Arquivo da tag: Almeida

Sobrenome de uma das três principais famílias povoadoras de Leopoldina, originalmente Almeida Ramos, radicada na região da Serra da Ibitipoca desde o século XVIII.

Sante Pengo: atualização da descendência

Com a colaboração de Carla Rocha Pengo, terceira neta de Sante Pengo, acrescentamos mais uma geração à descendência do casal de italianos Sante Pengo e Felicità Antonia Spizzolata.

Sante Pengo e Felicità Antonia Spizzolatta moravam em Leopoldina no período 1889 a 1897, quando ali foram batizados os primeiros filhos do casal. Após o batismo do filho Sebastião, no dia 23 de março de 1897, a família teria ido para a Itália e retornado em setembro do mesmo ano. Desembarcaram do vapor Assiduità  no Rio de Janeiro, foram encaminhandos para a Hospedaria Horta Barbosa, em Juiz de Fora, de onde saíram no dia 24 de setembro sob contrato com Caetano Marinho para trabalhar na Fazenda do Engenho em Ponte Nova, MG. Provavelmente lá nasceu a filha Josefa e algum tempo depois se transferiram para Leopoldina, onde nasceram os filhos Antonio e Pedro.

Mais tarde, parte da família migrou para Alegre, no Espírito Santo, onde Sante faleceu em 1965. Seus restos mortais foram transferidos para o Cemitério Nossa Senhora do Carmo, em Leopoldina.

Descendentes de Sante Pengo e Felicità

1 – Alfredo Firmino Sante Pengo nasceu a 23 Ago 1889 em Leopoldina onde faleceu a 6 Mar 1967. Em algumas fontes é citado como Alfredo Firmino Santos. Foi batizado dia 13 de outubro, tendo por padrinhos Alvaro Boino e Pengo Rosa, nomes aqui grafados como se encontram no assento.

Alfredo se casou com Regina Marinato, filha de Otaviano Marinato e Giudetta Scantamburlo, a 4 Out 1913 em Leopoldina, MG. Regina nasceu a 6 Jun 1891 em Leopoldina, onde faleceu a 19 Ago 1972. Eles tiveram três filhos:

1.1 – Maria nasceu a 22 Jul 1914 em Leopoldina, MG, onde foi batizada no dia 30 de agosto, tendo por padrinhos José Marinato e Josefina Farinazzo.

1.2 – Antonia Regina nasceu a 20 Fev 1916 em Leopoldina, MG.

1.3 – José Alfredo Pengo nasceu a 26 Out 1919 em Leopoldina, onde faleceu a 20 Jul 1990.


2 – Pasquina Pengo nasceu a 17 Abr 1892 em Leopoldina, onde faleceu a 3 Mar 1979. Em algumas fontes ela é citada como Pasquina dos Santos. Ela foi batizada no dia 1 de janeiro de 1893, tendo por padrinhos Esmino Jacome e Estephania de Faria Bastos.

Pasquina se casou com Manoel Joaquim de Almeida, irmão de seus cunhados Justino e Carolina Tereza, filho de José Rodrigues de Almeida e Tereza Maria da Conceição, a 4 Set 1915 em Leopoldina, MG. Eles tiveram dois filhos:

2.1 – Militão de Almeida nasceu a 24 Nov 1920 em Leopoldina, onde faleceu a 31 Mai 2012.

2.2 – Luzia nasceu a 18 Jun 1925 em Leopoldina, MG.


3 – Estefania Pengo nasceu a 27 Set 1894 em Leopoldina, onde foi batizada no dia 17 de novembro, tendo por padrinhos Antonio Jaco e Antonia Balquino.

Estefania se casou com Antonio Teodoro da Silva, filho de Francisco Teodoro da Silva e Maria Rosa da Conceição, a 28 Jul 1923 em Leopoldina, MG. Antonio nasceu a 5 Mai 1898 em Providência, distrito de Leopoldina, MG.

O casal teria se transferido para o Espírito Santo.


4 – Sebastião Pengo nasceu a 20 Jan 1896 em Leopoldina, onde foi batizado no dia 23 de março do ano seguinte, tendo por padrinhos João Caetano de Almeida Gama e Edalviza Lacerda Gama.

Seus padrinhos, assim como os de sua irmã Sebastiana identificada a seguir, eram familiares dos proprietários da Fazenda Floresta, onde provavelmente Sante Pengo trabalhava.


5 – Sebastiana Regina Pengo nasceu a 2 Mar 1897 em Leopoldina, tendo sido batizada no dia 13 de março. Foram seus padrinhos João Gama e Adalgisa de Lacerda Gama.

Sebastiana se casou com Natal Farinazzo, filho de Giuseppe Farinazzo e Stella Rosa Lorenzetto,   1 Mar 1919 em Leopoldina. Natal nasceu em Dez 1896 em Leopoldina. Eles tiveram três filhos:

5.1 – Sebastiana Idalina Farinazzo se casou com João Sangirolami, filho de Egidio Sangirolami e Pierina Mariana Borella. João nasceu a 5 Abr 1921 em Leopoldina, onde faleceu a 6 Jun 1986.

5.2 – Albertina Farinazzo nasceu a 15 Out 1920 em Leopoldina, MG.

5.3 Agostinho Farinazzo nasceu a 2 Mar 1939 e faleceu a 7 Ago 2014 em Leopoldina.


6 – Josefa Maria Pengo nasceu cerca de 1898. Em algumas fontes é citada como Maria dos Santos.

Josefa se casou com Justino de Almeida, irmão de seus cunhados Manoel e Carolina, filho de José Rodrigues de Almeida e Tereza Maria da Conceição, a 15 Nov 1919 em Leopoldina. Tiveram uma filha:

6.1 – Helena nasceu a 8 Mai 1925 em Leopoldina, onde foi batizada no dia 22 de agosto, tendo por padrinhos Manoel Joaquim de Almeida e Paschoina Santos [Pengo]

O casal teria se transferido para o Espírito Santo.


7 – Antonio Pengo nasceu a 2 Jan 1903 em Leopoldina, MG. Em algumas fontes é citado como Antonio Santos.

Antonio se casou com Carolina Tereza de Almeida, irmã de seus cunhados Manoel e Justino, filha de José Rodrigues de Almeida e Tereza Maria da Conceição, a 6 Jun 1925 em Leopoldina. Carolina nasceu em Estrela Dalva, MG. Eles tiveram três filhos:

7.1 – Antonia Pengo nasceu a 2 Mai 1926 em Leopoldina, onde foi batizada dia 5 de junho e tendo por padrinhos Pedro Santo Pengo e Pasqualina Santo Pengo.

7.2 – Santino Pengo nasceu a 23 Out 1928 em Leopoldina, onde foi batizado no dia 4 de janeiro de 1930, tendo por padrinhos Epaminondas de Souza e Maria Sebastiana.

7.3 – Agostinho Pengo nasceu a 26 Dez 1932 em Tebas, distrito de Leopoldina.

Agostinho se casou com Maria Regina de Souza. Eles tiveram três filhos:

7.3.1 – Carlos Pengo se casou com Maria da Gloria Rocha com quem teve as filhas Carla e Cassia.

7.3.2 – Maria Aparecida Pengo se casou com Nilton, com quem teve a filha Jéssica.

7.3.3 – Laide Pengo se casou com Tony, com quem teve os filhos Layane e Thales.


8 – Pedro Pengo nasceu a 3 Mai 1904 em Leopoldina onde foi batizado a 30 Jan 1905 em Leopoldina, tendo por padrinhos: Giacomo Scimi e Tova Teroncina.

 

  • Share on Tumblr

Há 100 anos

Em maio de 1919, nasceram em Leopoldina

Dia 3 mai:

Maria das Dores

Dia 8 mai:

Zina Zamagna

Dia 18 mai:

Dinorah Tavares Machado e Sebastião Bolzoni

Dia 24 mai:

Francisca Bartoli

Dia 25 mai:

Abigail Dutra

Dia 26 mai:

Elza

Dia 27 mai:

Dalvina

Dia 30 mai:

Augusto Fontanella

  • Share on Tumblr

Há 100 anos

Em abril de 1919, nasceram em Leopoldina

Dia 2 abr

Avelina Bartoli

Dia 8 abr

Olivia Ermini

Dia 12 abr

Maria de Lourdes da BellaDia 13 abr

José Ricardo Bartoli

Dia 15 abr

Humberto Vossoli

Dia 16 abr

Alberto Dorigo  e Odaleia

Dia 19 abr

Olga Almeida

Dia 21 abr

José Ferreira

Dia 22 abr

Nadyr

Dia 26 abr

José

Dia 28 abr

Antonio

 

 

 

  • Share on Tumblr

Há 100 anos

Em março de 1919, nasceram em Leopoldina

Dia 5

Geni Cabral

Dia 10

Pedro Santos

Dia 12

Joaquim

Dia 14

Osvaldo de Almeida

Dia 15

Antonio Carraro

Dia 17

Paschoal Schettino

Dia 25

Amabile Bonin

Dia 27

Sebastião

Dia 31

Maria Assunta Lupatini

31 mar 1919

  • Share on Tumblr

Há 100 anos

Em fevereiro de 2019, nasceram em Leopoldina

Dia 10

Maria Aparecida Rezende Oliveira


Dia 13

Leonira Ribeiro

Dia 19

Milton Vargas Neto

Dia 27

Dulce Lacerda

  • Share on Tumblr

115 – Os irmãos do pintor Funchal Garcia

A viagem do Trem de História segue pela família de Manoel Funchal Garcia, trazendo um pouco sobre os filhos do casal Alfredo Garcia Ribeiro e Mariana dos Prazeres Funchal.

Maria Amélia nasceu em 28 de outubro de 1880 e foi batizada no dia 07 de novembro do mesmo ano, tendo por padrinhos Antonio Francisco Alves Neto e Rosa Martins Funchal, esposa de José Joaquim, tio materno da batizanda. Maria Amélia se casou com o português Antonio Alves de Freitas com quem teve, pelo menos, quatro filhos: Adelia, Altilia, Irene e José, este ultimo advogado[1] em Carangola em 1939. Maria Amélia faleceu no Rio de Janeiro aos 24 de setembro de 1924.

O segundo filho de Alfredo e Mariana foi Silvandino Funchal Garcia. Nascido[2] em novembro de 1882. Por volta de 1910 Silvandino assumiu a padaria da família. Dele, vale ressaltar que numa demonstração de boa percepção dos avanços da época, em fevereiro de 1913 adquiriu[3] amassadeira mecânica e outros aparelhos acionados por energia elétrica para modernizar as instalações ainda bem precárias da padaria e aproveitar a eletricidade que havia chegado a Leopoldina pouco mais de 4 anos antes.

Silvandino casou-se com Esmenia Ferreira, nascida em Leopoldina aos 29 de novembro de 1884, filha de João Batista Ferreira e Leopoldina Esméria de Almeida, com quem teve sete filhos, dentre eles Paulo Ferreira Garcia que ocupou a cadeira nº 16 da Academia Leopoldinense de Letras e Artes e, José Ferreira Garcia, nascido em Leopoldina aos 16 de junho de 1913, pai de Maria José Ladeira Garcia que ocupa a cadeira nº 13 da mesma Academia.

Alfredo Funchal Garcia foi o terceiro filho do casal e será abordado em artigo especial.

O quarto filho de Alfredo e Mariana foi Antônio Funchal Garcia Nascido por volta de 1887, faleceu[4] em Leopoldina aos 04 de setembro de 1963. Segundo Mário de Freitas[5], só veio a falar de maneira inteligível após a morte da mãe. Figura popular nas ruas de Leopoldina, eventualmente era vítima de brincadeiras desagradáveis da garotada.

O pintor Manoel Funchal Garcia, foi o quinto filho e é o personagem leopoldinense que se homenageia com esta série de artigos que pretendem marcar os 130 anos do seu nascimento.

O sexto filho do casal foi Aurora, nascida[6] aos 23 de janeiro de 1891, de quem nada se conseguiu apurar.

José Funchal Garcia, o sétimo filho, nasceu[7] a 28 de fevereiro de 1893 e faleceu[8] a 27 de setembro de 1966 em Leopoldina. Vivia no Rio de Janeiro na década de 1930. Morou[9] na Rua da Candelária nº 93. Em 1933 era funcionário[10] da Companhia de Armazéns Geraes Mineiros, sediada na então Capital da República.

João, o oitavo filho de Alfredo Garcia Ribeiro e Mariana dos Prazeres Funchal, terá sua trajetória comentada em artigo à parte.

Completada a família, encerra-se aqui a viagem de hoje. No próximo encontro, o Trem de História trará a história do filho Alfredo Funchal Garcia que se destacou como engenheiro eletricista e foi figura importante na implantação da telefonia em diversas cidades dos estados de Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro. Aguardem!


Fontes consultadas:

1 – O Radical. Rio de Janeiro, RJ, 1 dez. 1939 ed 2343 p. 2 coluna 7

2 – Arquivo da Diocese de Leopoldina, lv 02 bat fls 83 termo 755.

3 – O Paiz. Rio de Janeiro, RJ, 12 de fevereiro de 1913 ed 10355 p. 4 coluna 2

4 – Cemitério Nossa Senhora do Carmo, Leopoldina, MG, lv sepultamentos 1963-1975 fls 6 nº 251 plano 2 sep 125.

5 – FREITAS, Mário de. Leopoldina do Meu Tempo. Belo Horizonte: 1985. p.39

6 – Arquivo da Diocese de Leopoldina, lv 03 bat fls 186v termo 95.

7 – Arquivo da Diocese de Leopoldina, lv 04 bat fls 117v termo ordem 1140.

8 – Cemitério Nossa Senhora do Carmo, Leopoldina, MG, lv sepultamentos 1963-1975 fls 30 nr 256 plano 2 sep 703.

9 – Crítica. Rio de Janeiro, RJ, 24 jun 1930 ed 507 p. 8 coluna 2.

10 – A Noite. Rio de Janeiro, RJ, 10 jan 1933 ed 7590 p. 8 coluna 3.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA

Publicado na edição 367 no jornal Leopoldinense de 16 de novembro de 2018

 

  • Share on Tumblr

Há 100 anos

Em janeiro de 1919, nasceram em Leopoldina

Dia 3

Braz Lammoglia

Dia 7

Marina Gomes da Silva

Dia 22

Reginaldo José do Rego

Dia 27

Arlindo Meneghetti

  • Share on Tumblr

Dezembro 1918

Nascimentos em Leopoldina:

1 Dez 1918,

Luciana Sangirolami

pais: Egidio Sangirolami e Pierina Mariana Borella


13 Dez 1918,

Luzia Borella

pais: César Augusto Borella e Hercilia Franzone


14 Dez 1918,

Lia

pais: Eduardo de Souza Werneck e Cecilia Pereira Werneck


18 Dez 1918,

Mário Soares Godinho

pais: Climério Duarte Godinho e Maria Soares

cônjuge: Helena Rodrigues de Almeida

Camelia

pais: Cristiano Otoni de Oliveira e Ezaltina Barbosa de Oliveira


22 Dez 1918,

Geraldo

pais: Sebastião Vargas Moraes e Djanira de Almeida Lacerda


31 Dez 1918,

Anastacio

pais: José Vitorino de Almeida e Leonor Pereira de Oliveira

  • Share on Tumblr

Novembro 1918

Nascimentos em Leopoldina:

2 Nov 1918,

José

pais: José de Matos e Maria Carolina Ferreira do Couto


3 Nov 1918,

José

pais: Tomé de Andrade Junqueira e Iria dos Reis Junqueira


5 Nov 1918,

Sebastiana

pais: Emilio de Oliveira e Silva e Maria da Gloria de Oliveira


10 Nov 1918,

Manoel Gottardo da Silva

pais: Moyses Augusto da Silva e Angelina Gottardo


12 Nov 1918,

Braz Lammoglia

pais: Francisco Lammoglia e Maria Lammoglia

Geraldo

pais: Carlos José de Souza e Maria José da Glória

Wanir

pais: Aniceto Teixeira Gomes e Otilia Nogueira


14 Nov 1918,

José Lorenzetto

pais: Ulisses Lorenzetto e Olinda Leite Ferreira Santos


15 Nov 1918,

Maria de Lourdes

pais: Antonio Samorè e Brasilina Dalto


16 Nov 1918,

Valdemar Almeida

pais: Francisco Antonio de Almeida e Francisca Pereira de Oliveira

cônjuge: Lelia Braga


16 Nov 1918,

Maria de Lourdes

pais: Plautino Dias Soares e Carmelita Tavares Pinheiro


17 Nov 1918,

Francisca

pais: Washington Dutra do Vale e Floripes de Carvalho Reis


19 Nov 1918,

Maria Zuleika

pais: Secundino Antonio de Oliveira e Josefina Martins dos Santos


20 Nov 1918, Providência,

João Ricciardelli

pais: Luigi Ricciardelli e Maria Perdonelli


21 Nov 1918,

Aroldo

pais: João Reiff de Paula e Maria Haydée Guimarães

  • Share on Tumblr

109 – Informações sobre alguns antepassados de Paulino Rodrigues

No artigo anterior o Trem de História trouxe a ascendência paterna de Paulino. A viagem de hoje segue pelos mesmos trilhos e caminhos para trazer um pouco mais sobre estes antepassados que ocuparam as terras das fazendas Purys e da Onça, algumas delas entrelaçadas por uniões matrimoniais que gravitaram pelo entorno destas duas fazendas e da Bela Aurora, mais tarde adquirida pelo Paulino Rodrigues.

A Fazenda Purys, cuja sede ficava às margens do Córrego da Água Espalhada, no atual leito da BR 116, Rio-Bahia, no km 771, nas proximidades da ponte ali existente, pertenceu a Manoel Rodrigues da Silva e Ana Bernardina de Almeida, avós de Paulino.

Recorde-se que Ana era filha de Bernardino José Machado e Maria Rosa de Almeida, proprietários da vizinha fazenda da Onça, que em 1856 contava com cento e cinquenta alqueires de terras[3] que  deram origem ao bairro de mesmo nome.

É bom recordar, também, que o casamento de Ana e Manoel foi realizado[1] na Matriz de Santa Rita de Ibitipoca aos 08 de janeiro de 1828 e que em 1843 eles já residiam em terras do então  Feijão Cru.

Nestas duas fazendas, por algum tempo viveram ou transitaram os filhos de Bernardino e Maria Rosa [2] listados a seguir:

1) José Bernardino Machado c/c Maria Antonia do Nascimento; 2) Maria Bernardina de Almeida c/c Manoel Lopes da Rocha; 3) Francisco Bernardino Machado c/c/ Maria Candida Souza; 4) Ana Bernardina de Almeida c/c Manoel Rodrigues da Silva; 5) Joaquina Rosa ou, Bernardina c/c José Lopes da Rocha; 6) Rita Bernardina de Almeida c/c Joaquim Garcia de Oliveira; 7) Antonio Bernardino Machado c/c Joaquina Ferreira Brito; 8) Manoel Bernardino Machado; 9) Felicidade Bernardina Machado;  10) Severino José Machado c/c Maria Antonia de Jesus/ 11) Joaquim José Machado c/c Maria da Glória Pereira; e, 12) João Bernardino Machado.

Destes filhos do casal destaque-se Severino José Machado, pai de João José Machado que se casou com Anna Venância da Silva, Mãe Sinhana, irmã de Paulino Augusto Rodrigues, que durante algum tempo residiu em terras da fazenda Purys. Além do filho Severino pelo menos dois outros genros merecem ser lembrados pelos fatos seguintes.

Segundo o Registro de Terras de 1856, quando Bernardino José já havia falecido, a propriedade[3] dele foi registrada por seus genros Manoel Lopes da Rocha e José Lopes da Rocha, que para lá haviam se transferido no final de 1847.

Interessante observar que nesse ano de 1847 a família Lopes da Rocha vendeu[4] a propriedade onde moravam, na região de Piacatuba, para os irmãos Feliciano e José Joaquim Barbosa. Feliciano vem a ser o pai de Feliciano José Barbosa, que se casou com Nelsina Rodrigues, a filha mais velha de Paulino Augusto Rodrigues. E José Joaquim foi pai de Antônio Maurício Barbosa, proprietário das terras onde foi erguida a Usina Maurício, em Piacatuba, geradora da energia elétrica consumida em Leopoldina.

Ainda sobre estes mesmos genros de Bernardino é importante registrar que a primeira esposa de Manoel Lopes da Rocha, Maria Bernardina de Almeida, faleceu antes de 1847, visto que neste ano Manoel Rocha aparece ao lado de sua segunda esposa, Ana Rita de Almeida, filha de Manoel Rodrigues da Silva e Ana Bernardina de Almeida, sobrinha portanto da sua primeira mulher. E deste mesmo Manoel ainda merece registro o fato de que na década de 1870, segundo Fernando Destefani, pesquisador capixaba que descende dos Lopes da Rocha, ele se transferiu com a família para a atual Conceição do Castelo (ES).

José Lopes da Rocha, irmão de Manoel, também no ano de 1847 era casado com Joaquina Euqueria de Jesus, referida em alguns trabalhos como Joaquina Rosa ou Joaquina Bernardina, outra filha de Bernardino José Machado. Joaquina esta que já havia falecido em 1867, quando José Rocha era casado com Maria Candida de Jesus[5].

O Trem de História faz aqui mais uma parada na viagem sobre Paulino Augusto Rodrigues. Mas no próximo Jornal ela continuará. Trará ao conhecimento dos leitores da coluna os irmãos dele que espalharam o sobrenome Rodrigues pela cidade. Até lá.


Fontes de Referência:

[1] Igreja de Santa Rita de Ibitipoca, lv cas 1828-1849 fls 3

[2] FONSECA, Raymundo da. A Saga de Machados e Fonsecas. Valença-RJ: do autor, 2000. p. 49

[3] Registro de Terras de Leopoldina, termo 52

[4] Cartório de Notas de Bom Jesus do Rio Pardo. Lv de compra e venda de Bens de Raiz 1841-1854, folhas 85

[5] Arquivo da Diocese de Leopoldina, lv 2 cas fls 84v termo 34, casamento do filho homônimo.

 

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA

Publicado na edição 361 no jornal Leopoldinense de 16 de agosto de 2018

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
  • Share on Tumblr