Arquivos da categoria: Vídeo

Postagens que incluem vídeos, sobre quaisquer assuntos.

Viagem de Imigrantes Italianos em 1910

Neste filme mudo, de 1910, é possível observar alguns detalhes da viagem dos imigrantes que vieram para o Brasil naquela época.

 

 

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Festa do Novo Cinema Italiano

Começa amanhã!

8 ½ Festa do Cinema Italiano

Festa Italiana Programa

 

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Nos tornamos humanos em sociedade

Karen Armstrong, escritora britânica criadora da Charter for Compassion, explica que compaixão não é a mera aplicação da Regra de Ouro, “fazer aos outros o que gostaríamos que fizessem para nós”. Compaixão, na prática, diz a escritora, exige inteligência e empatia, pois, ao conhecer a história do outro, será possível respeitar as diferenças individuais e engrandecer nossa própria humanidade. Conferencista do Fronteiras do Pensamento 2013.

Fronteiras do Pensamento | Produção Telos Cultural | Produção Audiovisual Okna Produções | Documentário Um mundo complexo | Direção e Edição Marcio Reolon | Direção de Produção Gina O’Donnell | Tradução Marina Waquil e Francesco Settineri

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Mario Vargas Llosa: o poder da tolerância

Nobel de Literatura reflete sobre a história da América Latina, concluindo que a prática da tolerância é a essência da democracia. Segundo Llosa, é preciso praticar a ideia de que podemos estar equivocados e, portanto, que as pessoas das quais discordamos podem ter razão, pois esta humildade, fonte da tolerância, é a chave para erradicar a violência da América Latina. Conferencista do Fronteiras do Pensamento 2010 e 2016.

Fronteiras do Pensamento | Edição Karina Roman | Finalização Marcelo Allgayer | Tradução Marina Waquil e Francesco Settineri

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Lições sobre a existência.

Ótima lembrança do Fronteiras do Pensamento.

Edgar Morin, sociólogo e filósofo francês, reflete sobre as duas lições que considera mais importantes para reformar a vida: aprender a ser mais autônomo e, ao mesmo tempo, a conviver em comunidade; e aprender a lidar com as obrigações das quais não gostamos e, simultaneamente, a desenvolver nosso lado lúdico e poético. Conferencista do Fronteiras do Pensamento nos anos de 2008 e 2011.

Fronteiras do Pensamento | Produção Telos Cultural | Conferência Edgar Morin | Edição Alexandre Fernandez | Finalização Marcelo Allgayer | Tradução Francesco Settineri e Marina Waquil

 

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O poder da escrita

Alberto Manguel, escritor, tradutor e ensaísta argentino, reflete sobre o grande poder da escrita, a capacidade de ultrapassar aqueles que considera as duas maiores fronteiras da humanidade: o tempo e o espaço. Conferencista do Fronteiras do Pensamento 2014.

“Através da literatura, através da escrita, o tempo não era um obstaculo, nem o espaço era um obstáculo.”

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O ofício do historiador

“A jornalista Mônica Teixeira ouve a historiadora Maria Helena Capetalo sobre a profissão de historiador. Professora Titular do Departamento de História da FFLCH / USP, Capelato aborda, entre outros temas, o papel do historiador como investigador e a ampliação do mercado de trabalho para além da docência.”

 Divulgado pela Univesptv

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Apogeu, crise e fim da colonização portuguesa na América

Este é o subtítulo da primeira aula do Curso de História do Brasil Colonial, da USP, em que são abordadas

as relações internacionais no final do século 17 e começo do 18, quando teve início a extração sistemática de ouro nas colônias portuguesas da América. Nessa época, o ouro passou a ser uma espécie de padrão regulador da economia e da riqueza mundial, influenciando fortemente a competição entre os países da Europa, que se expandia para outras partes do mundo.

 

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História do Brasil Colonial: Economia e sociedade do açúcar

A ementa informa que nesta segunda parte da aula, “o professor João Paulo Garrido Pimenta fala sobre a economia do açúcar no Recôncavo baiano. Destaque para o impacto da mineração na tendência de aumento do preço do açúcar branco nos engenhos da Bahia, responsável também pela diminuição nos intervalos entre as altas e baixas no valor de mercado do produto”.
Texto indicado:
SCHWARTZ, Stuart. Capítulo I: A grande lavoura açucareira: do Velho ao Novo Mundo. Segredos internos: engenhos e escravos na sociedade colonial, 1550-1835. São Paulo, Companhia das Letras, 1988.

Na primeira parte desta aula o professor dissera:

“A concepção cíclica da economia colonial enseja uma concepção equivocada de sucessão de gêneros coloniais, como se a ascensão de um correspondesse ao declínio de outro. […] A ideia de sucessão de ciclos não faz sentido. É uma simplificação excessiva da realidade”

Agora, declarou:

“Não há economia agroexportadora sem uma economia de abastecimento. Uma simplificação excessiva de alguns modelos historiográficos […] uma leitura excessivamente esquemática de obras [clássicas da economia colonial] nos leva à errônea conclusão de que a colônia vendia tudo o que produzia e comprava tudo o que ela precisava”.

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Os holandeses na América e a competição mundial do século XVII

Segunda parte de aula de História do Brasil Colonial do professor João Paulo Garrido Pimenta, da USP, na qual são projetadas “imagens das obras de pintores holandeses do século XVII como Rembrandt, Vermeer, Albert Eckhout, Frans Post” que ensejam análise das “paisagens e a representação pictórica de personagens, nativos e europeus, durante o período marcado pela presença dos colonizadores holandeses no Brasil, tais como eram imaginados”.

Texto básico para esta aula, conforme indicado na ementa do vídeo:

MELLO, Evaldo Cabral de. Capítulo I: A empresa da terra e a vitória do mar; Capítulo II: Produção, comércio e navegação (1630-1636). Olinda Restaurada. Guerra e Açúcar no Nordeste, 1630-1654. Rio de Janeiro. Forense Universitária/Edusp, 1975.

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