AS TRÊS FAMÍLIAS PIONEIRAS DE LEOPOLDINAVersão Original do livro de Mauro de Almeida Pereira

Os Almeidas - representados pelo Comendador Manoel Antônio de Almeida e seus parentes, dentre os quais o Tenente Joaquim Ferreira Brito, adquiriram, além de outras, a chamada "Fazenda do Feijão Cru", de 848 alqueires, em 1828, de um tal Felipe, dos quais, em 1865, portanto há um século, ainda restavam 35 alqueires, que foram redistribuídos pelas quarenta e três famílias diretamente descendentes do Comendador, ainda vivo, àquela época! (Maço 40, do 2º de Leopoldina)

Os Pinheiro de Lacerda - representados por Francisco e Romão Pinheiro de Lacerda, que se entrosaram com as demais famílias leopoldinenses e continuam com a mesma projeção na vida social a par de seu renome na vida nacional.

Os Monteiro de Barros - que dirigiram a vida social e política de Leopoldina, têm genealogia organizada, e continuam a ser uma das maiores, senão a maior família de Minas Gerais.

ESBOÇO GENEALÓGICO

Destituído da vaidade de realizar obra de fôlego, mas, tão somente com a serena intenção de registrar a fixação dos Almeidas em Leopoldina, quero assinalar que este "Esboço Genealógico" foi inspirado nos autênticos e tempestivos registros que compõem a 4ª Parte do Livro "Minhas Recordações", escrito pelo respeitável e ilustre mineiro Dr. Francisco de Paula Ferreira de Rezende, lá pelos idos de 1860. Este oportuno e agradável documentário, que só veio a lume em 1944 é confirmado pelo magnífico trabalho do ilustre leopoldinense Augusto de Lima Júnior, sob o título "Leopoldina Cidade do Café, no qual descreve o início do povoamento da Zona da Mata de Minas Gerais e ratifica o secular escrito do Dr. Francisco de Paula Ferreira de Rezende.

As obras citadas, os papéis dos arquivos da Comarca e as conhecidas pesquisas já publicadas do Prof. Barroso Júnior "Leopoldina e seus Primórdios"- 1943 e do jornalista Luiz Eugênio Botelho "Leopoldina de Outrora" - 1963, bem como alguns outros livros e documentos escritos por leopoldinense ilustres como os do Bispo Dom Aristides de Araújo Porto, que li nos arquivos da Igreja do Rosário de Leopoldina e o livro do Prof. Manoel Funchal Garcia, além de outros, constituem o repositório dos melhores elementos para a "História de Leopoldina". Neles se encontram em detalhes muitos acontecimentos da terra leopoldinense em diferentes épocas.

A mim coube o ocasional e limitado encargo de registrar a linhagem de um dos pioneiros de Leopoldina, justamente do varão que aqui deixou uma das mais numerosas proles.

Neste meu trabalho limito-me a levantar uma busca em torno da principal figura dos Almeidas de Leopoldina, o pioneiro Manoel Antônio de Almeida, que deixou vasta descendência. A tarefa foi de certo modo atraente, encontrando-se, a cada passo, relação de parentesco entre as mais diversas famílias leopoldinenses e de outras localidades.

Não é um trabalho de classificação integral, pois que entre todas estas serras e rincões há Almeidas, Ferreiras, Britos e Netos, evidenciando em todos o mesmo parentesco, a mesma origem, embora não partam da filiação mais diretamente tratada neste trabalho, porém, de seus 'outros parentes a que alude o Dr. Francisco de Rezende.(*)

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(*) Ob. Cit. - Leitura indispensável a quem queira conhecer os primórdios de Leopoldina, a descoberta do "Feijão Cru" e os índios puris, que aqui habitaram.

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