Arquivo da tag: Brandão

Sobrenome de família leopoldinense.

103 – Átila Lacerda da Cruz Machado – Antepassados

O Trem de História traz do passado mais um personagem que se destacou em Leopoldina: Átila Lacerda da Cruz Machado.

E neste primeiro vagão de uma composição de três carros, pretende falar sobre este cidadão que nascido em Barbacena (MG) a 22.12.1911, durante quase cinquenta anos viveu, criou a sua família e prestou relevantes serviços à comunidade leopoldinense. Um cidadão que, no dizer de Mário de Freitas, destacava-se

“pela distinção das maneiras e nobreza de espírito. Nobre sim, porque a verdadeira nobreza é ter-se um bom coração e um caráter íntegro – qualidades essas que lhe não faltavam. Era um cidadão de bondade ampla, sem afetação. Sendo modesto, aparentava aristocrática maneira e sóbria elegância, grangeando na sociedade local um conceito que muito o recomendava. Outra virtude sua era, quando requisitado, espargir nos corações a luz da concórdia e do amor, mormente aos deserdados da sorte. Como verdadeiro rotariano, outra cousa não fez na vida senão servir, o que foi uma constante aqui na terra. A essas pessoas, meus amigos, é que se dá, lá em cima, a incumbência de acender as estrelas.”

Átila Lacerda da Cruz Machado era filho de Clariêta (de Araújo) Lacerda da Cruz Machado e de Átila Brandão da Cruz Machado. Pelo lado paterno, era neto de Arthur Carneiro da Cruz Machado, um dos filhos de Antonio Cândido da Cruz Machado, o Visconde de Serro Frio.

Clariêta de Araújo Lacerda era filha de Modesto de Araújo Lacerda (1859 – 1916) e Maria Amélia Dias de Toledo. Neta paterna de Manuel Francisco de Araújo e Maria Inocência de Lacerda. Segundo o mesmo Freitas, era uma educadora de méritos invulgares e pedagoga respeitada.

Átila Brandão, um barbacenense nascido em 1888, faleceu em 1921, aos 33 anos incompletos, na sua cidade natal, vítima de um surto da gripe espanhola. Era Filho do médico, Dr. Artur Carneiro da Cruz Machado nascido no Serro (MG) em 1853 e falecido em Barbacena em 1925 e de Maria Amélia da Silva Brandão, nascida em Itaguaí (RJ) em 1860 e falecida em Barbacena em 1925.

Era cirurgião-dentista formado pela Escola Americana d’O Granbery, em Juiz de Fora (MG) e foi preparador das cadeiras de Física, Química e Ciências Naturais no Colégio Militar da sua Barbacena (MG).

Átila Brandão e Clariêta Lacerda tiveram cinco filhos, todos nascidos em Barbacena (MG): 1) Moacyr Lacerda da Cruz Machado (*1909 – +2000), que foi juiz de direito no Rio Grande do Sul; – 2) Jayr Lacerda Cruz Machado (1910), pai do genealogista e Coronel Médico, Attila Augusto Cruz Machado; 3) Átila Lacerda da Cruz Machado, personagem central deste trabalho; 4) Oswaldo Lacerda Cruz Machado (*1914 – +1992), que serviu ao Exército Brasileiro, na então aviação militar, como cabo telegrafista de vôo e, com a criação do Ministério da Aeronáutica, migrou para a Força Aérea no posto de 3º sargento telegrafista; e, 5) Carlos Mário Lacerda Cruz Machado (*1915 – +2000), major-farmacêutico da Aeronáutica, professor e oficial categorizado da Escola Preparatória de Cadetes do Ar em Barbacena (MG), professor da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro e do Colégio Leopoldinense, atual Colégio Estadual Professor Botelho Reis.

Ajustando o foco para o personagem leopoldinense que se pretende estudar neste trabalho, registra-se que em 27.02.1935 ele se casou com Herondina Domingues da Cruz Machado, com quem teve cinco filhos: Helenice, Lincoln, Maria, Raphael e Míriam.

Herondina, nascida em 07.09.1916, era filha de Idalina Narcisa Gomes Domingues e Raphael Domingues, um destacado comerciante português estabelecido na esquina da Rua Plóbio Cortes de Paula com a Praça General Osório. Sobre a família de Herondina se ocupará um artigo futuro.

Mas obedecendo ao sinal de aproximação do limite do espaço do Jornal, o Trem de História faz uma parada para imaginário reabastecimento, prometendo seguir a viagem na próxima edição do Leopoldinense, contando um pouco sobre a vida e obra de Átila Lacerda da Cruz Machado. É só aguardar um pouquinho.


Fontes Consultadas:

Colégio Brasileiro de Genealogia, Áttila A. Cruz Machado, Carta Mensal 109, ago-set/2012, p. 05 a 07.

Leopoldinense – GLN Grupo Leopoldinense de Notícias. Leopoldina, MG: 2003, ano 1 nr 15 pag 3.

MACHADO, Áttila A. Cruz, Revista Aeronáutica nº 254, jan-fev/2006, p. 17. Disponível em <http://www.caer.org.br/portal/phocadownload/userupload/revistas/revista254/revcaer254.pdf>. Acesso em 09 out. 2016

RODRIGUES, José do Carmo. Átila Lacerda da Cruz Machado. Disponível em <josedocarmo.blogspot.com/2010/02/atila-lacerda-da-cruz-machado.html>. Acesso em 31 out. 2016.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA

Publicado na edição 355 no jornal Leopoldinense de 16 de maio de 2018

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Eleitores da Piedade em 1851

Entre junho de 1850 e fevereiro de 1851 foi feita uma convocação de eleitores de São João Nepomuceno, sede de um vasto território que incluía o então Distrito do Feijão Cru. Analisando os nomes dos eleitores convocados, observamos que o então Curato de Nossa Senhora da Piedade era o 4º quarteirão do Feijão Cru e contava, naquele momento, com os seguintes eleitores:

  • Antonio Nunes de Oliveira
  • Alvaro José Antonio
  • Antonio Pereira Duarte
  • Antonio Rodrigues de Oliveira
  • Antonio de Sá Rocha
  • Cláudio José de Miranda
  • Claudino Vieira da Silva
  • Domingos Henrique de São Nicácio
  • Domingos José de Miranda
  • Ezequiel Henriques Pereira Brandão
  • Eufrazio Ferreira de Melo
  • Fortunato Ferreira de Melo
  • Francisco Xavier de Souza
  • Francisco Luiz Pereira
  • Francisco da Silva Pereira
  • Francisco Gonçalves Ferreira
  • Francisco José de Miranda
  • Francisco Neres da Silva
  • Hipólito Pereira da Silva
  • José Ferreira de Melo
  • José Rodrigues de Miranda
  • José Rodrigues de Sá
  • João Patrício de Moura
  • José Soares
  • José Nunes de Moraes
  • João Pedro de Souza Filho
  • Joaquim Nunes de Moraes
  • Luiz Tavares de Oliveira
  • Luiz Pereira da Silva
  • Manoel Henrique Porto Maia
  • Manoel Bernardes da Silva
  • Manoel Nunes de Moraes
  • Manoel Jacinto de Oliveira
  • Manoel Pereira Valverde
  • Manoel Roiz do Nascimento
  • Nicolao Gomes de Oliveira
  • Silverio Luiz Pereira
  • Tristão Policarpo de Oliveira
  • Venceslau Gonçlves Campos
  • Vicente Alves Ferreira
  • Vital Antonio de Oliveira
  • Vital Antonio de Mendonça
  • Vital Inacio de Moraes
  • Vasco Ferreira de Melo
  • Zeferino Inacio de Souza
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Leopoldinenses nascidos em abril de 1912

NASCIMENTO
PAI
MÃE
Zelia Monteiro de Barros
6 Abril
Marco Aurélio Monteiro de Barros
Laura Monteiro da Silva
Nilo de Almeida Brum
8 Abril
Venâncio Gottschalk de Almeida
Maria do Canto Brum
Sebastião
16 Abril
Paulino José do Rego
Maria Virginia de Oliveira
Geraldo
19 Abril
Avelino José de Almeida
Nelsina de Medeiros Pinto
Honorina
24 Abril
Vital Ignacio de Moraes
Julieta Vieira de Oliveira
Hituil
27 Abril
Luiz de Oliveira Brandão
Ondina Werneck
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Reconhecimento de Paternidade

No século dezenove o reconhecimento de paternidade poderia ser feito através de registro em livros paroquiais ou civis.

Apresentamos aqui um exemplo de “Escritura de Perfiliação” realizada por Antonio de Aguiar Vieira, em relação a três filhos tidos com uma escrava, no então distrito de Nossa Senhora da Conceição da Boa Vista, município de Leopoldina, MG, em março de 1871.

Escritura de Perfiliação

Transcrição:

Escriptura de Filiação que digo escriptura publica de prifiliação que fas Antonio de Aguiar Vieira, a seus tres Filhos Rita, Manoel, e Antão como abaixo se declara.

Saibão quantos este publico instrumento de escriptura de prifiliação virem que sendo no anno do Nascimento de Nosso Senhor Jezus Christo, de mil oito centos e Setenta e hum aos vinte sete dias do mes de Março do dito anno, neste Districto de Nossa Sinhora da Conceição da Boa Vista, Termo da Cidade Leopoldina, e Comarca do Pomba, em meu cartório compareceo Antonio de Aguiar Vieira, morador neste Mesmo Districto, reconhecido pelo proprio de mim escrivão, e das duas testemunhas ao diante nominadas e assignadas do que tudo dou fé; e pelo mesmo Antonio de Aguiar Vieira, me foi entregue a carta de prifiliação do thiôr seguinte: – digo eu abaixo assignado Antonio de Aguiar Vieira, morador neste Districto da Conceição da Boa Vista, que tendo tres Filhos com huma escrava que foi minha por nome Maria Ritta, os quaes são os seguintes: – Ritta Parda, idade sete annos, Manoel Pardo, idde ceis annos, Antão Pardo, idade hum anno e sete mezes, os quaes reconheço serem meus Filhos proprios assim como os tenho. E para atodo tempo constar, mandei passar esta carta de Filiação, na qual me assigno em presença das testemunhas Antonio Pedro de Lima Fernandes, e Martinho Pacheco Lima, ambos abaixo assignados. Conceição da Boa Vista – vinte sete de Março de mil oitocentos e setenta e hum, a carta estava sellada – com estamplilha de duzentos reis. Antonio de Aguiar Vieira, Antonio Pedro de Lima Fernandes, Martinho Pacheco Lima. Hé o que se continha em a dita carta na qual me reporto. E por nada mais se conter nesta escriptura de prifiliação, e depois de lhe ser lida e achar com forme, assigna em presença das testemunhas Martinho Pacheco Lima, e Martinho José de Oliveira, tão bem abaixo assignadas todas reconhecidas de mim Manoel José do Carmo Brandão escrivão que o escrivi e assigno.

(assinaturas, pela ordem: Antonio de Aguiar Vieira, Martinho Pacheco Lima, Martinho José de Oliveira, Manoel José do Carmo Brandão)

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Autoridades do distrito do Rio Pardo

Capítulo da História de Argirita publicado em 2003.

Antes da organização do distrito, o povoado tinha sua representação no padre que dava assistência aos moradores e no Juiz de Paz, eleito em assembléia da unidade administrativa a que pertencesse o território.

Dos padres trataremos em outro capítulo. Para identificar os primeiros Juizes de Paz seria necessário encontrar o livro do cartório notarial de Rio Pomba, sede administrativa da época. Infelizmente, segundo informações que nos foram passadas pela Prefeitura de Rio Pomba, um incêndio destruiu o acervo relativo ao período que nos interessa.

O primeiro livro cartorial do Distrito do Espírito Santo abrange os anos de 1839 a 1845. Encontra-se no Arquivo da Prefeitura Municipal de Mar de Espanha, muito danificado, com pouquíssimas páginas em condições de serem lidas. Outra fonte, o primeiro livro cartorial do Distrito do Rio Pardo, iniciado a 19.02.1841, pertencente ao acervo do Arquivo da Prefeitura de Leopoldina, em fase de restauração. Em nenhum dos dois livros foram registradas informações sobre os Juizes de Paz em exercício até 1851.

Entre abril de 1841 e julho de 1851, estando o Rio Pardo subordinado a São João Nepomuceno, no Arquivo da Prefeitura Municipal daquela cidade deveriam ser encontradas as Atas de Assembléias Eleitorais. Surpreendentemente porém, nada foi localizado até o momento que dissesse respeito a eleições deste distrito. Desta forma, a informação mais antiga que conseguimos apurar, através de documento encontrado no Arquivo Público Mineiro, é a que trata da Qualificação de Eleitores do Rio Pardo em fevereiro de 1851. Pela ata ficamos sabendo que o Juiz de Paz era Antônio Bernardes de Carvalho e que os eleitores escolheram para a formação da mesa os senhores João Evangelista Coimbra, Custódio Dias Moreira e Antônio Júlio da Paixão.

Morador do 3º quarteirão, Antônio Bernardes de Carvalho nasceu por volta de 1800, era lavrador, e em 1853 estava casado com Maria Bárbara Nunes, mãe de Felisberto Rodrigues Pereira Brandão. De um relacionamento anterior com Ana Maria da Assunção, Antônio Bernardes tivera os filhos Carlos José Jacinto de Carvalho, Antônio Alves de Oliveira Carvalho e Maria Antônia de Jesus, esposa de Felisberto Rodrigues Pereira Brandão.

João Evangelista Coimbra era solteiro em 1851, carpinteiro de profissão, nascido por volta de 1818, residente no 4º quarteirão de Rio Pardo. Segundo escritura de compra e venda de bens de raiz encontrada no Livro 3 do Cartório de Notas de Argirita 1862-1867, era filho de Joaquim Manoel de Coimbra e Teodora Messias Candida de Assis, provavelmente os primeiros moradores do território onde mais tarde foi criado o distrito de Tebas. Segundo algumas fontes documentais, o pai de João Evangelista seria o Manoel Joaquim de Tebas que deu origem ao nome do distrito. .

Custódio Dias Moreira nasceu em 1798, era lavrador, residente no 6º quarteirão, casado. Assim como a família Coimbra, os Dias Moreira foram numerosos na região.

Antônio Júlio da Paixão foi negociante, nasceu por volta de 1815 e em 1851 residia no 1º quarteirão, casado. É um dos nomes mais freqüentes entre os chamados “homens bons” que dominaram a política do Rio Pardo segundo nos mostram os documentos.

É sugestivo observar que os três mais votados para compor a mesa eram residentes em quarteirões diferentes. Considerando que João Evangelista Coimbra obteve 56 votos e o seu quarteirão contava com 28 eleitores, que Custódio Dias Moreira teve o mesmo número de votos e residia num quarteirão com 31 eleitores, e que Antônio Júlio da Paixão ficou com 40 votos sendo de um quarteirão com 14 eleitores, julgamos válido supor que os três tinham influência política também fora dos limites de sua própria jurisdição. Lembremo-nos que a expressão “curral eleitoral”, de sentido tão pejorativo hoje em dia, teve origem na liderança exercida por moradores sobre seus vizinhos de quarteirão.

Já em 1853, segundo nos informa Celso Falabella, Inácio Nunes de Moraes foi um dos eleitos para o cargo de Juiz de Paz do Rio Pardo. No período que vai de julho de 1851 a abril de 1854, o distrito esteve subordinado a Mar de Espanha e as Atas Eleitorais deveriam estar nos livros daquele município. A exemplo do ocorrido em São João Nepomuceno, também ali não logramos êxito nas buscas. Sabe-se que naquela época eram 2 os eleitos para o cargo. No mesmo período em que Celso Falabella cita Inácio Nunes de Moraes, sabemos que Antônio Júlio da Paixão exercia o mesmo cargo. Desconhecemos o número de votos de cada um e, conseqüentemente, qual deles era o 1º e o 2º.

É a partir de 1854 que se torna mais fácil acompanhar a história do Rio Pardo porque, subordinado a Leopoldina, teve a maioria de seus registros preservados pelo Arquivo da Prefeitura daquela cidade. Ainda assim encontraremos um intervalo sem documentos, já que em 1868 a cidade de Mar de Espanha requisitou e conseguiu administrar Rio Pardo por algum tempo.

Resumindo o que pudemos apurar temos então os seguintes detentores do cargo de Juiz de Paz do Distrito de Bom Jesus do Rio Pardo, de acordo com o ano em que foram empossados:

1851 Antônio Bernardes de Carvalho
1853 Antônio Júlio da Paixão
Inácio Nunes de Moraes
1857 Gonçalo de Souza Lima
Cândido José de Barros
Inácio Nunes de Moraes
1.857 Antônio Júlio da Paixão toma posse em substituição a Gonçalo de Souza Lima
1859 José Vieira da Silva, eleito por Dores do Monte Alegre
Manoel Dornelas da Costa, eleito por Dores do Monte Alegre
1860 José Furtado de Mendonça, eleito por Dores do Monte Alegre
1861 Firmino Antônio de Lima
1862 Antônio Júlio da Paixão
Francisco Antônio da Cunha
Cândido José de Barros
Joaquim José Coimbra
José Joaquim Barbosa, especial de Dores do Monte Alegre.
1863 Albino Silvino de Lima e Melo
Joaquim Soares Ferreira, eleito por Dores do Monte Alegre
1865 Emygdio José de Barros
Francisco Antônio da Cunha
Antônio Bernardes de Carvalho, eleito por Dores do Monte Alegre.
João Antônio Martins
Felisberto Rodrigues Pereira Brandão, especial de Dores do Monte Alegre.
José Vieira da Silva, especial de Dores do Monte Alegre.
1866 Jacob Dornelas da Costa
Manoel Luiz Pereira
José Antônio Nunes de Moraes, eleito por Dores do Monte Alegre.
1867 Francisco Antônio da Cunha
1877 Francisco Rosa Cândido
1881 Joaquim Pereira de Sá
Antônio Hermogêneo Dutra
1883 Valério de Souza Meireles
Joaquim Teixeira de Meireles
Antonio Cardoso Brochado Júnior
1888 Antônio Hermogêneo Dutra
1891 José Maria Furtado de Souza
1892 José Teixeira Meireles
1894 Manoel Marinho da Cunha
Jerônimo Fernandes das Chagas

Muitos deles serão citados em outros capítulos por sua participação em outras atividades ou por fazerem parte de famílias melhor estudadas. Faz-se necessário acrescentar, ainda, as seguintes autoridades:

–          Antônio Bernardino Damasceno tomou posse como Fiscal do distrito a 16.02.1883;

–          Antônio Rodrigues de Barros, indicado para Fiscal do distrito a 30.07.1877;

–          Antonio Júlio da Paixão tomou posse como Vereador em Leopoldina a 09.04.1862 e como 3º substituto de Juiz Municipal, também em Leopoldina, em 05.03.1866;

–          João Antonio da Costa Coimbra, Vereador empossado em Leopoldina a 07.01.1881;

–          João Evangelista Coimbra, Vereador suplente empossado em Leopoldina a 09.10.1862;

–          Joaquim Pereira de Sá, Vereador com posse em Leopoldina a 07.01.1887

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Resultado de uma Eleição em 1852

 

Em setembro de 1852 foi realizada, em Piacatuba, uma Assembleia Paroquial para eleger sete vereadores para formar a Câmara Municipal de Mar de Espanha, e quatro juízes de paz para o Distrito do Feijão Cru.

Livro 1 de Atas de Assembleias Eleitorais de Piacatuba

Resultado apurado para vereador:

Nomes: Votos
Francisco Correa Pinto 93
Joaquim Vidal Leite Ribeiro 79
Domiciano Mateus Monteiro de Castro 70
José Joaquim Ferreira Monteiro de Barros 69
Joaquim Antonio de Almeida e Gama 67
Domingos Eugenio Pereira 62
Domingos da Costa Matos 51
Emidio José de Barros 41
Antônio José de Carvalho 39
Custódio Ferreira Leite 27
José Dutra Nicacio 22
José Garcia de Matos 20
Domiciano Alves Garcia 17
Francisco Soares Valente 16
José Augusto Monteiro de Barros 08
Francisco de Paula Galdino Leite 08
Francisco Teixeira Alves 03
Manoel José Pires 02
João Pereira da Silva 02
João Gualberto Ferreira Brito 02
Antonio José Monteiro de Barros 02
José Antonio de Matos 01
José Eugênio Teixeira Leite 01
Antonio Avelino Teixeira Alves 01
Manoel José Monteiro de Barros Galvão de São Martinho 01
José Soares Valente 01
Joaquim Cláudio Nogueira 01
Claudino Vieira da Silva 01

Resultado para Juiz de Paz:

Nome: Votos
Claudino Vieira da Silva 77
Custódio Dias Moreira * 71
Antônio Pereira da Silva * 71
Joze Henriques da Mata 68
Manoel de Sá Rocha 21
Luiz Pereira da Silva 20
João Patricio de Moura e Silva 20
Francisco Henriques Júnior 18
Teodoro Antunes da Costa 15
Ezequiel Henriques Brandão 06
João Batista Mendes 06
Vital Antonio de Mendonça 05
José Fajardo de Melo 02
Domingos Henriques de São Nicácio 02
Hipólito Pereira da Silva 01
Manoel Henriques 01

 

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