Arquivo da tag: Exposição

Apresentação de ideias, objetos ou obras de arte.

Festa do Imigrante Italiano em Leopoldina

Festa do Imigrante Italiano em Leopoldina1
  • Share on Tumblr

Ainda bem que o feijão não cozinhou!

Por ter permanecido cru foi possível germinar, reproduzir e alimentar tantas pessoas que passaram e continuam passando pela nossa Leopoldina. E permitir que recebêssemos a atenção de um Alexandre Moreira, cujo olhar identificou outras sementes em nossa trajetória, passando pelo tamarindo do poeta paraibano e encontrando o girassol do leopoldinense poeta do rock.

Obrigada, Alexandre. Assim como eu me emocionei com a sua dedicação e carinho para com a história da Leopoldina, certamente muitos outros, moradores e forasteiros, ficarão gratos pela belíssima exposição que você organizou.

Que todas as escolas levem seus alunos à Casa de Leitura Lya Botelho, oferecendo aos jovens a oportunidade de conhecer aspectos da nossa história que não estão frequentando as salas de aula! Que muitos moradores da cidade destinem alguns momentos para se reencontrarem com o passado nas dependências do casarão da Rua José Peres número 4! Que os patriarcas e matriarcas de nossa sociedade possam aí se emocionar e revolver seus baús de memórias para recontá-las a quantos quiserem ouvi-los! E que, como você declarou, outras instituições deem continuidade a esta iniciativa, favorecendo “a construção de autoestima e preservação dos nossos bens materiais e imateriais”.

Desejo, principalmente, que você receba os meus agradecimentos como a mais genuína manifestação de quanto bem você nos faz!

Fragmentos da Memória Leopoldinense

Leia mais...

A exposição “DO FEIJÃO CRU AO GIRASSOL MARAVILHOSO: FRAGMENTOS DA MEMÓRIA LEOPOLDINENSE” acontece entre os dias 16 de setembro e 21 de dezembro de 2013, na Casa de Leitura Lya Botelho (R. José Peres, 4 – centro – Leopoldina-MG

Horário de Funcionamento:

  • de segunda a sexta, das 8:00 às 11:30h e das 13:00 às 17:00h
  • aos sábados, das 8:00 às 11:30h

 Agendamento para Escolas e grupos:
Através de e-mail (casadeleitura@gmail.com) solicitando a visita, reportando o nome da Escola ou grupo, série, número de alunos e professores, dia e hora que gostariam de realizar a visitação.

  • Share on Tumblr

O Direito ao Passado

A leitura de um artigo de Maria Célia Paoli, disponível em http://www.fae.ufmg.br/labepeh/PREFEITURA/memoriahistoria.pdf, suscitou uma série de reflexões sobre o que está sendo feito pela construção da cidadania em nossos espaços educativos, seja nas escolas ou nas demais instituições. Com o título “Memória, História e Cidadania: o direito ao passado”, logo no início a autora diz que,

“quando se fala em patrimônio histórico, pensa-se quase sempre em uma imagem congelada do passado. Um passado paralisado em museus cheios de objetos que ali estão para atestar que há uma herança coletiva – cuja função social parece suspeita. Monumentos arquitetônicos e obras de arte espalhadas pela cidade, cuja visibilidade se achata no meio da paisagem urbana, Documentos e material historiográfico que parecem interessar somente a exóticos pesquisadores.”

Por conta desta visão parcial, que não percebe o homem construindo e reconstruindo o espaço, muitas vezes nos sentimos meio deslocados quando sugerimos uma atividade de resgate cultural em nossas pequenas cidades. Quantas vezes recebemos, como resposta, um olhar de descrédito e palavras desestimulantes, geralmente repetindo velhas fórmulas sobre o desinteresse dos moradores?

Por isto as palavras de Paoli se revestem de um significado especial. Neste artigo ela ressalta que as posições antagônicas, como pensar que tudo deve ser conservado em contraposição aos que defendem a substituição pelo moderno, indica um modo de pensar a história de forma totalmente abstrata. Segundo a autora,

“Isto aponta claramente para uma sociedade destituída de cidadania, em seu sentido pleno, se por esta palavra entendermos a formação, informação e participação múltiplas na construção da cultura, da política, de um espaço e de um tempo coletivos.”

O que nós, os “exóticos pesquisadores” queremos, é manter abertas outras portas que permitam ao cidadão repensar sua posição no mundo, fazer escolhas, ser informado e participar da construção de seu próprio tempo.

Este nosso comentário objetiva manifestar a grande satisfação com a notícia de que o poder público de Recreio está empenhado em ampliar a agenda da Exposição Agro-Pecuária de 2007. Durante o evento, será realizada uma exposição fotográfica, com a curadoria de Pedro Dorigo, constando de imagens da cidade e de muitos dos personagens que construíram a história de Recreio.

  • Share on Tumblr

Antigos Hotéis de Recreio, MG

No post publicado no dia 1º de janeiro de 2007, informamos que o Arraial Novo contava com dois locais de hospedagem, conforme se depreende da análise do livro do Cartório de Notas de Conceição da Boa Vista 1884-1885, folhas 124 a 127. Comentando tal informação, escreve Pedro Dorigo:

“Quando criança, lembro-me de dois hotéis, em Recreio: Hotel Pinho, de propriedade (ou arrendamento) de Sebastião (Zim) Teixeira de Castro [filho de José Teixeira de Castro e Francisca de Almeida]; Hotel Recreio, do Sr. José Moreira. Mas é claro que houve outros proprietários. Sei que o Hotel Recreio, talvez nas primeiras décadas de 1900, pertenceu ou foi arrendado por Serafim Coimbra e que o Hotel Pinho pertenceu à mesma família proprietária do Bazar Pinho [antigo Empório Tomasco], pais de Guilhermino Martins.”

Aproveitamos este comentário para lembrar que, com o novo destino dado a uma parte da Fazenda Laranjeiras, foi necessário atender a demandas específicas do espaço urbano. Entre elas, locais de hospedagem e um comércio mais diversificado como o representado pelo Empório Tomasco, depois Bazar Pinho, abaixo em fotografias que farão parte de uma exposição programada para julho deste ano de 2007. Acrescentamos, para melhor esclarecimento dos leitores, que Guilhermino Martins era genro, e não filho dos proprietários do Hotel Pinho, conforme informou sua bisneta Mercês Martins Simão.

Esta fotografia foi tomada, provavelmente, na primeira década do século XX. A localização do prédio é a esquina diagonal oposta à do extinto casarão dos Melido.
Nesta outra imagem a casa comercial já está com o nome Bazar Pinho. A data no alto do prédio, pouco abaixo do telhado, é 1912 ou 1914. Atualmente o prédio pertence a Arcelino de Oliveira Simão (genrod e Guilhermino Martins, antigo proprietário, e filho de Américo Simão),cuja praça, em frente, leva o nome de seu pai.
  • Share on Tumblr

Vernissage de Elias Fajardo em Leopoldina

19 a 27 de dezembro de 2010 no Hotel Minas Tower

  • Share on Tumblr

Quem não é de sua terra não é de lugar nenhum

Convite para exposição de pinturas de Elias Fajardo e lançamento de seu livro.

 

  • Share on Tumblr

Exposição Fotográfica em Piacatuba

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
  • Share on Tumblr