Arquivo da tag: Ferreira Brito

Sobrenome de uma das principais famílias povoadoras de Leopoldina.

Outubro 1918

Nascimentos em Leopoldina:

1 Out 1918,

Maria Tripoli

pais: Umberto Tipoli e Elvira Teixeira da Conceição


3 Out 1918,

Hermes

pais: Virgilio Garcia de Matos e Virgilina Machado

Iolanda

pais: Pedro José Pacheco e Dorcelina Amélia de Jesus


9 Out 1918,

Eugenio Fofano

pais: Carlo Batista Fofano e Amabile Stefani


13 Out 1918,

Antonio Minelli

pais: Giulio Minelli e Maria da Conceição Lopes de Barros


14 Out 1918,

Geraldo

pais: Manoel Francisco da Silva e Francisca Rodrigues de Souza


25 Out 1918,

Graciema

pais: Raimundo de Vargas Ferreira Brito e Horácia Machado da Silva

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Fevereiro de 1918

Nascimentos em Leopoldina

1 Fev 1918,

Argemira

pais: Alvaro de Souza Lima e Maria Augusta Guimarães

Lillo Codo

pais: Alfredo Codo e Luiza Teresa Napolitano

Sebastião Cecilio Marinato

pais: Vincenzo Sante Marinato e Maria Francisca de Jesus


2 Fev 1918,

Antonio

pais: Moisés dos Reis Coutinho Filho e Adelaide Ferreira Brito

Junis Botelho Falcão

pais: Luiz Botelho Falcão V e Ernestina Antunes Barbosa


3 Fev 1918, Ribeiro Junqueira,

Manoel

pais: Mário Alcântara e Carolina de Jesus


6 Fev 1918,

João Bonin

pais: Jacinto Bonin e Marcelina Colle

cônjuge: Maria da Conceição Moreira

Anselmo Deiana

pais:

Enrico Deiana e Silvia Basto Fazzolo


9 Fev 1918,

Antonio Cucco

pais: Giuseppino Cucco e Carolina Farinazzo

cônjuge: Ermelinda Sangirolami


18 Fev 1918,

Manoel de Freitas Ramos

pais: José Carlos de Oliveira Ramos e Geraldina de Freitas

cônjuge: Minah Freitas de Oliveira


19 Fev 1918,

Iracema do Vale

pais: João Rodrigues da Silva Vale e Odilia Dutra do Vale

cônjuge: Vicente Dietz de Almeida


27 Fev 1918,

Ruth Garcia

pais: Silvandino Funchal Garcia e Esmenia Ferreira

cônjuge: José Ribamar de Freitas

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Sesquicentenário de Nascimento

No dia 1 de dezembro de 1867 nasceu em Leopoldina mais uma descendente do “comendador” Manoel Antonio de Almeida: Marieta Rodrigues de Almeida, filha de Francisco Martins de Almeida e Rita Garcia da Natividade.

Mais tarde seus pais transferiram residência para o distrito de Aracati, em Cataguases, onde Francisco Martins faleceu em dezembro de 1915. Em 1873 ele havia adquirido um pequeno lote da Fazenda Monte Redondo que, segundo a pesquisadora Joana Capela, localizava-se em Santana de Cataguases.

Além de Marieta, Francisco e Rita Garcia foram pais de outros treze filhos, todos com grande descendência. Alguns destes filhos também fixaram residência na margem esquerda do Rio Pomba, seja em Aracati ou em Vista Alegre, ambos distritos de Cataguases.

Os avós paternos de Marieta foram Maria Constança de Jesus e Antonio de Almeida Ramos, filho de Manoel Antonio de Almeida e Rita Esméria de Jesus. Os avós maternos foram José Joaquim Pereira Garcia e Mariana Esméria da Natividade, ambos provenientes de famílias da Serra da Ibitipoca.

Marieta casou-se com Honório Rodrigues de Lacerda, filho de Generosa Teodora de Jesus e de Ezaú Antonio de Lacerda, neto paterno de José Ferreira Brito e Mariana Paz de Lacerda. O casal teve, pelo menos, outros dez filhos,  alguns deles nascidos e batizados em Leopoldina.

 

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Sesquicentenário de Nascimento

Filomena Francisca de Oliveira Ramos nasceu em Leopoldina no dia 11 de setembro de 1867. Seu pai, Francisco de Oliveira Ramos, mestre em cantaria, residia no atual Bairro da Onça e era filho de Manoel Domingos de Oliveira e Joana Teodora. Sua mãe, Francisca das Chagas de Nazareth, era filha de Manoel Rodrigues Coelho e Maria de Nazareth, casal estabelecido no Feijão Cru desde 1831, tendo logo depois adquirido um pequeno lote de terras da Fazenda da Cachoeira, então propriedade de Joaquim Ferreira Brito.

Filomena casou-se, em outubro de 1890, com o açoriano Manoel Botelho Falcão, filho de Francisco Botelho Falcão Sobrinho, de cuja família nos ocupamos numa das séries publicadas no jornal Leopoldinense no ano passado. Veja aqui.

Filomena e Manoel tiveram nove filhos: Manoel (1891), Manoel (1892), Maria (1894), Antonio (1896), José (1901), Americo (1902), Rita (1904). João (1907) e Filomena (1909).

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Ana Claudina: 150 anos de nascimento

No dia 28 de agosto de 1867, Ana Claudina de Lacerda nasceu em Leopoldina. Filha de Maria Antonia do Nascimento e de Ezaú de Lacerda Leal, era neta paterna de Lourenço José Leal, e por ele bisneta de Ana e Álvaro Pinheiro Corrêa de Lacerda.

Sua avó paterna foi Ana Catarina Ferreira de Lacerda, filha de José Ferreira  Brito e Mariana Paz de Lacerda. Seu bisavô José era filho de Manoel Ferreira Brito e Maria Teresa de Jesus. Já a bisavó Mariana era filha de Antonio Carlos Corrêa de Lacerda e Ana de Souza da Guarda que, por sua vez, eram pais de Álvaro Pinheiro Corrêa de Lacerda acima citado.

Ana Claudina casou-se com José Augusto de Almeida Gama, com quem teve os filhos Teofilo Augusto, Hipólito, José Augusto, Carlos e Virginia Eulalia da Gama.

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Leopoldinenses nascidos em julho de 1917

9 de julho

Eduviges, filha de Manoel Ignacio Rodrigues e Vitalina Rodrigues de Gouvêa

10 de julho

Lair dos Reis Junqueira, filho de Tomé de Andrade Junqueira e Iria dos Reis Junqueira

12 de julho

Maria Aparecida, filha de Guilherme Pereira Castro e Maria de Vargas Ferreira Brito

17 de julho

Luzia, filha de Benedito Heitor Jendiroba e Zulmira de Oliveira Rodrigues

22 de julho

Maria, filha de Cristino Machado Dias e Maria da Conceição Cabral

31 de julho

Maria, filha de Pacífico de Souza Werneck e Agueda Barbosa de Melo

 

 

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Leopoldinense nascido em 1867

No dia 6 de junho de 1867 nascia Joaquim Cesário de Almeida Neto, filho de Antonio Venancio de Almeida e Rita Virgínia. Era neto paterno de Maria Constança de Jesus e Antonio de Almeida Ramos, sendo este filho de Rita Esméria de Jesus e Manoel Antonio de Almeida, um dos casais povoadores do Feijão Cru.

Herdou o nome de seu avô materno – Joaquim Cesário de Almeida, que era filho de Inacio José do Bem, sendo este filho de Manoel José de Bem e da ilhoa Tereza Maria de Jesus. Inacio era casado com Antonia Maria de Almeida, irmã do Manoel Antonio de Almeida acima citado. A avó materna, Luciana Esméria de Almeida, também era filha de Manoel Antonio de Almeida e Rita Esméria de Jesus.

Joaquim Cesário Neto casou-se em Conceição da Boa Vista, no dia 16 de junho de 1888, com Altiva Ferreira Brito, filha de Ignacio Ferreira Brito, de cuja fazenda fazia parte o terreno onde foi construída a Estação Ferroviária de Recreio. Ignacio Ferreira Brito é considerado um dos fundadores do então distrito, junto com seu irmão Francisco. A sogra de Joaquim Cesário Neto foi Mariana Ozoria de Almeida, filha de seus avós maternos Joaquim Cesário de Almeida e Luciana Esméria de Almeida.

Altiva faleceu um ano após o casamento, provavelmente por complicações do parto da filha homônima, nascida em maio de 1889. Em fevereiro de 1894, seu pai casou-se pela segunda vez com Maria da Encarnação Cimbron, natural da Ilha de São Miguel, nos Açores, filha de José de Medeiros Cimbron e de Teresa de Jesus Ferrão.

Joaquim e Encarnação tiveram, pelo menos, as filhas Aracy (1901) e Alice (1909) nascidas no distrito de Abaíba, em terras que pertenceram ao avô materno de Joaquim.

Joaquim Cesário de Almeida Neto era Alferes da 1ª Companhia do 72º Batalhão de Infantaria da Guarda Nacional.

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150 anos de nascimento

Honório de Vargas Corrêa nasceu em Leopoldina no dia 16 de maio de 1867, filho de Josué de Vargas Corrêa e Rita Guilhermina de Jesus. Era neto paterno de Francisco de Vargas Corrêa, filho de José de Vargas Corrêa e Ana Maria Silveira e de Teresa Maria de Jesus , filha de Francisco Pinheiro e Izabel Silveira.

Honório era neto materno de Antonio Rodrigues Gomes que, segundo Barroso Júnior, foi o escrivão da doação que Joaquim Ferreira Brito fez para constituir o patrimônio de São Sebastião do Feijão Cru. Sua avó materna,  Rita Esméria de Almeida, era filha de Rita Esméria de Jesus e de Manoel Antonio de Almeida, conhecido como “comendador” e genearca da numerosa família Almeida Ramos que povoou Leopoldina.

Honório casou-se em 1889, em Leopoldina, com Mariana Narciza de Lacerda, filha de João Antonio Narciso e Francisca Maria de Lacerda. O casal deixou numerosa descendência pelos seus treze filhos: Rita Guilhermina de Vargas, Josué Vargas Neto, João Narciso Corrêa, Antonia Honoria de Vargas, Alta Aparecida Corrêa, Antonio Corrêa, José Honório de Vargas e Maria Francisca Vargas

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Há 100 anos

Em Leopoldina, MG, no dia 10 de janeiro de 1917, Josué de Vargas Ferreira filho de Antonio José de Vargas Corrêa e de Maria Venancia Ferreira casou-se com Maria de Almeida Lacerda filha de Honório Rodrigues Lacerda e de Marieta Rodrigues de Almeida

O noivo era neto paterno de Josué de Vargas Corrêa e Joaquina Euqueria de Jesus, sendo esta filha de Antonio Rodrigues Gomes, um dos primeiros moradores do Feijão Cru, que formou a Fazenda Águas Vertentes cujo nome deriva da proximidade com a nascente do Córrego do Moinho. Josué era neto materno de Antonio Venâncio de Almeida Brio, o qual era filho do “capitão” João Gualberto Ferreira Brito e de Inácia Maria de Santo Inácio que, por sua vez, era filha de Antonio Prudente de Almeida.

A noiva, também natural de Leopoldina, era neta paterna de Ezaú Antônio Corrêa de Lacerda, filho de José Ferreira Brito e de Mariana Paz de Lacerda. E era neta materna de Francisco Martins de Almeida, filho de Antônio de Almeida Ramos que, por sua vez, era filho do “comendador Manoel Antônio de Almeida, um dos povoadores de Leopoldina.

No mesmo dia 10 de janeiro, Francisco Marçal Ferreira de Rezende filho de Pedro Marçal Ferreira e de Ignez de Castro Rezende, casou-se com Maria do Carmo Rezende filha de Francisco Rezende e de Francisca de Paula Rezende.

E Pedro da Cruz Nogueira filho de Pedro José da Cruz Nogueira e de Maria Marques da Silva, casou-se com Carolina Maria Cazzarini filha de Luigi Cazzarini e de Luigia Maimeri.

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60 – Dos Açores para Leopoldina – II

Logomarca da coluna Trem de História

O Trem de História segue viagem e encontra Luiz Botelho Falcão II, nascido(1) em 10.05.1816, filho de Hierônimo Botelho Falcão e Ana de Jesus, que pode ser o pai do Luiz Botelho Falcão III que viveu em Leopoldina e foi casado com Ana Cecília.

Antes, porém, convém que se faça o registro de que há grande dificuldade para se abordar a família de Luiz Botelho Falcão III, dentre outros motivos, por não se ter indicadores seguros sobre a data provável em que ele teria passado ao Brasil.

Sabe-se, apenas, que já vivia em Leopoldina no ano de 1855, porque seu nome aparece ao lado de Ana Cecília, no batismo de uma filha de Sabino Gomes da Silva; que no Registro de Terras de 1856, embora não conste da lista de proprietários, ele é mencionado como vizinho do Patrimônio de São Sebastião do Feijão Cru e que, em 1859, foi citado(2) por ação contestatória que lhe moveu Lauriano João Celestino Ferreira em virtude de problemas na venda de uma chácara.

Quanto à família também existem lacunas. Não foi encontrado seu casamento e a origem de sua esposa não está clara, como se verá adiante. Sobre os filhos do casal, pode-se supor a paternidade de um deles através do alistamento eleitoral e admitir a hipótese de que tenha sido pai de Luiz Botelho Falcão IV, apesar da fragilidade das fontes literárias onde este último é citado.

Diante de tão poucas fontes confiáveis, para contornar os riscos de se publicar inverdades, neste trabalho foram descartadas as informações orais sem respaldo de outra fonte e feita uma criteriosa análise dos textos impressos a que se teve acesso. A partir daí se chegou a Luiz II, que pode ser o mesmo Luiz III, que faleceu(3) em Leopoldina, em 1878.

Parte dessa dificuldade parece poder ser explicada pelos fatos seguintes. O desaparecimento de notícias sobre Eugênio Botelho Falcão a partir de 1901, bem como o falecimento de Luiz Botelho Falcão IV em 1893, criaram o ambiente propício para se tornarem perenes as referências à família encontradas no obituário deste último. Como ele faleceu com pouco mais de 40 anos, com diversos filhos pequenos e o mais velho com cerca de 15 anos de idade, é lícito supor que não havia quem prestasse informações mais consistentes ao médico Ernesto de La Cerda, autor do obituário.

O fato é que as origens de Luiz Botelho Falcão III e de sua esposa foram inúmeras vezes informadas sem base conhecida. Ele foi tido como nascido em Portugal e ela como pertencente à família Ferreira Brito. E em pelo menos uma publicação, que copiou o texto de La Cerda, houve inversão de origem e o marido ficou sendo membro da família Ferreira Brito. Informações estas que não se sustentam quando comparadas com documentos.

Segundo o registro de sepultamento, Ana Cecília Botelho era filha de João Ides de Nazareth que seria natural de Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores e morava na região de Bom Jardim de Minas antes de se transferir para o Feijão Cru. Em Bom Jardim, João Ides se casara com Maria Justina Ferreira, em 1810, filha de Justino José Corrêa de Lacerda e de Ana Justina Ferreira. Esta Maria Justina era neta paterna de Antonio Carlos Corrêa de Lacerda e Ana de Souza da Guarda, e neta materna de Manoel Ferreira Brito e Maria Tereza de Jesus. Vale dizer que a primeira esposa de João Ides de Nazareth era sobrinha-neta de Joaquim Ferreira Brito, genearca de uma das famílias povoadoras de Leopoldina. Portanto, da família Ferreira Brito. Ocorre que João Ides ficou viúvo e se casou pela segunda vez com Maria Emerenciana de Santana, com quem teve, entre outros, a filha Ana Cecília que parece não ter parentesco algum com os Ferreira Brito da primeira esposa do seu pai.

Através do estudo de Carlos Machado(4), especialista nas famílias miquelenses, sabe-se que o filho de Hierônimo Botelho Falcão e Ana de Jesus, de nome Luiz, passou ao Brasil por volta de 1850. Provavelmente junto com um Antonio Botelho Falcão, provavelmente o jovem nascido no dia 20.07.1834(5). Este Antonio era filho de Antonio Botelho Falcão III e de Ana Thomazia de Arruda, neto paterno de Francisco Botelho Falcão II e de Antonia de Jesus Maria.

E para fechar a carga do vagão de hoje resta esclarecer que Luiz II e Antonio nasceram na mesma Freguesia de Santa Cruz, Concelho Lagoa, Ilha de São Miguel, Açores, Portugal. E que Hierônimo, pai de Luiz II, era filho de Manoel Botelho Falcão III e irmão de Francisco Botelho Falcão II, avô paterno do Antonio acima citado.

Confuso?  Fique tranquilo. São os normais “cruzamentos” das linhas genealógicas. Confusos como um pátio de manobras de ferrovia, onde as linhas se cruzam, mas o Trem, inclusive o de História, sempre encontra o caminho a seguir. Na próxima viagem, tem mais.


Fontes consultadas:

1 – Biblioteca Pública e Arquivo Regional dos Açores, N.9 L.11 batismos Santa Cruz 1815-1820 fls 14v img 15.

2 – Correio Oficial de Minas (Ouro Preto) 17.11.1859 ed 299 p.4.

3 – A Actualidade (Ouro Preto) 26.12.1878 ed 147 p.3.

4 – CANTO, Ernesto do e MACHADO, Carlos, Livro de Genealogias, ficha 231.

5 – Biblioteca Pública e Arquivo Regional dos Açores, lv 14 bat 1832-1838 Santa Cruz, Lagoa, fls 116v img 117.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA

Publicado no jornal Leopoldinense de 07 de outubro de 2016

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