 322, tendo falecido no dia 5 de janeiro de 1883, a senhora Maria do Carmo Monteiro de Barros.

Com seu marido João Ferreira da Silva, formou a Fazenda Desengano em terras que fizeram parte de sesmaria doada aos irmãos Fernando Afonso e Jerônimo Pinheiro Corrêa de Lacerda.

No jornal O Leopoldinense de 21 de janeiro de 1883 encontramos o obituário da Maria do Carmo filha ilegitima de Manoel José Monteiro de Barros (filho), como se vê na imagem abaixo.

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Leopoldinenses nascidos em agosto de 1912

NASCIMENTO
PAI
MÃE
Orlando Levasseur Sabino
1 Agosto
João Baptista Sabino
Maria das Dores Levasseur
Amélia Bedin
2 Agosto
Gioacchino Bedin
Angelina Sardi
Rosa
5 Agosto
Giuseppe Pittano
Antonia Bergamasso
Maria
6 Agosto
Antonio Rodrigues Machado
Esmeraldina Ignacia de Moraes
Osvaldo José
9 Agosto
Everaldo de Bastos Freire
Sofia Gama de Castro Lacerda
Sebastião Rodrigues Barbosa
11 Agosto
Feliciano José Barbosa
Nelsina Augusto Rodrigues
Enedina
15 Agosto
Sebastião Lopes da Rocha
Maria Luiza de Oliveira
Maria da Conceição
24 Agosto
Joaquim Gama de Castro Lacerda
Maria da Conceição Monteiro de Barros
Filomena Lammoglia
29 Agosto
Antonio Lammoglia
Margaretha Lorenzetto
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Leopoldinenses nascidos em abril de 1912

NASCIMENTO
PAI
MÃE
Zelia Monteiro de Barros
6 Abril
Marco Aurélio Monteiro de Barros
Laura Monteiro da Silva
Nilo de Almeida Brum
8 Abril
Venâncio Gottschalk de Almeida
Maria do Canto Brum
Sebastião
16 Abril
Paulino José do Rego
Maria Virginia de Oliveira
Geraldo
19 Abril
Avelino José de Almeida
Nelsina de Medeiros Pinto
Honorina
24 Abril
Vital Ignacio de Moraes
Julieta Vieira de Oliveira
Hituil
27 Abril
Luiz de Oliveira Brandão
Ondina Werneck
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Domiciano Rezende: centenário de nascimento

Nasceu em Leopoldina no dia 5 de agosto de 1911, filho de Miguel Arcanjo Monteiro de Rezende e Francisca de Rezende Lara.
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