Arquivo da tag: Borella

Sobrenome de família imigrante que viveu em Leopoldina.

Leopoldinenses nascidos em novembro de 1917

1 de novembro

Carlos Panza, filho de Francesco Panza e Maria Lammoglia

10 de novembro

Itamar, filho de Ezaú de Lacerda Leal e Maria José de Almeida

13 de novembro

Natalina Lorenzetto, filha de Emilio Lorenzetto e Angela Saggioro

17 de novembro

Palmira dos Santos Carraro, filha de Sante Carraro e Erondina Angélica da Conceição

20 de novembro

Maria de Lurdes, filha de Ismael Bento da Rocha e Ana Vargas Corrêa

25 de novembro

Maria Natalina Sangirolami, filha de Giovanni Sangirolami e Giustina Borella

28 de novembro

Maria, filha de Joaquim Vieira Ramos e Olinta Schettino de Souza

 

 

 

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Leopoldinenses nascidos em junho de 1917

2 de junho

Maria da Conceição Bolzoni, filha de Angelo Giovanni Bolzoni e Maria Fernandes

José Longordo, filho de Pedro Antonio Longordo e Francesca Lammoglia

14 de junho

Antonio Sangirolami, filho de Egidio Sangirolami e Pierina Mariana Borella

18 de junho

Helio Cobucci, filho de Gaspar Cobucci e Maria Teresa Monteiro Galvão de São Martinho

26 de junho

Sebastião Gottardo, filho de Michele Antonio Gottardo e Vitaliana Duana

 

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Centenário de Nascimento

Nascimentos em Leopoldina

01 jan 1917

Antonio

Pai: Francisco Benedito do Nascimento

Mãe: Rosa Corradin


07 jan 1917

Ozieta

Pai: João Ventura Gonçalves Neto

Mãe: Alcina Paula Moraes


08 jan 1917

Ana

Pai: João Ferreira de Oliveira

Mãe: Maria Lazarina Duana

Dorotea Zamboni

Pai: Francesco Zamboni

Mãe: Orsola Pagano


11 jan 1917

Eunice Maciello

Pai: Angelo Maciello

Mãe: Sarah de Oliveira Rocha

Maria de Lourdes

Pai: José Augusto Monteiro da Silva Filho

Mãe: Maria da Glória de Aguiar


18 jan 1917

Rosa Maria Sangalli

Pai: Arturo Sangalli

Mãe: Maria Stella Borella

Sebastiana

Pai: Pedro Pacheco de Carvalho filho

Mãe: Manoela Rodrigues de Moraes


24 jan 1917

Francisco Gigli

Pai: Celso Gigli

Mãe: Ida Fontanella


26 jan 1917

Maria de Lourdes Pedroni

Pai: Angelo Pedroni

Mãe: Maria Pedroso de Oliveira


27 jan 1917

Eliza Bartoli

Pai: Alberto Bartoli

Mãe: Natalina Sardi


29 jan 1917

Lauro

Pai: Joaquim Martins de Almeida filho

Mãe: Maria Julia Silva

Rosa Bartoli

Pai: Alfredo Bartoli

Mãe: Virginia Rosa Carraro


30 jan 1917

Nizia Lacerda

Pai: Custódio Lacerda Filho

Mãe: Etelvina Rodrigues Ferreira

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Março de 1916

Há 100 anos nasceram em Leopoldina:

2 mar 1916

Cecilia Lammoglia

filha de Francisco Alves Lammoglia e de Luiza Guersoni

3 mar 1916

José

filho de Cristino Machado Dias e de Maria da Conceição Cabral

4 mar 1916

Stella Ramos Cerqueira

filha de Garibaldi Cerqueira e de Laura Ramos

5 mar 1916

Luiz Marcatto

filho de Alessio Fortunato Marcatto e de Rosa Elisa

8 mar 1916

Angelina Ana Sangirolami

filha de Egidio Sangirolami e de Pierina Mariana Borella

8 mar 1916

Maria Helena

filha de Plautino Dias Soares e de Carmelita Tavares Pinheiro

9 mar 1916

José de Oliveira Vargas

filho de Josué Vargas Neto e de Maria Antonia de Oliveira

10 mar 1916

Maria de Lourdes

filha de Francisco Elizio Bento da Rocha e de Laura Ferreira de Andrade

14 mar 1916

Euclides

filho de Honorio Luiz da Silva e de Leonor Ferreira

17 mar 1916

Astrogilda

filha de Eduardo Pires Barbosa e de Francisca Barbosa de Moraes

24 mar 1916

Braz Schettino

filho de Biaggio Schettino e de Maria Rosa Lammoglia

26 mar 1916

Guiomar

filha de Carlo Cosini e de Joaquina Teixeira Aguiar

27 mar 1916

Alfredo Fofano

filho de Carlo Batista Fofano e de Amabile Stefani

29 mar 1916

Luiza Capdeville

filha de Nestor Capdeville e de Luiza Erminia Botelho

31 mar 1916

Esmeraldina

filha de Antonio Alves de Oliveira e de Maria José do Nascimento

31 mar 1916

Arcanjo Miguel Gottardo

filho de Giovanni Battista Gottardo e de Costantina Meneghetti

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4 de janeiro de 1916

Há 100 anos nascia em Leopoldina

Geraldo Sangirolami

filho de

Giovanni Sangirolami

e de

Giustina Borella

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Expedicionários Leopoldinenses – De João Venâncio a José Ernesto

Logomarca da coluna Trem de História

A viagem do Trem de História segue hoje contando a vida de mais três conterrâneos que estiveram na Itália.

19 – JOÃO VENÂNCIO FILHO, que segundo os arquivos da ANVFEB era  soldado cozinheiro identidade nº 1G 290.367, embarcou para a Itália com o 11º RI em 22.09.44 e retornou com o mesmo Regimento em 17.09.45. Palhares(1) o relaciona dentre os soldados da 3ª Cia do 11º RI. Sua ficha na Associação informa que nasceu em Leopoldina em 02.04.21. Era filho de João Venâncio de Brito e Bernardina Silvana de Brito. Casou-se com Iracema Carvalho de Brito, nascida em 11.01.27. Faleceu em 03.12.99. Nesta mesma ficha não consta que tenha deixado descendente.

20 – JOÃO ZANGIROLANI foi soldado do 6º Regimento de Infantaria adido ao Batalhão de Guardas, conforme Provisão(2) exarada nos termos do Decreto de 29.05.47 da Presidência da República. Ferido em combate onde perdeu uma das pernas, foi julgado definitivamente incapaz para o serviço do Exército e recebeu a graduação de 3º Sargento.  Foi condecorado com a Medalha Sangue do Brasil em 15.04.45. Em junho de 1947 recebeu a comenda(3) da Cruz de Combate por ter se destacado entre os homens de seu pelotão da 8ª Cia do 6º RI durante o ataque à Montese, na Itália. Ao reformar-se, galgou o posto de tenente. Os arquivos da ANVFEB, em Juiz de Fora (MG) registram que o soldado 4G 79.994 ou, 1G 294.485 embarcou para a Itália com o 6º RI em 02.07.44. Foi reformado conforme o Diário Oficial de 14.06.47. Segundo o Diário de Notícias(4), João desembarcou do navio Cantuaria, no porto do Rio de Janeiro, em 08.11.46 “após permanecer um longo período internado em hospitais norte-americanos em tratamento e cumprindo período de readaptação”.

João(5) nasceu em 05.04.21, em Leopoldina. Era filho do imigrante italiano Gildo(6) Sangirolami (1891- 1964) e de Perina Borella (1893 – 1972), casal que residiu na Fazenda Paraíso e teve treze filhos(6). Casou-se com Sebastiana Idalina Farinazzo, filha de Natal Farinazzo e Sebastiana Regina Pengo. João faleceu a 06.06.86 (7), aos 65 anos, deixando viúva e os filhos Moacir, Jaci, Darci e Jane.

21 – JOSÉ ERNESTO é o terceiro nome do vagão de hoje. Segundo se pode apurar nos arquivos da ANVFEB e na obra de Palhares(1), José Ernesto embarcou para a Itália como soldado 4G 21.223, da 7ª Cia o 11º RI em 22.09.44. Reformou-se como cabo. O Diário de Notícias(8) informa que o seu desembarque do navio General Meigs, no Porto do Rio de Janeiro, ocorreu no dia 17.09.45. O arquivo da citada Associação informa ainda que José Ernesto nasceu em Leopoldina no dia 18.04.1919, filho de Belarmino Pacífico e Leodora Maria da Conceição. Residiu durante algum tempo em Além Paraíba (MG).

O vagão de hoje está completo, mas o assunto não acabou. No próximo virão outros Expedicionários. Até lá.

Notas:

(1) PALHARES, Gentil Palhares. De São João Del Rei ao Vale do Pó. Rio de Janeiro: Bibliex, 1957. p. 472.

(2) Provisão do Diretor de Recrutamento do Exército Brasileiro.

(3) Diploma do Ministério da Guerra datado de 15.06.47.

(4) Chegou ontem o Cantuária e o North King. Diário de Notícias, Rio de Janeiro, segunda seção, p.9, 4 dez. 1946, Disponível em <http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=093718_02&PagFis=30843>.  Acesso em 18 set. 2014.

(5) Cópias de documentos e dados complementares fornecidos pelo seu filho Jaci.

(6) Grafia da Certidão de Óbito do Registro Civil das Pessoas Naturais, de Leopoldina, livro nº 16-C, fls. 27-v, termo 1093, emitida em 11.05.2001. A certidão de Registro de Estrangeiros da Policia do Estado de Minas Gerais, livro nº 02, reg. nº 103, de 23.01.42, traz o nome como EGILDO. Documento do Archivio storico del Distretto Militare di Padova, Leva Militare delle province di Padova e Rovigo 1846 – 1902 informa que o nome era Egidio Sangirolami, filho de Giovanni Battista Sangirolami e de Modesta Carmelim.

(7) Obituário. Gazeta de Leopoldina, julho de 1986, s.d.t.

(8) Expedicionários que viajam no “General Meigs”. Diário de Notícias, Rio de Janeiro, primeira seção, p. 6, 14 set. 1945. Disponível em <http://memoria.bn.br/pdf2/093718/per093718_1945_07023.pdf>.  Acesso em 11 jan. 15.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA
Publicado no jornal Leopoldinense de 1 de setembro de 2015

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Colônia Agrícola da Constança e Igrejinha da Onça

No artigo anterior o Trem de História falou de opinião e política e terminou prometendo mudar o rumo da viagem no vagão de hoje. A razão para a mudança foi o cansaço. Para quem não é do ramo, política é um tema pesado e cansativo.

Cumprindo o prometido, o Trem de hoje segue por outros trilhos e recolhe cargas da Colônia Agrícola da Constança que completa neste mês de abril seus 105 anos de criação. Já a Capela da Onça comemora o Centenário de inauguração em 2015.

De início é bom lembrar que a Colônia surgiu da combinação de diversos fatores como os econômicos e políticos. Não nos parece possível eleger um deles como proeminente, embora a proibição do tráfico de escravos, que estimulou a busca de alternativas para o aumento da produção agrícola, possa ser tida como importante para o surgimento do núcleo. Principalmente se considerado que a economia da região dependia de um número cada vez maior de trabalhadores e estes não existiam no território nacional.

Começaram a chegar os imigrantes, antes mesmo do fim do regime escravocrata. Algumas fazendas, segundo consta, passaram a contar com escravos e trabalhadores livres em suas terras, até que os primeiros migraram para a periferia da cidade.

Aos poucos surgiram e se propagaram os sistemas de parceria e colonato como reguladores da nova relação de trabalho. E a experiência do Senador Vergueiro, em São Paulo, deve ser considerada como elemento difusor do sistema.

Agregando experiências diversas surgiram, então, as primeiras colônias destinadas a imigrantes estrangeiros, que foram sendo aperfeiçoadas. É evidente que uma instituição, como uma Colônia, não provém de causa isolada. Ela surge, na maioria das vezes, como resultado de diversos fatores que perpassam a vida do grupo social na qual é criada. E as razões que levaram à criação da Colônia Agrícola da Constança não são muito diferentes das demais coirmãs. O estudo sobre ela ainda carece de mais pesquisas, uma vez que os trabalhos realizados até aqui sempre estiveram focados na vida dos colonos que nela se instalaram, motivados pela vontade de conhecer homens e mulheres comuns que viveram na Colônia e nos seus arredores. Gente que tinha muita história para contar e, como sugeriu o filósofo alemão Walter Benjamin, relatadas na medida certa possibilitou “escovar o passado” recoberto com a poeira do tempo e trazer para a luz do sol, a importância da Colônia Agrícola da Constança e dos italianos que constituíram o seu núcleo mais ativo e permanente. De importância tal que fez a cidade contar, em 1911, com um Agente Consular Italiano, o Sr. Angelo Maciello, representante de Sua Majestade Vittorio Emanuelle III, Rei da Itália na época.

Uma Colônia que não era pequena. Pois contava, segundo os relatórios anuais encaminhados pelo Administrador à Secretaria Estadual de Agricultura, inicialmente com 60 lotes demarcados. No ano seguinte, eram 65 e, em 1911, este número aumentou para 68. Lotes devidamente cercados e com uma casa de morada coberta de telhas, vendidos principalmente aos imigrantes que ali passaram a cultivar toda sorte de produtos, a maioria deles para serem comercializados na cidade ou na “venda de secos e molhados”, Casa Timbiras, que ficava na entrada do Bairro Boa Sorte e que se transformou num verdadeiro entreposto comercial para uma vasta região.

E quando se recorda a Colônia e a Venda do Timbiras é forçoso tomar o “Caminho do Imigrante” e chegar à Igrejinha da Onça. “Caminho do Imigrante”, um sonho que ainda persiste de dar este nome à via secundária que liga a Igrejinha à entrada do Bairro Boa Sorte.

Capela de Santo Antônio de Pádua

Igreja de Santo Antonio de Pádua que comemora 100 anos e foi escolhida como símbolo dos estudos sobre o Centenário da Colônia por ser a imagem a que sempre se referiam os entrevistados no curso daquelas pesquisas, quando abordados sobre a vida dos mais antigos. Símbolo a que todos se referiam com um misto de saudade e orgulho.

A capela foi construída com a participação e o trabalho dos habitantes da Colônia e das propriedades das imediações. A escritura pública de compra e venda de uma quarta de terra (12.100 m2), lavrada pelo 2º Ofício de Notas de Leopoldina em 21.08.1912, é testemunha inconteste da influência italiana, pelos sobrenomes dos vendedores e compradores: Jesus Salvador Lomba e sua mulher Maria Magdalena Lomba (Proprietários do lote nº 04 da Colônia). Luciano Borella, Otavio de Angelis, Luigi Giuseppe Farinazzo, Ferdinando Zaninello, Agostino Meneghetti e Fausto Lorenzetto. A compra teve a destinação registrada no livro do Cartório: – “imóvel para nele ser edificada uma Capela consagrada a Santo Antonio de Pádua”.

Terminado este breve passeio pelas lembranças desta parte da zona rural do município, o Trem de História volta ao perímetro urbano para, no próximo número do Jornal, falar de outra data importante para a nossa história, a da emancipação do Feijão Cru como Vila Leopoldina.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA
Publicado no jornal Leopoldinense de 16 de abril de 2015

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Há 100 anos

Leopoldinenses nascidos em novembro de 1914

Luzia                                1 nov 1914                filha de Abilio Moroni e de Ema Metilde Lupatini

Maria Santina                    1 nov 1914                filha de Egidio Sangirolami e de Pierina Mariana Borella

Joaquim                           5 nov 1914                filho de Joaquim Gama de Castro Lacerda e de Maria da Conceição Monteiro de Barros

Silvio Bedin                      6 nov 1914                filho de Gioacchino Bedin e de Angelina Sardi

Maria                                7 nov 1914                filha de João Evangelista F Neto e de Francisca Ramos de Melo

Marilia                              9 nov 1914                filha de Belizario Augusto Soares de Souza Filho e de Abigail Botelho Reis

Lourival Vieira d Oliveira    9 nov 1914                filho de Francisco Vieira de Oliveira e de Maria de Assis Pereira

Antonio                            14 nov 1914              filho de Galdino Cipriano de Carvalho e de Maria Silvana Soares

Caetano Zamboni             15 nov 1914              filho de Domenico Zamboni e de Assunta Campana

Gumercindo                      18 nov 1914              filho de Virgilio Garcia de Matos e de Virgilina Machado

Tereza                              21 nov 1914              filha de Francesco Zamboni e de Ursula Pagano

Vanor                               22 nov 1914              filho de Joaquim Martins de Almeida e de Laura Francisca Oliveira

Francisca                         25 nov 1914              filha de Jorge Elmaes e de Rosaria Maiello

Angelina                           27 nov 1914              filha de Paolo Samorè e de Carolina Honória de Jesus

Francisco                         27 nov 1914              filho de Custodio de Vargas Coimbra e de Maria das Dores Fontes

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Centenário de Nascimento de leopoldinenses

Há 100 anos nasceram em Leopoldina:

5 ago 1913 Débora Guersoni  filha de Augusto Guersoni e de Altiva G. de Oliveira

9 ago 1913 José Lorenzetto filho de Emilio Lorenzetto e de Angela Saggioro

24 ago 1913 Odilon Domingues filho de Rafael Domingues e de Idalina Narcisa Gomes

31 ago 1913 Ema Sangirolami filha de Giovanni Sangirolami e de Giustina Borella

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Antinarelli e Franzone: esboço genealógico

Estudo de duas famílias italianas que viveram em Leopoldina.

ANTINARELLI

1. Egidio Cesare Antinarelli-1 was born on 16 jun 1863 in Italia. Teresa Costantini was born on 16 jul 1863 in Italia.

Egidio Cesare Antinarelli and Teresa Costantini married. They had the following children:

i. Loreta Antinarelli was born between 1885-1886 in Italia. She married Alcides José Ferreira on 18 ago 1905 in Providência, Leopoldina, MG.

ii. Giovanni Antinarelli was born about 1889 in Italia.

iii. Alfredo Antinarelli was born about 1893 in Italia. He married Carmen Franzone in 1914 in Providência, Leopoldina, MG.

iv. Palmira Antinarelli was born about 1896 in Providência, Leopoldina, MG. She married Manoel Moreira de Carvalho filho between 29 abr 1910-1914 in Providência, Leopoldina, MG.

v. Rosa Antinarelli was born after 1896 in Banco Verde, Palma, MG. She married Genaro Castillago on 29 jun 1908 in Providência, Leopoldina, MG.

vi. Balbina Antinarelli was born on 15 mai 1898 in Providência, Leopoldina, MG.

vii. Roque Antinarelli was born on 22 mai 1904 in Leopoldina, MG.

viii. Helena Antinarelli was born on 25 jun 1908 in Providência, Leopoldina, MG; São Martinho.

Segunda Geração

2. Alfredo Antinarelli-2 (Egidio Cesare-1) was born about 1893 in Italia.  Carmen Franzone daughter of Luigi Franzone and Emilia Filoti was born after 1895.

Alfredo Antinarelli and Carmen Franzone were married in 1914 in Providência, Leopoldina, MG. They had the following children:

i. Raimundo Antinarelli was born on 11 jun 1916 in Providência, Leopoldina, MG.

ii. Helena Antinarelli was born on 25 abr 1917 in Providência, Leopoldina, MG.

iii. José Antinarelli.

iv. João Antinarelli Sobrinho.

v. Antonio Antinarelli.

vi. Maria Antinarelli.

vii. Euclides Antinarelli.

viii. Aparecida Antinarelli.

ix. Geraldo Antinarelli.

x. Irani Antinarelli.

xi. Gloria Antinarelli.

Terceira Geração

3. João Antinarelli Sobrinho-3 (Alfredo-2, Egidio Cesare-1). He had the following children:

i. Alexandre Touzo Antinarelli.

FRANZONE

1. Giuseppe Franzone-1 was born in Italia.  He had the following children:

2. i. Luigi Franzone was born on 05 out 1864 in Candia, Torino, Piemonte, Italia.

Segunda Geração

2. Luigi Franzone-2 (Giuseppe-1) was born on 05 out 1864 in Candia, Torino, Piemonte, Italia. Emilia Filoti was born on 22 set 1869 in Candia, Torino, Piemonte, Italia. Luigi Franzone and Emilia Filoti had the following children:

i. Cecilia Franzone was born about 1887 in Candia, Torino, Piemonte, Italia.

ii. Fiorenzo Franzone was born about 1890 in Candia, Torino, Piemonte, Italia.

4. iii. Maria Franzone was born about 1894 in Candia, Torino, Piemonte, Italia. She married Antonio Carlos Bittencourt on 13 jul 1911 in Providência, Leopoldina, MG; São Martinho.

5. iv. Carmen Franzone was born after 1895. She married Alfredo Antinarelli in 1914 in Providência, Leopoldina, MG.

6. v. Hercilia Franzone was born on 20 jan 1901 in Abaíba, Leopoldina, MG. She married César Augusto Borella on 02 fev 1918 in Leopoldina, MG.

vi. José Franzone was born on 17 fev 1903 in Leopoldina, MG. He married Anatilde Spinola on 06 mai 1926 in Leopoldina, MG.

Terceira Geração

3. Maria Franzone-3 (Luigi-2, Giuseppe-1) was born about 1894 in Candia, Torino, Piemonte, Italia.  Antonio Carlos Bittencourt son of Deolindo Carlos Bittencourt and Regina Batista da Silva was born about 1889.  Antonio Carlos Bittencourt and Maria Franzone were married on 13 jul 1911 in Providência, Leopoldina, MG; São Martinho. They had the following children:

i. Deolindo was born on 09 set 1912 in Leopoldina, MG.

4. Carmen Franzone-3 (Luigi-2, Giuseppe-1) was born after 1895.  Alfredo Antinarelli son of Egidio Cesare Antinarelli and Teresa Costantini was born about 1893 in Italia.  Alfredo Antinarelli and Carmen Franzone were married in 1914 in Providência, Leopoldina, MG. They had the following children:

i. Raimundo Antinarelli was born on 11 jun 1916 in Providência, Leopoldina, MG.

ii. Helena Antinarelli was born on 25 abr 1917 in Providência, Leopoldina, MG.

iii. José Antinarelli.

iv. João Antinarelli Sobrinho.

v. Antonio Antinarelli.

vi. Maria Antinarelli.

vii. Euclides Antinarelli.

viii. Aparecida Antinarelli.

ix. Geraldo Antinarelli.

x. Irani Antinarelli.

xi. Gloria Antinarelli.

5. Hercilia Franzone-3 (Luigi-2, Giuseppe-1) was born on 20 jan 1901 in Abaíba, Leopoldina, MG.  César Augusto Borella son of Luciano Borella and Lucia Lorenzetto was born on 28 fev 1896 in Leopoldina, MG.  César Augusto Borella and Hercilia Franzone were married on 02 fev 1918 in Leopoldina, MG. They had the following children:

i. Luzia Borella was born on 13 dez 1918 in Leopoldina, MG.

ii. Umberto Borella was born on 21 mar 1936 in Manhuaçu, MG.

6. João Antinarelli Sobrinho-4 (Carmen-3, Luigi-2, Giuseppe-1).  João Antinarelli Sobrinho had the following children:

i. Alexandre Touzo Antinarelli.

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