Arquivo da tag: Lorenzetto

Sobrenome de família imigrante que viveu em Leopoldina.

Filhos e netos de Biase Lammoglia e Filomena Schettino

Atualizamos o quadro de descendentes de Biase Lammoglia e Filomena Schettino, para atender consulta de visitante do site.

Há vários homônimos de Biase e do filho Antonio e não foi possível distinguir quais informações se referem a cada grupo. É possível que membros da família tenham se instalado inicialmente no estado do Rio de Janeiro e mais tarde se transferido para a zona da mata mineira.

No estado de Minas há referências a Astolfo Dutra, Carangola e Leopoldina. No estado do Rio as indicações são Carmo e Sapucaia.

Além de casamentos com descendentes de imigrantes como Lorenzetto, os descendentes se uniram também a tradicionais famílias de Leopoldina como Fajardo, Ferreira e Lacerda França.

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Leopoldinenses nascidos em novembro de 1917

1 de novembro

Carlos Panza, filho de Francesco Panza e Maria Lammoglia

10 de novembro

Itamar, filho de Ezaú de Lacerda Leal e Maria José de Almeida

13 de novembro

Natalina Lorenzetto, filha de Emilio Lorenzetto e Angela Saggioro

17 de novembro

Palmira dos Santos Carraro, filha de Sante Carraro e Erondina Angélica da Conceição

20 de novembro

Maria de Lurdes, filha de Ismael Bento da Rocha e Ana Vargas Corrêa

25 de novembro

Maria Natalina Sangirolami, filha de Giovanni Sangirolami e Giustina Borella

28 de novembro

Maria, filha de Joaquim Vieira Ramos e Olinta Schettino de Souza

 

 

 

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Leopoldinenses nascidos em maio de 1917

3 de maio

Maria Locci, filha de Giuseppino Locci e Maria José Gonçalves Nobre

5 de maio

Angelina, filha de Braz Bispo Batista da Cruz e Rosa Pedroni

6 de maio

João, filho de Antonio Pereira da Silva e Matilde Portina do Patrocínio

9 de maio

Climário Soares Godinho, filho de Climério Duarte Godinho e Maria Soares

11 de maio

Francisco Zenobi, filho de Enrico Zenobi e Luigia Lorenzetto

13 de maio

Maria Teresa Carraro, filha de Eugenio Carraro e Sebastiana de Oliveira

17 de maio

Maria de Lourdes, filha de Avelino José de Almeida e Nelsina de Medeiros Pinto

18 de maio

Luiza de Souza Martins, filha de Alfredo Martins de Souza e Maria Faria

19 de maio

Iva Lorenzetto, filha de Antonio Lorenzetto e Maria Amélia Alencar

25 de maio

Maria Aparecida, filha de José Honorio de Vargas e Jovenila Martins Machado

27 de maio

Sebastião Pimentel, filho de Aurelio Pimentel e Carolina Marangoni

28 de maio

José Geraldi, filho de Enrico Geraldi e Rosa de Matos

 

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Novembro de 1916

Há 100 anos, nasceram em Leopoldina:

4 nov 1916

Francisco Richardelli  filho de Luigi Richardelli e de Maria Perdonelli

14 nov 1916

Luiza Stievano  filha de Armando Stievano e de Maria Maddalena Meneghetti

17 nov 1916

Nair  filha de José Ignacio de Souza e de Pasqualina Meccariello

20 nov 1916

Rosa  filha de Manoel Rodrigues de Oliveira e de Rosa Rodrigues Vale

23 nov 1916

Nair  filha de Secundino Antonio de Oliveira e de Josefina Martins dos Santos, e

Tereza Lammoglia  filha de Antonio Lammoglia e de Margaretha Lorenzetto

26 nov 1916

Maria Luiza Lorenzetto  filha de Ulisses Lorenzetto e de Olinda Leite Ferreira Santos

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Agosto de 1915 em Leopoldina

Nascimentos

2 ago 1915

João, filho de Antonio Venâncio de Almeida Júnior e de Georgina Silveria de Almeida

3 ago 1915

Marcos, filho de Flavio dos Santos Lisboa e de Antonia Laudelina de Paula

9 ago 1915

Wilton, filho de Abdon Saraiva Carvalho e de Filomena Gonçalves

10 ago 1915

Maria Madalena Lorenzetto, filha de Emilio Lorenzetto e de Angela Saggioro

16 ago 1915

Francisco, filho de Moisés dos Reis Coutinho e de Adelaide Ferreira Brito

17 ago 1915

Rosa dos Santos Carraro, filha de Sante Carraro e de Erondina Angélica da Conceição

24 ago 1915

Maria Zenobi, filha de Enrico Zenobi e de Luigia Lorenzetto

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Há 100 anos em Leopoldina

Nascimentos no mês de julho

4 jul 1915

Augusta filha de João de Melo Gouvêa e de Emilia Teixeira de Melo

11 jul 1915

José filho de José Ignacio de Souza e de Pasqualina Meccariello

13 jul 1915

Gilda Lorenzetto filha de Ulisses Lorenzetto e de Olinda Leite Ferreira Santos

16 jul 1915

Antonio filho de Domingos Ferreira Neto e de Querina Ignacia de Jesus

17 jul 1915

Joaquim filho de Artur Teixeira de Mendonça e de Ana de Araújo Porto

18 jul 1915

Maria Bolzoni filha de Pietro Bolzoni e de Tereza Stefani

26 jul 1915

José Luiz Anzolin filho de Basilio Anzolin e de Antonia Ramanzi

27 jul 1915

Floripes Fanni filha de Giuseppino Fanni e de Maria Antonia de Jesus

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Nascidos em junho de 1915

8 jun 1915

  • José filho de Francisco José Botelho Falcão e de Ana Maria de Oliveira Ramos
  • Ubirajara filho de Frederico Cintra Rodrigues da Costa e de Maria Eliza Gomes
  • América Machado de Andrade filha de Américo José Machado e de Altina de Andrade Neto

10 jun 1915

  • José filho de Antonio Pereira da Silva e de Matilde Porcina do Patrocínio

13 jun 1915

  • Filomena filha de Américo de Castro Lacerda e de Nair da Gama

15 jun 1915

  • Anibal filho de Olímpio Augusto de Lacerda e de Rita Ferreira Brito

16 jun 1915

  • Preciliana filha de José Augusto Tavares Pinheiro e de Rita Batista Monteiro

24 jun 1915

  • Antonio Bartoli filho de Alfredo Bartoli e de Virginia Rosa Carraro

25 jun 1915

  • Francisco filho de Izolino de Macedo Freire e de Maria Cipriana de Carvalho
  • Amelia Maria Saggioro filha de Antonio Saggioro e de Octavia Lorenzetto

 

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Colônia Agrícola da Constança e Igrejinha da Onça

No artigo anterior o Trem de História falou de opinião e política e terminou prometendo mudar o rumo da viagem no vagão de hoje. A razão para a mudança foi o cansaço. Para quem não é do ramo, política é um tema pesado e cansativo.

Cumprindo o prometido, o Trem de hoje segue por outros trilhos e recolhe cargas da Colônia Agrícola da Constança que completa neste mês de abril seus 105 anos de criação. Já a Capela da Onça comemora o Centenário de inauguração em 2015.

De início é bom lembrar que a Colônia surgiu da combinação de diversos fatores como os econômicos e políticos. Não nos parece possível eleger um deles como proeminente, embora a proibição do tráfico de escravos, que estimulou a busca de alternativas para o aumento da produção agrícola, possa ser tida como importante para o surgimento do núcleo. Principalmente se considerado que a economia da região dependia de um número cada vez maior de trabalhadores e estes não existiam no território nacional.

Começaram a chegar os imigrantes, antes mesmo do fim do regime escravocrata. Algumas fazendas, segundo consta, passaram a contar com escravos e trabalhadores livres em suas terras, até que os primeiros migraram para a periferia da cidade.

Aos poucos surgiram e se propagaram os sistemas de parceria e colonato como reguladores da nova relação de trabalho. E a experiência do Senador Vergueiro, em São Paulo, deve ser considerada como elemento difusor do sistema.

Agregando experiências diversas surgiram, então, as primeiras colônias destinadas a imigrantes estrangeiros, que foram sendo aperfeiçoadas. É evidente que uma instituição, como uma Colônia, não provém de causa isolada. Ela surge, na maioria das vezes, como resultado de diversos fatores que perpassam a vida do grupo social na qual é criada. E as razões que levaram à criação da Colônia Agrícola da Constança não são muito diferentes das demais coirmãs. O estudo sobre ela ainda carece de mais pesquisas, uma vez que os trabalhos realizados até aqui sempre estiveram focados na vida dos colonos que nela se instalaram, motivados pela vontade de conhecer homens e mulheres comuns que viveram na Colônia e nos seus arredores. Gente que tinha muita história para contar e, como sugeriu o filósofo alemão Walter Benjamin, relatadas na medida certa possibilitou “escovar o passado” recoberto com a poeira do tempo e trazer para a luz do sol, a importância da Colônia Agrícola da Constança e dos italianos que constituíram o seu núcleo mais ativo e permanente. De importância tal que fez a cidade contar, em 1911, com um Agente Consular Italiano, o Sr. Angelo Maciello, representante de Sua Majestade Vittorio Emanuelle III, Rei da Itália na época.

Uma Colônia que não era pequena. Pois contava, segundo os relatórios anuais encaminhados pelo Administrador à Secretaria Estadual de Agricultura, inicialmente com 60 lotes demarcados. No ano seguinte, eram 65 e, em 1911, este número aumentou para 68. Lotes devidamente cercados e com uma casa de morada coberta de telhas, vendidos principalmente aos imigrantes que ali passaram a cultivar toda sorte de produtos, a maioria deles para serem comercializados na cidade ou na “venda de secos e molhados”, Casa Timbiras, que ficava na entrada do Bairro Boa Sorte e que se transformou num verdadeiro entreposto comercial para uma vasta região.

E quando se recorda a Colônia e a Venda do Timbiras é forçoso tomar o “Caminho do Imigrante” e chegar à Igrejinha da Onça. “Caminho do Imigrante”, um sonho que ainda persiste de dar este nome à via secundária que liga a Igrejinha à entrada do Bairro Boa Sorte.

Capela de Santo Antônio de Pádua

Igreja de Santo Antonio de Pádua que comemora 100 anos e foi escolhida como símbolo dos estudos sobre o Centenário da Colônia por ser a imagem a que sempre se referiam os entrevistados no curso daquelas pesquisas, quando abordados sobre a vida dos mais antigos. Símbolo a que todos se referiam com um misto de saudade e orgulho.

A capela foi construída com a participação e o trabalho dos habitantes da Colônia e das propriedades das imediações. A escritura pública de compra e venda de uma quarta de terra (12.100 m2), lavrada pelo 2º Ofício de Notas de Leopoldina em 21.08.1912, é testemunha inconteste da influência italiana, pelos sobrenomes dos vendedores e compradores: Jesus Salvador Lomba e sua mulher Maria Magdalena Lomba (Proprietários do lote nº 04 da Colônia). Luciano Borella, Otavio de Angelis, Luigi Giuseppe Farinazzo, Ferdinando Zaninello, Agostino Meneghetti e Fausto Lorenzetto. A compra teve a destinação registrada no livro do Cartório: – “imóvel para nele ser edificada uma Capela consagrada a Santo Antonio de Pádua”.

Terminado este breve passeio pelas lembranças desta parte da zona rural do município, o Trem de História volta ao perímetro urbano para, no próximo número do Jornal, falar de outra data importante para a nossa história, a da emancipação do Feijão Cru como Vila Leopoldina.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA
Publicado no jornal Leopoldinense de 16 de abril de 2015

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Há 100 anos

Leopoldinenses nascidos em outubro de 1914

Risoleto José Dorigo 4-out filho de Arturo Ilario Dorigo e de Virginita Anacleto de Alcântara
Aristotelina 5-out filha de Jerônimo Botelho Falcão e de Clotilde Eucheria de Jesus
Maria da Conceição 7-out filha de Antonio Lorenzetto e de Maria Amélia Alencar
Orlando Marinato 10-out filho de Paschoal Celeste Marinato e de Eugenia Nogueira dos Anjos
Maria 12-out filha de Josué de Vargas Ferreira e de Luciana Rodrigues Lacerda
Maria de Lourdes Gadas 14-out filha de Pedro Gadas e de Engracia Marsola
Edson 14-out filho de José Antonio dos Santos e de Maria Pereira de Alencar
Sebastião Marinato 16-out filho de Riccardo Antonio Marinato e de Oliva Palmira Carraro
Dinorah 20-out filha de Olimpio Machado de Almeida e de Maria da Conceição Almeida
Urcemilino 21-out filho de Aristides de Freitas Vale e de Maria Madalena
Francisco 22-out filho de Leonel Ignacio de Oliveira e de Castorina Ignacia de Bem
Geraldo 22-out filho de Benedito Heitor Jendiroba e de Otilia Costa
Maria de Lourdes 24-out filha de Salvador Rodrigues Y Rodriguez e de Maria Tereza de Jesus
Maria Izabel dos Reis 29-out filha de José Custódio e de Maria José das Dores
Maria de Lourdes 31-out filha de Pedro de Oliveira Barbosa e de Maria Monteiro de Castro
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Há 100 anos

Leopoldinenses nascidos em 1914

José 8-set filho de Antonio José Ferreira e de Maria Madalena Noronha
Jonas 11-set filho de Sebastião Damasceno Neto e de Maria José Ferreira
Maria Octavia Gottardo 12-set filha de Michele Arcangelo Gottardo e de Vitalina Duana
Elpidio 14-set filho de Antonio Rodrigues d Oliveira e de Delfina de Moraes Machado
Vicente 15-set filho de José Carlos de Oliveira Ramos e de Geraldina de Freitas
Artur Maragna 24-set filho de Artur Maragna e de Idalina Perillo
Maria Lammoglia 26-set filha de Antonio Lammoglia e de Margaretha Lorenzetto
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